sábado, 18 de dezembro de 2010

Filhos - Coisas Imprescindíveis da Vida nº 18


Todo mundo deveria ter um filho, escrever um livro, plantar uma árvore! Assim dizem. Não sei se vou plantar uma árvore, um dia (digo, de verdade, plantar a mudinha, aguar, dar adubo, acompanhá-la crescer, usar sua sombra, um dia - lembram-se do meu lema: "se é pra fazer, faça bem feito! Ou não faça!"). Mas adoraria escrever um livro e vê-lo publicado. Ainda chego lá.

Mas o filho, ah... o filho!!! Perdoem-me aqueles que forem contrários à ideia, mas eu sou da turma dos meus pais (que têm 10 filhos): filho é TUDO DE BOM!!!! Eles dão cor à vida, emoção em grandes doses, beijos e abraços de graça, distração garantida (experimente estar com os mocinhos em recuperação ou febre - você não consegue se lembrar de mais nada!), dão um novo sentido à palavra AMOR.

Nessa de filhos, incluo todas as crianças: sobrinhos, afilhados, chegados, de sangue, de coração. Quanto mais próximo da criança você for, mais "quase filho" ela vai ser e, daí, a brincadeira já está valendo e "está com você"!!!

Crianças são heranças de Deus, diz a bíblia. E devem ser mesmo, pois elas veem envoltas em tanta magia que são capazes de eliminar qualquer vestígio de dia ruim só de te olhar e sorrir, às 18hs da tarde! Com eles, você revive os "primeiros" (primeira palavra, primeiro passo, primeira vez que aquele alguém chama o seu nome, primeiro cinema, primeira dormida em casa, primeiro namorado), reaprende matemática (o que eram os logs, mesmo?), ganha aulas gratuitas de informática, descobre a nova gramática da língua portuguesa. E não importa se a frase vier assim: "eu te amo você também" ou "eu te amo infinitos!". Você vai achar lindo lindo lindo lindo e incorporar ao seu vocabulário essa riqueza, até então desconhecida!

Conheço algumas crianças que são verdadeiros milagres. Os pais não podiam engravidar e... plim, lá estão elas, lindas e sadias. As gravidezes foram complicadíssimas e foram necessárias injeções diárias para talvez, quem sabe, por acaso... e plim, lá estão elas, lindas e sadias. Já vi seres de 50 cm serem maiores do que cânceres, do que ovários polisisticos, que problemas de infertilidade, que descrença médica, que tantos outros males! Elas são ou não milagres do nosso cotidiano?

Elas dão um trabalhão, é bem verdade! Mas é um trabalhão delicioso pra caramba! Porque, no meio do processo, elas vão dar um jeitinho de te fazer sorrir e saber que "está tudo bem". Porque no mundo deles, ESTÁ TUDO BEM! E você ganha um ticket para lá, de graça!!! Elas só exigem uma coisa para crescerem felizes: sua presença!

So be there!!!! Esteja lá!!! Sempre!!! De verdade!!! Não sente para brincar e fique atendendo o celular com coisas do trabalho, a menos que sejam absolutamente caso de vida ou morte (e, raramente, são...). Não leve ao cinema e fique do lado de fora porque não tem paciência para 1 1/2 de fantasia. Não tope um McDonalds uma vez por mês e fique contando calorias. Elas querem você: por inteiro! São poucos anos. Eles vão crescer. E daí não tem nadica de nada que você possa fazer para voltar atrás. Então, esteja lá, com eles (seus filhos ou quase filhos), onde quer que seja!!!

E se você está pensando no "dinheirão" que filho custa, meu amigo, você precisa rever seus conceitos. Filhos são INVESTIMENTO! E, como todo investimento, precisam de atenção (não é o olho do dono que engorda o boi? Então... olhe o seu boizinho!). Tudo bem, eles não se mantém sozinhos, com amor e luz. Mas eles não pedem pelas "melhores escolas", as "melhores roupas", as "mais caras comidas", os "mais longínquos e caros lugares". Pelo menos não enquanto são pequenininhos (que é a SUA HORA de mostrar seus princípios e prioridades para eles). Eles ficam MUITO FELIZES com um passeio e picnic no parque público, com direito a empinar pipa com o pai e aprender a se segurar no balanço com a mãe. Eles são o melhor investimento que você pode fazer na vida!

GUIGO E NINA, meus amores: obrigada, muitíssimo obrigada por existirem na minha vida, por todos os "eu te amo mamãe" que ganho mesmo quando estou desconcentrada, por todos os desenhos em mil folhinhas arrancadas de cadernos de uma avó e agenda da outra, pelas apresentações de ballet e street dance particulares, pela companhia na pipoca nas sessões cineminha, por lerem histórias para mim (quem diria que isso ia começar tão cedo?), por me transportarem para o mundo de vocês e me levarem para visitar o papai, às vezes, por me fazerem acreditar que a lua, realmente, transmite todos os nossos recados, por sempre me mostrarem que tem algo extraordinário me esperando, depois daquela esquina da vida!!!

OBS: esse post foi inspirado na Maria Paula (além do Guigo e da Nina, claro!), minha lindíssima quase filha que faz 2 aninhos, hoje!!!! Parabéns MP!!!! A tia Mirys te ama muito e seus primos também! Que Deus te conceda muitos e muitos e milhares (do Guigo) e infinitos (da Nina) anos de vida. E que a gente possa fazer parte de cada um deles!!! Pelo menos, nos momentos importantes! Que Deus te abençoe, pequena. Obrigada por iluminar mais um pouquinho nossas vidas!

4 comentários:

Bina disse...

Mirys, concordo com você. Os filhos nos proporcionam os sentimentos mais intensos dessa vida. Por mais simples que seja a situação, ao lado deles se tornam momentos mágicos!!!
Penso também que esse amor é transmitido através de todas as crianças que nos cercam.
Obrigada Nina e Guigo por fazerem parte da nossa vida. Amamos vocês demais!!!
Tia Bina, tio Ederson e Theo.

Mariana Hart disse...

Ai que lindo!! Vc conseguiu expressar com beleza e clareza esse fantástico mundo da maternidade!

Guigo e Nina tem muita sorte!

Bjão!!

danibadanai disse...

Você está certíssima! Filho é tu-do-de-bom!
Nós só conhecemos o verdadeiro amor na maternidade (ou paternidade).. sabe aquela frase: "eu daria a vida por você?!" isso é a mais pura verdade!
Sabe aquela "dor de amor"?!.. o amor ao filho é aquele que chega a doer, de tão bom!
Nos dá sentido à vida!

Beijos aos nossos Nah, Guigo e Nina!

Camila disse...

Prima, concordo em genero, número e grau: filhos são imprescindíveis!
Tem coisa mais gostosa que vê-los dormir, ou sentir aquelas mãozinhas nos abraçando 'forte', ou ainda as manifestações de alegria?
E os grandes bafões que damos depois que eles nascem, as saias justas que nos fazem passar com as perguntas indiscretas?
Estou com saudades... vc vai conseguir dar uma passadinha por aqui nestes feriados?
Bjo,
Camila