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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Flinpo - letra "O"

Olhar de avô. Olhar de sabedoria. Olhar de amor duplicado. Olhar de sorriso.
Quando perguntado, esse moço não responde que nasceu pra ser pai (no que ele é muito bom), profissional (apesar de ser admirado por isso), ou qualquer outra coisa. Ele diz que "nasceu pra ser avô"! Inspirado no avô que ele teve.



Não sei como o seu Nono era, paizinho... mas você é um NONO e tanto!!!!

E você, quem te inspira a ser uma pessoa melhor?

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BC Musical - a minha letra!!! (Diário da Mirys)



Posso confessar: a-do-ro minha inicial!!! Por muuuuuitas razões. Vou contar uma história real e rápida.

Era uma vez um menino lindo chamado Miguel, que conheceu uma menina linda chamada Margarida (bibi Flor, pra nós). Eles se casaram, tiveram 10 filhos e viveram felizes pra sempre! Detalhe: todos os filhos tinham nomes começados por M (de Miguel e de Margarida). Um dia, a filha deles #5, chamada Mirtes, uma menina linda, conheceu um menino lindo chamado... José Getulio! Nada a ver com o "M" da família...

Nessa altura do campeonato, alguns irmãos da menina Mirtes já tinham se casado e tido filhos. E os sobrinhos tinham nomes começados por "M"!

Só que, na família do José Getulio, havia uma outra tradição: a sua mãe, Maria (olha o "M" aí, gente), tinha se casado com o José Antônio e tido quatro filhos, todos homens. José Roberto, José Getulio, José Haroldo e José Cláudio. Como conciliar as tradições familiares????

Quando a menina Mirtes e o menino JG tiveram seu primeiro filhote era, na verdade, uma filhota (eu!!!!). E eles tornaram a matemática que parecia impossível ("M" + "José" no 1o nome + uma menina) em algo fantástico: numa nova tradição! Eles perceberam que "Antônio", assim como "Roberto", "Getulio", "Haroldo" e "Cláudio" tinham 7 letras... e que todos os sobrenomes do menino e da menina tinham 7 letras... e decidiram que fariam homenagem à uma família com o "M" e à outra família com as 7 letras! Daí, viemos todos nós:

Miriane
Marilia
Matheus
Maiyara
Martina
Myrthes
Marjory
Mayanne
Melanie
Murillo

10 filhos. Todos com "M". Todos com 7 letras. Todos com taaaanta coisa e tanta história em comum. Todos tão diferentes!
Porque a letra "M" é assim: eclética! E "M", na música (que também começa com "m"), também existe pra todos os gostos! Pra quem quer ser romântico, pra quem quer dançar, pra quem é jovem, pra quem é mais maduro, pra quem gosta de português, pra quem se entende com inglês... escolha a sua e divirta-se!!!

My girl (Smokey Robinson)
My way (Frank Sinatra)
Monte castelo (Legião Urbana)
Meu erro (Paralamas do Sucesso)
My immortal (Evanescence)
Metade (Oswaldo Montenegro)
Me abraça (Ivete Sangalo)
My all (Mariah Carey)
Mania de você (Rita Lee)
Moves like Jagger (Marron 5)
My way (Elvis Presley - se você preferir a voz dele)
Minha vida (Rita Lee - adaptando The Beatles)
My happy ending (Avril Lavigne)
More than words (Extreme - uma das minhas preferidas. Sempre!)
Melhor metade (Jorge e Mateus)


Quer mais músicas começadas pela inicial? Na blogagem coletiva, lá no Moça de Familia, tem!



PS: na verdade, a última música se chama "Duas Metades", mas eu sempre chamo de "Melhor Metade". Eu sei... eu sei... eu sei que é sertaneja e que existe um certo preconceito com o gênero. Mas, FOCA! Presta atenção na letra! É linda!!! H, essa é pra você - minha melhor metade (3 Ms pra você).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sobre pais e avôs (Diário da Nina)

E, de repente, abril virou mês de comemorações, na nossa vida! O caçula da casa, o papai e o vovô A. (pai do papai H) fazem aniversário em abril. E o Nono!!!

Ele é o pai da mamãe, e "pai de coração" de várias amigas dela! Ele é nosso super vô e "vô de coração" de um monte de amigos nossos!!! Ele é daqueles avôs que você tem vontade de levar pra casa, pro passeio no parque, pra bagunça na piscina, pro resto da vida! Ele é médico e deve ser um dos bons, porque todo mundo gosta dele! Por causa dele (e da tia Lila), eu digo que quero ser médica, também, quando crescer. "Vamos ver, vamos ver..." diz a mamãe. Mas é bem provável que role esse negócio de seguir a medicina aqui em casa...

A mamãe diz que o vovô era bravo, quando ela era pequena. Mas a gente acha que ela não está falando a verdade... Porque, com a gente, o Nono é pura brincadeira e diversão! E sorvetes! E café sem açúcar! E música no carro! E pimenta na pipoca (bom... pra ele, é pimenta em qualquer comida! Pra gente, é só na pipoca)! Com a vovó, o Nono é beijos, abraços e café da manhã na cama todos-os-dias! Com a mamãe é só "filhotinha" pra cá, "Miró" pra lá... isso porque a mamãe não é pequenininha! Com os sobrinhos... bom... basta dizer que ele ganhava a eleição de "tio mais legal" todo ano! E olha que tinha muita gente boa (a mamãe deu uma sorte danada, nessa família dela)!

É... acho que a mamãe se enganou... o Nono não era bravo, não. Devia ser outra pessoa no lugar dele! Alguém que usava o mesmo bigode, assoviava do mesmo jeito e buzinava da mesma forma, toda vez que chegava em casa. Vai ver, a mamãe confundiu...

Ou o Nono é um cara como ele mesmo define: "alguém que nasceu pra ser avô!"
Porque nisso ele é bom! Ah, ele é MUITO BOM!!!!



Hoje, meu Nono faz 63 anos! "Tante augure Nono" (será que meu italiano está certo?). A gente te ama UM MONTE!!!

PS: essa foto foi tirada no dia em que um Banco veio fazer uma entrevista com o Nono sobre a nossa família e os valores financeiros que ele e a vovó M. passam pra gente (10 filhos, genros, nora e muitos netos). Sorte que a repórter, o fotógrafo, o assistente, a maquiadora (ameeeei essa parte!), o editor da revista vieram num domingo... dia em que a gente TENTA reunir todo mundo pra um almoço NORMAL de família! Mas, na hora da foto, era muita gente pra pegar num clique só! rsrsrs.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Café pro Nono (Diário do Guigo)


Agora, dei pra acordar cedo, mesmo nos finais de semana. Só não acordo junto com a mãmi se fiquei brincando até muito tarde, no dia anterior. Senão... 7 e pouco, eu estou lá! Ela levanta, eu levanto.

E na casa do Nono ele tem uma tradição: ele acorda mais cedo do que todo mundo, faz o café e leva um copinho de café lá no quarto, para a minha Vó. Todo dia! Todo dia, mesmo!

A mãmi, de vez em quando, quando estamos por lá e ela acorda mais cedo do que o Nono, vai pra cozinha e faz o café. E eu ficava assistindo (porque mexer no fogão, ela não deixa não!!!).

Mas, uns domingos atrás, eu tive uma ideia:

"- Mãmi, você vai fazer o café do Nono?"
"- Sim filhote."
"- Quero fazer com você. Você me explica como se faz café?"
"- Explico, Guigo. Mas, você não pode mexer no fogão... é perigoso..."
"- Não quero mexer no fogão, mãmi. Quero saber fazer o café do Nono. Peraí que eu vou buscar um papel!!" e saí correndo.

Voltei de pedacinho de papel e lápis, na mão, sentei na banqueta e mandei:

"- Mãmi, e aí? Do que a gente vai precisar?"

A partir de então, se a gente dorme no Nono, somos nós dois (eu e a mãmi) que fazemos o café, de manhã. E eu sempre tenho que anotar tudo, de novo, porque alguém tira meu papel / receita da geladeira e joga fora!!! Poxa... Que falta de consideração com um menininho...

OBS: mãmi dita, eu escrevo, ela separa as coisas, eu coloco a água na chaleira e o pó no coador, ela "passa" o café e eu leve DOIS copinhos pro quarto do Nono, na mão, mesmo. Só levo na bandeija, quando resolvo transportar TRÊS copos: um do Nono, um da vovó e um meu, que vou ficar por lá, na cama deles, assistindo ao Discovery Kids. ;)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

E a festa do Dia dos Pais foi assim... (Diário do Guigo)


Gente, chegou o grande dia: sexta-feira, apresentação do Dia dos Pais (da mãe e dos avôs, no nosso caso), na escolinha.

17:30hs, tinha que estar todo mundo lá, para tentar arrumar um lugarzinho bom no ginásio da escola, para ver nossas carinhas direitinho. A mãmi, que não é boba nem nada, chegou às 17:15hs. Foi à pé, do Tribunal (porque já sabia que iria ser o caos para estacionar). Imaginem a quantidade de carros dos pais de todas as crianças do berçário ao 5o ano que viriam para nos assistir????

Mãmi chegou cedo, entrou rapidinho e escolheu um lugar, lá pela 5a ou 6a fila. Normalmente, ela ficaria na 1a, no meio da turma do gargarejo! Mas, hoje, ela achou melhor ficar um pouquinho pra trás (daria pra disfarçar, se ela começasse a chorar).

O vovô Nono não poderia ir, pois a nossa tia tinha sido operada na mesma tarde. (OBS: não se preocupem! Está tuuuuuudoooo bem com ela). O vovô Almanir viria, de São Carlos, então a mãmi guardou um lugar pra ele.

Ela escolheu um lugarzinho ao lado de outra mãe, sentindo-se aliviada por não ser a única mãe no local. "Claro que deveriam ter outras mães/pais por ali. Separadas, divorciadas, esposas de workaholics.", pensava a mãmi, torcendo para não ser a única. Quando viu uma moça, na 5a ou 6a fila, tratou de se sentar ao lado dela, para garantir.

5 segundos DEPOIS, chega o marido daquela senhorita, senta-se ao lado dela, faz mil carinhos e ficam os dois lá, de mãos dadas, olhando para o palco (vazio, ainda). Então, ela puxa papo com a mãmi dizendo que era a 1a apresentação do 1o filho deles, que o menininho se chamava X, que estava na classe Y, que era o orgulho do pai Z, que isso, que aquilo. Falava e falava. Vendo o lugar vago ao lado da mãmi, é claro que ela achava que o pápa iria chegar a qualquer momento. A mãmi teve que responder, educadamente, que estava esperando por seu sogro. Sem detalhes. Pobre mãmi...

A diretora pegou o microfone, fez os anúncios de praxe e, mais rápida do que um relâmpago, a mãmi ficou em pé e saiu do lado daquela mãe (linda, feliz, orgulhosa, apaixonada pelo filho... e pelo marido! Era demais pra mãmi). Ela ficou encostadinha na parede, câmera a postos, pronta pra nossa grande apresentação.

Entramos. Eu a achei, dei uma piscadinha, sorri e acenei. Todo serelepe (o que é muito incomum). A Nina achou a mãmi logo depois. Deu uma piscadinha, sorriu e acenou. E perguntou, bem teatral, mexendo os lábios: "-ca-dê-o-vo-vô-?". Mãmi respondeu: "-e-le-já-che-ga" e mostrou a palma da mão, pra Nina entender que tinha que esperar um pouquinho.

A Nina olha, olha, olha, procura naquele ginásio cheio, olha pra mãmi e pergunta: "-ca-dê-o-vo-vô-?" e já perde o sorriso. A mãmi, que não parava de pensar "CADÊ O VOVÔ???", sorriu e fez todos os gestos de novo. Ela sabia que o Nono não poderia ir, mas aguardava o vovô ALmanir. Já tinha ligado, mandado mensagem com endereço, tudo. Mas, o vovô não estava acostumado a ir para nossa cidade...

Na 4a vez que a Nina perguntou, a mãmi fez uma coisa horrorosa: mentiu! Disse: "-e-le-es-tá-lá-no-fun-do-!", onde ela esperava que ele chegasse a qualquer momento. A Nina procurou, procurou, não encontrou (claro!...), mas achou que o problema era com ela, mesma, já que o ginásio estava lotado e ELA poderia não estar vendo. Deu certo. Ela sossegou.

Nós cantamos uma música bem linda, que a mãmi filmou INTEIRINHA!!! Até para mostrar para os avôs, que não ouviram o original... Eu gesticulava e apontava para a mãmi, toda vez que a música falava "você", "com você", "só você" e coisas do tipo. Não disse que ELA seria o meu pai? A Nina cantava, sorria e apontava pra mãmi também (já que ela ainda não tinha encontrado o vovô "por problemas dela mesma"). Foi lindo, lindo, lindo!!!

Acabou a música. Pânico na mamãe!!!!! "E se as crianças forem descer do palco agora para abraçar os pais???? Cadê o vovô????? Será que vou aguentar????". Mas, a diretora fez o anúncio do século (para a mãmi): "-agora, os menores vão para as suas salas, enquanto os maiores se apresentam, e DEPOIS os pais poderão ir nas classes, pois temos uma atividade preparada para fazer com vocês!". Salva pelo gongo (ou pelo microfone da diretora)!!!!!


Na terceira e última turminha a se apresentar, o vovô chegou. Tinha ficado perdido na entrada da cidade + não tinha encontrado lugar pra estacionar. Mãmi, que vacilo!!!! Deveria ter dado sua dica para o vovô!!!!! Desculpe, vovô! Na próxima, minha mãe acerta...

Mas, graças a TUDO, na hora de nos dividirmos nas classes, o vovô estava lá. A mãmi o levou até a classe da Nina e ele ficou lá com ela, enquanto a mãmi descia correndo as escadas para entrar (no meio) da gincana da minha classe. 14 alunos. 13 pais + minha mãmi. Era uma corrida para encher uma garrafa pet com água colorida, usando uma canequinha. O time (vermelho ou verde) que enchesse a garrrafa primeiro, ganhava.

Quando a mãmi chegou, o líquido já estava no meio da garrafa e nós fomos lááááá pro final da fila (afinal, eu estava sem par, então, estava lá atrás). Em um minutinho... priiiiiiii! A equipe verde ganhou!!!! E a gente era do vermelho... Então, a professora disse que teria uma segunda rodada, pois algumas crianças ainda não tinham ido. Nós dentre elas! Preparar, apontar, vai! Enche garrafinha, enche garrafinha, mãmi puxou um grito de guerra com meus amigos, a outra turma respondeu, e chegava a nossa vez! "-Vai Guilherme!!!" Saio correndo, encho a canequinha, e ao som de "vermeeeeeeeelhooooo, vermeeeeeeelhooooo" quase completo da danada. Volto andando (tranquilamente!), entrego a canequinha pra mãmi, que cata, sai correndo, enche até a boca e, super concentrada, joga água colorida na garrafa.... o outro time estava quase ganhando de novo.... mas o pai do lado de lá era menos prendado do que a minha mãe (homens, báh!) e "-Yes! O time vermelho venceu!!!!!".



A mãmi reinava, feliz, braços pro ar, canequinha na mão, sorrindo pra mim, dizendo "-Ganhamos, filho!", sem se importar com o líquido vermelho (de anelina!!!!!) que ia em direção da sua camisa branquinha, branquinha.

A professora resolve fazer uma segunda rodada. Terceira, na verdade. Mas, ela chamou de segunda e... ops! A equipe verde venceu, de novo. Então, os pais que estavam na parte de trás, que não tinham ido duas vezes com seus filhotes encher a preciosa e disputada garrafa pet, pedem para ter uma chance de jogar, de novo, como os pais que ficaram na frente. A professora acha justo (ERA justo!). E... lá vamos nós! Um amigo e seu pai furam a fila e entram na nossa frente. Poxa... será que não ia chegar na nossa vez, agora?...

Mas, eis que, chega a minha vez e a garrafa está quase cheia, de novo! Saio correndo. Eu e a menina do outro time. Concentro, concentro. A mãmi disse "devagar, para não jogar muita água pro chão". Eu obedeci. A mãmi na maior torcida pra que eu completasse a garrafa, mas não deu. Quando ela percebeu que não ia dar e que o pai do outro time já tinha ido, ela saiu correndo e chegou no balde um segundo depois que eu tinha saído. Nem voltei pro meu lugar, fiquei ali, do lado do balde, torcendo "vai, mãe, vai, mãe". E ela... CONSEGUIU, DE NOVO!!!!!!!

Subimos na classe da Nina, bem felizes, para buscá-la com o vovô, afinal, tinhamos ganho a competição. Duas vezes!!!! Na verdade, todo mundo tinha ganho a competição duas vezes (apesar dos pais do outro time não darem moleza, não! Esse povo leva tudo a sério!). E todo mundo estava feliz!



Pegamos a Nina com o vovô, recebemos vááários elogios da nossa pitucha feitos pela professora dela (tia Fabíola, queridíssima), a mãmi ganhou um abraço especial ("-você é uma mulher de muita coragem! Parabéns!"), ouviu algumas histórias que a Nina contou na classe dela, pegamos a vovó Mirtes e a tia Melina (que estavam esperando por nós há uma hora! Tadinhas!) e fomos pra Jaú, contar nosso primeiro dia dos pais pro vovô Nono. Afinal, tinha faltado ele na nossa comemoração, certo?

Bjos e bençãos

Guigo + Nina + mãmi

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Meu primeiro "Dia dos Pais", na escolinha... (Diário da Mirys)

Pois é... já estamos em agosto...

Foi inevitável e chegamos às comemorações de "Dia dos Pais" na escola nova.

As crianças estão lá, fazendo presentinhos, cartinhas e ensaiando uma apresentação. E eu recebi DOIS bilhetes (por falta de um, que é pra ficar beeeeeem claro que nós estamos em época de comemorar os pais!) dizendo que cada criança poderia levar o pai na escola pra ver a tal apresentação (ensaiada exaustivamente nesta semana) e receber as lembranças.

No nosso caso, disseram que poderia ir um vó, um tio ou "na falta da presença masculina" poderia ir a mãe, mesmo. Tinham que deixar tão claro assim????

Como sei que não é pessoal, tentei relevar. E comecei a conversar com as crianças, na maior "empolgação" (tô ficando boa nisso!): "-e aí, pessoal, quem a gente vai chamar pra ir na escola??? Vai ser tão legal!" E eles, com a cabeça cheia de espuma de shampoo, bem sorridentes, me deram respostas bem diferentes.

A Nina soltou um: "-mãmi, já que você me disse que me empresta seu pai, então, agora ele é meu pai, e eu vou chamar o vovô Nono. E o vovô Almanir!!!", concluiu gritandinho.

Já o Guigo foi diferente. Toda vez que encontramos algo do Fer ele diz (na maior naturalidade, com uma cara séria de quem tá falando sério): "-mãmi, já que o papai morreu, agora o video-game dele pode ficar pra mim, né? Eu vou ser o responsável." "-mãmi, já que o papai morreu, agora a bicicleta dele pode ficar pra mim, né?" "-mãmi, já que o papais morreu, o MP3 dele pode ficar pra mim, né?". Ele fala isso pra tudo que tenha interesse em ficar. E fala com uma carinha beeeem séria e decidida, que é pra eu não poder contrariar. E, como geralmente a Nina não se interessa pelas mesmas coisas que ele, eu respondo: "-tudo bem, filho. Tal coisa pode ficar pra você. Agora, você é o responsável por ela."

Então, na hora do banho de quarta, ele me disse: "-mãmi, agora que o papai morreu, a gente que era dele pode ficar pra você, né? Então, eu vou entregar o meu presente pra você." E começou a combinar com a Helena qual seria o meu novo nome ("pãe", "mai", "pamãe"???), decidindo em conjunto por me chamarem de "pai-e-mãe" mesmo.

Por isso, aqui estou eu: acordei cedíssimo, tomei banho, lavei os cabelos, passei todos os cremes do mundo, fiz escova, chapinha, vesti uma roupa bonita, passei maquiagem (!!!!!?????), escolhi o maior salto do guarda-roupas, coloquei meu colar com a inicial dele (que nunca mais usei) e, me sentindo um pouco menos... abandonada... minúscula... sei lá... vim trabalhar.

O dia vai ser difícil...
Mas ainda tenho todo o final de semana pela frente...

Bjos e bençãos. Mirys

sábado, 27 de maio de 2006

Maio/06 - Vovozado (Diário do Guigo)

Hello people!!!

Como vocês puderam perceber, mamis anda a todo vapor (com a facul + o escritório + eu + papis + baby + minhas tias e tios + visitas que ela não consegue deixar de fazer +.....). Por isso, sem qualquer desculpa, sumimos!!!

Mas, estamos bem, não se preocupem!!! Agradecemos a todas as mensagens que foram enviadas sobre o nosso desaparecimento e pedimos um zilhão de desculpas para aqueles que não receberam uma resposta direta nossa (a mamis odeia não responder... é que não deu, mesmo).

Andamos tão atribulados que até saímos nos jornais da cidade!!!!! Já nasci chique!!!! Coisas do meu vôvis "Nono" (é o vô Getulio, que eu insisto em achar que o nome dele é nono)... Num belo sábado de sol, ele liga para o papis e faz uma oferta irrecusável: comida excelente, na faixa, numa fazenda antiga, só para alguns ocupantes do "Olimpo" ... e seus agregados. Resultado: fomos como os tais agregados.

Como sempre, eu dei minha "reinada" básica, no local: falei "oi" para todo mundo, perguntei se estava "tuto bom?", mexi com as meninas (coitada da minha mamis... comecei cedo....), comi muita cebola (não sei porque os adultos insistem em se impressionar com uma criança comedora de cebolas cruas!), fiz pose para câmeras e outras coisinhas mais. E o vovô nono lá... todo alegrão... babando.... me dando um sorvete atrás do outro (tomei 3 picolés so-zi-nho!!!). Aí, fomos parar nos jornais!!!

Teve uma foto minha, comportado, da mamãe e do papai, com nossos nomes embaixo. E teve outra foto minha "engolindo" um sorvete, com o vovô todo sorridente (e com a mão melecada...). Muito mais realista, esta segunda foto! Embaixo estava escrito: "JG Segalla exerce alegremente o vovozado!". PS: alguém sabe o que é vovozado???

Amanhã (juro!!!!) mandaremos fotos comprovando a façanha. E contaremos nossa última viagem para São Paulo!! Ah! E nossas últimas viagens para Bauru, onde revimos muitos amigos!! Ah!! E minhas últimas palavras!!! Ah!!! E as últimas notícias do nosso baby!!! Ah!!....

Ixi... acho que amanhã teremos que mandar uns 30 e-mails para atualizar todos vocês....

Bjos e bençãos

Guigo + mamis + papis + baby acoplado

domingo, 29 de agosto de 2004

1o final de semana interiorano! (Diário do Guigo)

Olá pessoal!

Sei que estamos atrasados com as minhas notícias (de novo!), mas a mamis anda fazendo várias coisas, aqui no interior, e o tempo está meio curto. Mas, vamos lá!

Meu primeiro final de semana em Jaú foi sensacional: conheci muitas pessoas novas, fiquei brincando só de fralda váááárias vezes, conversei com o meu avô, fui na igreja e muito mais! Meu papis foi para São Paulo, num casamento, com a vó Ondina e o tio Gú. Mas, no domingo, todos vieram para Jaú, para irmos ao culto, juntos. Mas, vamos começar pelo começo...

No sábado, a tia-avó Marta apareceu por aqui, com as tias-primas Marilia e Marcinha. A Marilia precisou ir embora, mas a tia Marta e a Márcia ficaram me paparicando durante toooodo o final de semana. E vocês não sabem o presente in-crí-vel que eu ganhei: uma sunga!!! Dá para acreditar??? Quando a tia Marcinha disse para a mamis que o seu presente seria o 1º daquele tipo, a mamis duvidou (afinal, já ganhei tanta coisa diferente e divertida!), mas qual não foi o susto quando ela viu uma sunga!!!! Agora, já posso aproveitar um sábado de sol, na piscina, com o meu pai e o meu avô (porque a minha mamis diz que a “tradição familiar” é os pais passarem os sábados, na piscina, com os pequenos – pelo menos, era assim que o meu avô fazia).

No domingo, pela manhã, a mamis pensou em ir à escola dominical, mas não deu certo porque eu dormi, dormi, dormi.... Aliás, minha mãe acha que eu serei um menino muito obediente porque, na minha última consulta, a tia Maris disse que, a partir de agora, eu teria que dormir, pelo menos, umas 06hs direto por noite (geralmente, acordo de 04hs em 04hs). Minha mamis disse que, enquanto ela estivesse na vóvis, com um ritmo de vida totalmente diferente da nossa rotina normal, ela não iria me “forçar” a dormir regradinho. Mas, vocês sabem que eu ouvi o que a tia Maris disse e, desde o dia seguinte da consulta, eu estou dormindo 09hs por noite????

No domingo, à noite, nós fomos ao culto da IPJ e eu virei a sensação da galera (“tem carne nova no pedaço”): todo mundo queria me pegar, me apertar, me beijar. Quase deixaram meu papis louco!!! Isso porque a mamis não se importa com o assédio, mas meu papis (devo confessar...) está com um pouco de ciúmes de mim! Não é lindo??? (In)felizmente, conheci tanta gente no domingo, que não vai ser possível nominar todas as pessoas agora. Então, mando um beijo geral, para todos vocês!!!

Ah! Quase eu me esqueço de contar para vocês que eu conheci uma pessoa muito especial para a mamis, na última quinta-feira: a tia-avó Haydé, mãe da minha tia Pri (tia, minha mamis está com saudades!!!). Ainda bem que eu me lembrei, agora. Antes tarde do que nunca, né?


Outra coisa importante é que eu continuo falante, falante. Meu papis até já me chamou de grilinho falante, de tantos “ah-ôh”s que eu solto, durante minhas horas acordado. E o meu vôvis gostou tanto desta idéia de conversar comigo que, quando ele chega e eu falo “a – ô”, ele diz para todo mundo que, na verdade, eu estou falando “avô”, mas ainda não sei falar as consoantes. Será??? Pelo sim, pelo não, vou deixá-lo pensando assim para sempre e ele vai gostar mais ainda de ficar comigo!!! Espertinho, não?

Bjos no coração de vocês (como dizia a tia Gisa – que saudades!)

Beibo Gui, mamis e papis