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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Presente pro papai - CUPONS (Diário do Guigo)

Uhu!!! O dia dos pais chegou, mais uma vez! E, como a mamãe diz, os melhores presentes são aqueles feitos COM AS NOSSAS PRÓPRIAS MÃOS (bilhetinhos, recadinhos, cartas, cartões inclusos).

Então, nós preparamos algo bem legal pra você presentear seu pai: um carnê de "vales"! A gente escreve os "vales" com coisas que combinavam com a nossa vida, a nossa rotina. Mas, se na sua casa for diferente... a gente preparou alguns "em branco", também, pra você poder presentear o seu pai com o que ELE goste (ida ao restaurante, pescaria, um dia de kart). Porque, afinal, os pais são diferentes, né? Mas todos são INCRÍVEIS!!!

Imprima os cupons abaixo, corte, grampeie todos juntos e entregue pro seu pai, no domingo! Não se esqueça de assinar, tá?







Gostou? Compartilhe!!! E ajude mais gente a prestigiar o pai bacana que tem!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BC Musical - a minha letra!!! (Diário da Mirys)



Posso confessar: a-do-ro minha inicial!!! Por muuuuuitas razões. Vou contar uma história real e rápida.

Era uma vez um menino lindo chamado Miguel, que conheceu uma menina linda chamada Margarida (bibi Flor, pra nós). Eles se casaram, tiveram 10 filhos e viveram felizes pra sempre! Detalhe: todos os filhos tinham nomes começados por M (de Miguel e de Margarida). Um dia, a filha deles #5, chamada Mirtes, uma menina linda, conheceu um menino lindo chamado... José Getulio! Nada a ver com o "M" da família...

Nessa altura do campeonato, alguns irmãos da menina Mirtes já tinham se casado e tido filhos. E os sobrinhos tinham nomes começados por "M"!

Só que, na família do José Getulio, havia uma outra tradição: a sua mãe, Maria (olha o "M" aí, gente), tinha se casado com o José Antônio e tido quatro filhos, todos homens. José Roberto, José Getulio, José Haroldo e José Cláudio. Como conciliar as tradições familiares????

Quando a menina Mirtes e o menino JG tiveram seu primeiro filhote era, na verdade, uma filhota (eu!!!!). E eles tornaram a matemática que parecia impossível ("M" + "José" no 1o nome + uma menina) em algo fantástico: numa nova tradição! Eles perceberam que "Antônio", assim como "Roberto", "Getulio", "Haroldo" e "Cláudio" tinham 7 letras... e que todos os sobrenomes do menino e da menina tinham 7 letras... e decidiram que fariam homenagem à uma família com o "M" e à outra família com as 7 letras! Daí, viemos todos nós:

Miriane
Marilia
Matheus
Maiyara
Martina
Myrthes
Marjory
Mayanne
Melanie
Murillo

10 filhos. Todos com "M". Todos com 7 letras. Todos com taaaanta coisa e tanta história em comum. Todos tão diferentes!
Porque a letra "M" é assim: eclética! E "M", na música (que também começa com "m"), também existe pra todos os gostos! Pra quem quer ser romântico, pra quem quer dançar, pra quem é jovem, pra quem é mais maduro, pra quem gosta de português, pra quem se entende com inglês... escolha a sua e divirta-se!!!

My girl (Smokey Robinson)
My way (Frank Sinatra)
Monte castelo (Legião Urbana)
Meu erro (Paralamas do Sucesso)
My immortal (Evanescence)
Metade (Oswaldo Montenegro)
Me abraça (Ivete Sangalo)
My all (Mariah Carey)
Mania de você (Rita Lee)
Moves like Jagger (Marron 5)
My way (Elvis Presley - se você preferir a voz dele)
Minha vida (Rita Lee - adaptando The Beatles)
My happy ending (Avril Lavigne)
More than words (Extreme - uma das minhas preferidas. Sempre!)
Melhor metade (Jorge e Mateus)


Quer mais músicas começadas pela inicial? Na blogagem coletiva, lá no Moça de Familia, tem!



PS: na verdade, a última música se chama "Duas Metades", mas eu sempre chamo de "Melhor Metade". Eu sei... eu sei... eu sei que é sertaneja e que existe um certo preconceito com o gênero. Mas, FOCA! Presta atenção na letra! É linda!!! H, essa é pra você - minha melhor metade (3 Ms pra você).

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Figura Paterna (Diário da Mirys)



Eu sempre tive uma ótima relação com o meu pai. Brigamos muito, quando eu era adolescente (óbvio, não?), mas, regra geral, sempre nos demos bem. E algumas das minhas melhores lembranças da vida incluem ele: os sábados que passávamos na piscina do clube a taaaarde toda (para que a minha mãe pudesse descansar do trabalho no banco + 5 / 6 / 7 filhos), as músicas criadas por ele, as estorinhas inventadas com personagens da minha família (ele, quase toda noite, deitava no chão do nosso quarto, no meio das camas, estendia as mãos para as mais novas segurarem e... lá vinha estória!). Me lembro dele dirigindo pra Campinas, para que eu prestasse vestibular. Me lembro dele fazendo faculdade de direito comigo (ele é médico!) porque, pra me incentivar, ele estudou, prestou e passou no vestibular comigo. Acho o máximo quando ele diz que "nasceu pra ser avô" e é o melhor avô que eu poderia querer para os meus filhos!

Ele (assim como a minha mãe. Mas é dia de falar nos pais!) sempre esteve por ali. Pra me ajudar, pra me incentivar, pra me dar broncas, pra me instruir, pra me corrigir. E eu nunca pensei "e se ele não estivesse?". Como se diz em inglês, "I took for granted" (eu pressupus / eu aceitei como certo) que ele sempre estaria ali. E nunca prestei muita atenção nos efeitos da figura paterna na vida de uma pessoa... até que meus filhos perderam o pai deles.

Na noite do acidente, no velório, nas semanas seguintes, a dor era tanta, que eu só pensava em respirar, levantar, fazer o meu melhor, comer (se eu me lembrasse) e voltar a dormir. Era, literalmente, um dia de cada vez. Como as crianças eram muito novas (5 e 3 anos), elas não tinham uma dimensão exata do que tinham perdido... e nem eu. Elas não falavam nisso e eu não pensava nisso.

Até um dia em que eu deixei os dois na escola e estava dirigindo pro trabalho, quando tive um pensamento: "e quem vai levar a Helena pro altar, quando ela se casar?". Ridículo, eu sei. Eu estava pensando num futuro muito, muito distante, que talvez nem acontecesse. Eu sei. Ela poderia nunca querer se casar. Se quisesse, meu pai poderia leva-la ou eu mesma. Eu sei. Mas, na hora, eu não raciocinei. Eu nem respirei. O choro veio como avalanche e eu só tive tempo de encostar o carro... e fiquei ali chorando, com o motor ligado, até perder as forças.

Muita gente me disse que EU mesma poderia fazer esse papel. Até poderia... esse e alguns outros. Como jogar video-game com o Guigo. Mas como ele mesmo disse, com a sabedoria dos seus 5 anos, "mamãe, você não sabe fazer isso direito. Não é coisa de meninas." E ele tinha razão! Eu até PODERIA fazer tudo e (tentar) substituir a figura paterna na vida deles. Mas... mãe é mãe e pai é pai, né? Têm importâncias diferentes, experiências diferentes à transmitir, conhecimentos diferentes. Imaginem um homem explicando para uma pré-adolescente como funciona a menstruação ou como colocar um absorvente... ele até poderia, mas seria muito mais simples e sensato, e com uma experiência de vida muito melhor, se a mãe fizesse isso! Melhor pra todo mundo: pro pai, pra mãe e pra menina.

Pois é... o inverso também acontece. Não acho que mulheres são inferiores (ou superiores) aos homens. Só acho que são diferentes! Podemos fazer de tudo nessa vida, mas seremos melhores em algumas coisas e piores em outras.

Chamem-me de antiquada, mas eu acho que ter uma figura paterna por perto é muito importante para o desenvolvimento de um ser humano. Alguém que ensine o menino a jogar futebol ou outro esporte qualquer, que oriente como trocar um pneu de carro, que instrua na arte de churrasquear, que converse sobre as dúvidas da adolescencia, que entenda o que ele sente quando se apaixonar pela primeira vez pela amiga da escola (sim... porque até nisso eu acho que homens e mulheres são diferentes). Alguém que curta, de verdade, ouvir rock pesado ou assistir uma corrida de fórmula 1 / indi / truck. Alguém que tenha gostos e preferências de... bem... de menino!

Porém, quando eu me apaixonei pelo H, eu nem me lembrei de nada disso! Claro que queria alguém que amasse e respeitasse as crianças, mas eu o queria na minha vida POR MIM. Porque eu estava apaixonada! Simples assim.

Só que eu vejo que ele veio com esse "plus" na lista de virtudes dele. Ele é pai. Ele é pai para todos os 4 pequenos da nossa família. Do jeito dele, no ritmo dele, com o temperamento dele, ele é a figura paterna que os 4 têm. Tão diferente de mim... e QUE BOM que seja assim! Ele instrui diferente de mim, ele dá broncas diferentes das minhas, ele faz agrados diferentes dos meus. Ele prometeu ser o responsável por ensina-los a dirigir (afinal, ele é o piloto da família!) e eles esperam ansiosos por isso! Ele joga os mais novos pro alto e ensina saltos para a mais velha, na piscina (eu jamais poderia... não tenho força pra isso). Ele me enche de agrados e carinhos e ensina os pequenos como as mulheres devem ser tratadas. Ele desafia os mais velhos num jogo de tabuleiro, de uma forma tão competitiva que uma mãe não seria capaz (a maioria, pelo menos...), e os ensina a terem atitude. Ele abraça e beija as meninas, dança com elas pela sala toda, presenteia com flores em ocasiões especiais - coisas que seriam recebidas diferentemente se viessem de mim (e eu nem teria força nos braços, mais, pra dançar com ninguém no colo).

Hoje eu vejo que essa figura paterna é importante DEMAIS na vida de todos eles. E na minha também! Porque ele me derrete quando eu flagro um abraço no caçula, na piscina, uma conversa "de meninos" com o Guigo, um beijo estalado na mais velha ou uma dança com gargalhadas da Nina. Em todos esse momentos, ele não está só criando laços com as crianças, mas comigo também. E eu vejo que acertei muito na minha escolha (mesmo que ela tenha sido, num primeiro momento, "egoísta").

E você, deu a mesma sorte? Seu marido é o pai que você esperava que ele fosse? Quais coisas ele faz para os seus filhos que você admire ou julgue importantes? E vocês, meninos, conseguem ver a importância do seu papel?

sábado, 27 de outubro de 2012

Dica de fotografia #20 e Desafio CrazyJoy! (Diário da Mirys)

Duas leitoras queridas (beijos Ana Vi e Nana!) me lembraram dos posts "Dicas de Fotografia", aqui do Diário. Faz um tempão que eu não consigo colocar as dicas pra vocês (que aconteciam todas as sextas-feiras, lembram?), pra inspirar quem quiser se arriscar a exercitar o olhar, no final de semana... desculpem!

Então, pra quem quiser relembrar, as dicas, até agora, foram essas:
1a dica - pense na foto,
2a dica - regra dos terços,
3a dica - emoldure,
4a dica - dirija o olhar,
5a dica - linhas convergentes,
6a dica - esqueça o flash,
7a dica - fotografando pessoas,
8a dica - fotografando animais,
9a dica - fotografia de casamento I,
10a dica - fotografia de casamento II,
11a dica - crie imagens com palavras,
12a dica - férias na praia
13a dica - férias na cidade.
14a dica - no quintal de casa.
15a dica - cores!
16a dica - use acessórios.
17a dica - fotografando crianças.
18a dica - ligeiramente grávidos...
19a dica - detalhes nada pequenos.

A minha vida, atualmente, está girando em torno de crianças e bebês!!! Muitos sobrinhos chegando, people!!! Estou em êxtase!!! Além de sobrinhos fofíssimos que já chegaram e estão por aqui, alegrando meus dias! Assim, como eu já fiz um "Dicas de Fotografias" com o tema GRÁVIDAS, achei melhor, hoje, trazer a FOTOGRAFIA DE BEBÊS!!!

Hoje, estou na maior correria e não vou conseguir comentar muito as fotos, mas acho que, pelas imagens já vai dar pra vocês perceberem o que podem fazer, né? Não se esqueçam de buscar um fundo neutro, de pedir para os pais usarem roupas "lisas" (sem muitas estampas), de deixar a fonte de luz (janela, porta, lâmpada) atrás de você para iluminar os olhos, e focar bem os detalhes! Afinal, quem resiste a um pezinho tamanho PP, né?

E aí, tem um bebê por perto pra você participar do Desafio CrazyJoy (louca alegria) dessa semana? O desafio é fazer uma foto de bebê / grávida, usando as inspirações daqui. Vamos nessa?

Bjos e bençãos.
Mirys

PS: e pra quem ainda está esperando, encontrei mais essas duas imagens inspiradoras, que não tinha postado antes. Então, ficam aqui, pra, quem sabe, animar alguém!!!




sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dica de fotografia 18 e Desafio Fotográfico CrazyJoy (Diário da Mirys)

E-la-iá! Mais uma semana acabou!!!! E, toda sexta-feira (quando eu consigo...sorry!) tem o que, aqui no Diário??? DICAS DE FOTOGRAFIA!!!!

Hoje o tema vai ser extremamente pessoal, tá? Quem aí vai virar TIA?????? Levanta a mão comigo!!!! Ou quem vai virar mãe (ou pai), madrinha (ou padrinho), tia (ou tio) de coração... quem tem amiga que vai ganhar bebê, quem conhece UMA gravidinha liiiinda esperando por um clique especial???? Eu conheço! Então, a dica hoje vai ser:

DICA DE FOTOGRAFIA # 18 = LIGEIRAMENTE (OU MUITO) GRÁVIDA!

Você anda cansada de ver aquelas mesmas fotos que tooooda grávida tira? Mão na barriga, dentro do estúdio ou numa locação (lugar) legal, lacinho de fita vermelho (ou rosa) se for menina, segurando um carrinho se for menino? Pois então... saiba que TODA GRÁVIDA gosta desse tipo de foto, tá? Então, capriche e faça umas "fotos básicas" tipo essas...


Olha o que você pode conseguir se fizer a mesma foto que todo mundo faz (o famoso coração de mãos na frente da barriga), mas com um ângulo diferente! Imagina essa barriga iluminada por uma vela? Então, faça o básico, mas com um toque todo seu!


Toda grávida se sente gorda, desproporcional, diferente, principalmente em algum dia do final da gravidez (quando você vai fazer a sua foto, provavelmente). Fato. Toda grávida quer se sentir linda, delicada, linda, estonteante, linda, terna, linda, perfeita, linda, maternal, linda.... enfim... LINDA! Fato!!! Então, capriche! Ás vezes, é preciso lançar mão de maquiagem (tipo pó compacto ou base) na barriga, pra esconder certas bolinhas, espinhas, estrias que aparecem. Se você der sorte e a sua barriga não tiver nenhuma marquinha: óleo nela! Porque brilha, fica luminoso, fica lindo!


Agora que você já fez as fotos "básicas", vamos criar algo diferente, que tenha a ver com a personalidade da grávida! Ela é mais calminha, mais natureba? Arrume um lugar com muitas árvores para fazer a sessão de fotos! Ela é mais brincalhona? Que tal leva-la para um parquinho de crianças?! Ela é dorminhoca? Explore uma cama beeeem linda, com lençóis clarinhos. Ela é fashion? Bem... acho que você já entendeu, né?


Lembre-se: o pai também quer sair na foto!!! Até porque ele tem direito à metade do que você está fotografando (rsrsrsrsrs). Mas, falando sério: gravidez tem tudo a ver com amor, relacionamento, romance, casal, sentimentos, momento lindo de vida, etc e tal. Então, isso tem que aparecer nas suas fotos! PS: o pai não precisa a-pa-re-cer na imagem (muitos nem gostam), mas dá pra dar uma ideia de que ele está ali - uma sombra, as mãos ou mesmo a mãe usando as roupas do pai! #ficaadica!



Não bobeie com os detalhes! O casal preparou o quarto com muito amor, comprou roupinhas, sapatinhos, bonecos, almofadas, lembrancinhas da maternidade... Dê um jeito de incluir esses elementos nas suas fotos, ok?


Essa não é a primeira gravidez da sua irmã / cunhada / tia / amiga / sobrinha? Então, chama a familia toda pra sessão de fotos! Os irmãos podem e devem sair nas fotos, também! Afinal, eles fazem parte da história daquela criança que vai nascer!


O "grand finalle" vai ser você apresentar algo inusitado, inesperado, algo que será único para aquela grávida! Um ângulo diferente (a-do-ro essa foto do abraço dos pais, onde não se vê os rostos!), um enquadramento surpreendente, uma silhueta....


Gostou? Espero que sim! E a palavra do desafio CrazyJoy de fotografia, desta semana, adivinhem o que vai ser???? "GRAVIDEZ". Para participar do desafio é fácil: basta fazer uma foto que traduza a palavra escolhida em uma imagem e mandá-la pra nós! Pode publicar no seu blog e deixar o link aqui, pode me mandar no face (Diario dos Tres Mosqueteiros), pode mandar no nosso e-mail (miriane.segalla@gmail.com). Só deixe avisado nos comentários que está participando, ok?


Bjos e bençãos.
Ótimo final de semana e ótimos cliques!
Mirys
As fotos que são nossas estão marcadas com o nosso blog. As que não são nossas, vieram daqui: Digital Photography