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sexta-feira, 1 de março de 2013

MAMARAZZI WEEK - fev / 2013 (quinta)

Uma das melhores horas dos meus dias...
Criando conexões...
Estimulando a criatividade e a imaginação...



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A fada dos dentes (Diário da Nina)

Era uma vez uma menininha que acreditava em estórias de princesas, em animaizinhos falantes, em papai noel, em viver feliz pra sempre. E em fadinhas! Claro!



E, um dia, um dentinho de leite dessa menininha caiu.


Um amiguinho da escola disse que o dente dele também tinha caído. Ele tinha posto o dente de leite num potinho.



O amiguinho explicou que ela deveria colocar o potinho com o dente debaixo do travesseiro.



E assim ela fez.



Ele disse que, naquela noite, enquanto ela dormisse, algo mágico aconteceria!



A fada dos dentes viria buscar o dente que estava dentro do potinho e deixaria um dinheirinho pra menininha! No caso do amiguinho, a fada deixou R$ 100,00! Mas, a MãMi da menininha explicou pra ela que, ali, no bairro delas, as fadinhas deviam ser mais pobres e que nenhuma menininha de 6 anos precisava de R$ 100,00 pra viver...

E a MãMi explicou como nasciam e como caíam os dentes de leite. Porque eles eram importantes e porque os dentes que ficavam pra sempre também eram! E perguntou se a menininha não preferia levar o dentinho pra tia L, porque ela tinha pedido tanto por esse dente, para colocar num colar...

Mas a menininha preferiu deixar o dente no potinho, mesmo. E a fada dos dentes se encarregaria de levar pra tia L.

E, no dia seguinte, quando a mãe chegou do trabalho, a menininha correu e contou, alegre, a novidade: "Olha MãMi! Acho que você tinha razão! Eu não preciso mesmo de R$ 100,00 pra mim. A fadinha concordou com você. Veja isso!" E entregou o potinho para a mãe.



PS: e o irmão da menininha, que já perdeu vários dentes, já até orou por eles, mas nunca tinha nem conhecido a estória da fada, perguntou "MãMi, quantos dentes a gente tem na boca, mesmo?" "32, filhote" "Ah!... Uau... R$ 320,00... é muito dinheiro..." E saiu, pensativo.

PS da MãMi: Obrigada tios T e R, e à pequena Manoela, que colaboraram com grande parte desse imaginário infantil! E obrigada a tia L por ter tido tanto capricho em preparar os tais potinhos, para todas as crianças da festinha de 1 ano da Manoela! Adoro fazer parte desta família!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Lobo mau light! (Diário do Guigo)

(POST DE 2005 OU 2006, ESCRITO QUANDO EU TINHA 1 ANO E 1/2. MAS A MAMÃE CONTINUA A MESMA... E EU? EU FIQUEI, MESMO, LIGHT! RSRS)

É... em época de comida light, bebida light e até de político light, minha mãe descobriu que ela conta estórias lights, para mim. E eu A-DO-RO esstórias!!! Gosto de “ler” meus livros, de ouvir um CD de contos, de ouvir esstórias para dormir, de inventar estórias com pedrinhas (elas sempre dão um bom castelo, uma sobre a outra) ou com carrinhos ou com bichinhos. Aqui em casa, todo mundo “fala”, como se fosse em uma estorinha: os meus bichos de pelúcia, a minha coleção interminável (e amadíssima!) de carrinhos, o meu cadeirão, as panelas da mamis, os jogos do papis, tudo mesmo!

Com minha mania de estorinha, a mamis ficava inventando algumas o tempo todo. E, num desses momentos (mais precisamente, na minha primeira viagem sozinho com a mamis, aquela em que nós fomos para Mogi, com meus avós), quando a mamãe contava a estória da Chapeuzinho Vermelho, a vovó virou para o banco de trás do carro e falou para a mamis: “-Que estória é essa? Seu lobo mau é vegetariano? Preciso ouvir como você conta estas estórias para que ele não estranhe quando eu resolver contar uma do “jeito normal”....”

É que na Chapeuzinho Vermelho da mamãe, versão light, o lobo mau não mata ninguém. Nem come. Ele só quer saber da cesta de docinhos!!! Ah! E o caçador também não atira no lobo. Na verdade, até a vovó fazer essa pequena observação, o caçador da mamis não tinha nem arma!!! Era só ele aparecer e o lobo... vupt! Como dizia a mamis: “aí, o lobo, que morre de medo do caçador, vupt, saiu correndo”.

Quem estiver se perguntando: “e como vocês tiram a vovó de dentro da barriga do lobo, se o caçador não o mata?”, pode ficar tranquilo. Na versão light, o lobo não come a vovozinha, ela a joga dentro do guarda-roupa (“blam”) e fecha a porta (“plá”). Depois que o caçador entra na casa da vovó (e o lobo sai correndo), fica fácil encontrar a vovozinha... é só abrir o guarda-roupas!!!!

Acho que a mamis gosta de ver o lado bom (ou, pelo menos, “menos mau”) das coisas e das pessoas... e quer que eu seja assim também. Talvez, ela faça isso, mesmo inconscientemente! Afinal, para que ter medo de certos animais ou pessoas, se todas eles podem ser (pelo menos, na teoria) bons sujeitos????

Bjos e bençãos

Guigo + Helena + Caramelo + mamis + papis

PS: agora precisamos acabar esse diário e entrar na internet, pois eu já estou aqui do lado da mamis, pedindo há uns 10 minutos: “mamãe, eu quero um pouquinho de messenger!”. DURMA COM UM BARULHO DESSES!!!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Super Heróis (e Super Vilão)!!! (Diário da Nina)

Imaginem o maior calor de uma tarde de verão, em Salvador. Imaginaram??? Agora imaginem a cara da mãmi, quando meu primo pediu para ela deixá-lo vestir a fantasia do Homem-Aranha, pra gente poder brincar de super-heróis de verdade!!!!!

Afinal, herói que é herói não sente calor! Não sente frio! Não se incomoda com etiquetas de roupas, se elas "pinicam", se enroscam nas cadeiras, se estão grandes ou pequenas demais. Herói que é herói tem identidade secreta e se fantasia!!!! E lá foi meu primo de calça, blusa de manga comprida e máscara/touca do Spider! Chiquérrimo!!!

Nina: "- Mãmi, eu também quero!"
Mãmi: "- Mas, filhota... seu primo não tem outra fantasia pra você..."
Nina: "- Primo, posso usar essa capa? E esse microfone?"
Primo: "- Ãhmmm... pode!"
Nina: "- Pronto, mãmi! Coloca a capa em mim! Eu vou ser a Super Heroína... CANTORA!!!"

Armada com o meu microfone que ensurdece os bandidos e minha super lanterna que ilumina e aterroriza os bandidos (eu que disse tudo isso pra mamãe), lá fomos nós brincar de super-heróis, na sala.

Mas faltava o principal: um vilão! A mãmi não podia ser a "vilã da câmera fotográfica" porque a mãmi é SEMPRE do bem! A minha priminha estava dormindo. Sobrou o Guigo!

Nina: "- Guigooooooooo! Vem ser o vilããããããooooo!!!"
Guigo: "- Ah, Nina, eu não quero!"
Nina: "- Vem, Guigo, por favor, senão não tem brincadeira..." (carinha de cachorrinho que caiu do caminhão da mudança)
Guigo: "- Ah, Nina... eu não tô com paciência para colocar fantasia."

Então, meu primo deu um "iááá" no Guigo, fez uma cara de super-herói mesmo e disse: "- Vem de cueca, mesmo! Porque nós vamos acabar com você, vilão do mal!"

Guigo: "- Ah, não vão não!!! Iááááááá!" (pulando da cama, pra brincar de herói)
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sexta-feira, 2 de março de 2012

Histórias com finais felizes (Diário da Nina)

Estávamos, nós duas, assistindo “pocahontas”. A mãmi também fazia minhas unhas, enquanto o filme rolava. E chegou o final. E o príncipe é atingido e volta pra civilização, para ser tratado do ferimento de bala. E a heroína fica, em cima de uma montanha, olhando o barco do mocinho partir.

Mamãe: “- Ué... música? Mas esse não pode ser o final!...”

Nina: “- É sim, mãmi. É o final da história.”

Mamãe, com o pincel do esmalte parado no ar: “- Mas, não pode ser! Ele vai embora e ela fica? Acho que tem mais coisa, vamos esperar...”

Nina: “- Não, mãmi, esse é o final, mesmo. Nem todas as histórias tem finais felizes. Umas têm finais felizes. Outras têm finais tristes. As histórias são assim. Que nem (na vida)“de verdade”! Não sabia?”

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mafalda (Diário da Mirys)

Meus pequenos ainda estão na fase de serem loucos pela Mônica e sua turma! Tudo bem! Eu também sou fui apaixonada por eles, lendo historinhas onde quer que estivesse!

Mas, quando eles crescerem um pouquinho, eu pretendo apresentá-los a uma outra menininha, que meu pai me apresentou: a Mafalda! Com um humor sensacional e uma visão política de tudo, ela é incrível!!! (PS: quer me ver feliz no meu próximo aniversário? Esse livro aí ao lado me faria beeeeeeem feliz! Rsrsr).

Não conhece? Fiz uma pequena seleção pra você, abaixo! Espero que você se vicie, assim como eu!!! Se as imagens estiverem pequenas, é só clicar sobre elas, que dá pra ler direitinho, tá?










Me conta aí, viciou????
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Conto de fadas (Diário da Mirys)


(PS: clique na foto que ela fica maior... e você vai conseguir reparar que a Helena tinha uma coroa! Afinal, princesa só é princesa com coroa!...)
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

D´Artangnan! (Diário do Guigo)

E daí que a mãmi estava tentando explicar pra gente a história verdadeira dos 3 mosqueteiros. Verdadeira pra ela, porque, pra gente, a verdadeira é a da Disney, com o Mickey, o Pateta e o Donald. A gente até já decidiu quem é quem!!!!

Mas, segundo a mãmi, os 3 mosqueteiros eram, na verdade, 4. Tinha mais um chamado D´Artangnan! O melhor espadaxim da época!

"- EU QUERO SER O D´ARTANGNAN!!!!!!!!!"

"-Não dá, filhote. O D´Artagnan é alguém de fora, algum amigo, alguém que não é um dos 3 mosqueteiros. E você já é um mosqueteiro! O Mickey, lembra?"

"- Tipo assim: alguém que não era da família e que vira da família?"

"- Isso filho! Um amigo bem querido que" (não deixei a mãmi terminar)

"- Então já sei!!! O D´Artagnan vai ser a minha namorada, o namorado da Nina ou o seu namorado, mãmi. O que chegar primeiro! E o que souber lutar melhor!"

E a mãmi ficou me olhando com cara de "ué"...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

HIstorinhas! (Diário do Guigo e da Nina)

VERSÃO DO GUIGO

Era uma vez três porquinhos. E o lobo veio pra casa deles.
Ele bateu na porta e levou uma pancada.
E fim!!!!
Isso foi legal, não é?

Esqueci de outras coisas, mãmi!

E daí ele levou 101 pancadas.
Então, o lobo tentou entrar pela chaminé e caiu inteirinho onde estava a água quente e vuuuuuuuuuuuuuuuuuuu saiu voando pela chaminé. Daí, ele saiu com 130 pancadas!!!
E fim!
Ah! E daí ele levou mais uma pancada!
E só!

Guigo

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VERSÃO DA NINA

Era uma vez, três porquinhos.
Eles foram numa loja de oooourooo, que era um tesouro.
Daí, eles compraram palha, madeira e tijolo.
O 1o que era preguisoço, montou uma casa de palha.
O 2o que era preguiçoso também, fez uma casa de madeira.
O 3o que era muito esperto, fez uma casa de tijolo e obedeceu a mãe dele.

O lobo bateu na porta e disse (com vozeirão) "-abre essa porta que eu quero entrar, eu quero um porquinho pro meu jantar!". (voz fininha) "-não abro, não abro, não abro". (vozeirão) "-então eu vou assoprar!"
E a casa vuuuuuuuuuuuuuuu saiu voando!
E o porquinho correu pra casa do irmão.

O lobo bateu na porta e disse (com vozeirão) "-entregador de pizza!". E o porquinho viu que era o lobo e pááá bateu a porta na cara dele! (com vozeirão) "-abre essa porta que eu quero entrar, eu quero um porquinho pro meu jantar!". (voz fininha) "-não abro, não abro, não abro". (vozeirão) "-então eu vou assoprar!"
E a casa vuuuuuuuuuuuuuuu saiu voando!
E os porquinhos correram pra casa do irmão.

O lobo foi e bateu na casa do 3o porquinho. (com vozeirão) "-abre essa porta que eu quero entrar, eu quero um porquinho pro meu jantar!". (voz fininha) "-não abro, não abro, não abro". (vozeirão) "-então eu vou assoprar!"
E o lobo assoprou tão forte (fúúúúúú), mas a casa não voou (com cara de inconsolável).

Daí, o lobo resolveu entrar pela chaminé. Mas os porquinhos "poram" a água fervente. O lobo molhou a pontinha do rabinho e "auuuuuuu", foi voando queimado.
E os porquinhos ficaram cantando: "-quem tem medo do lobo mau, do lobo mau, do lobo mau? Quem tem medo do lobo mau? Tra-la-la-la-láááá."

HELENA - nome escrito por ela.

domingo, 15 de agosto de 2010

Um mundo todo novo... das PALAVRAS!!! (Diário do Guigo)

Amigos, eu estou gostanto MEEEEESMO dessa coisa de ler! Após pouquíssimos meses que eu descobri que podia fazer isso, eu já me sinto "super experiente" em leituras e até desafio a mãmi: "-vamos ver se você sabe ler o que está escrito ali! Eu já li! Fale o que está escrito para eu ver se você acerta!". Mas, ela sempre acerta....

Nesse sábado, que nós ficamos na casa nova, só nós três, nós "metralhamos" a mãmi com livros. Contamos histórias para dormir, na sexta, histórias quando acordamos, no sábado, histórias (muitas!!!) com a Maria Clara (do tio Emanuel e da tia Adriana!) no sábado à noite, enquanto a mãmi esperava a pizza, histórias para dormir, no sábado. É incrível!!! A gente não se cansa!!! E agora, como EU leio, eu dizia: "-mãmi, eu leio os títulos!" ou a gente dividia (1 página pra mim e 1 pra ela, se o livro fosse pequeno).

Tem gente que diz pra mãmi que ela "perde" tempo com tanta historinha. Que ela devia aproveitar melhor o tempo dela: organizar a casa, ler um livro pra ELA, assistir a filmes, responder e-mails, dormir, etc. Mas ela acha SUPER PRECIOSO esse momento da história! Desde que a gente era minúsculo (palavra nova que usamos muito)!

Ela acha que amor por livros se passa desde cedo! Ela ainda se lembra das histórias que o vovô contava (lendo ou inventando) para ela, quando era pequena. E assim nós vamos aprendendo palavras novas, a falar português direitinho, a ter imaginação, aprendendo fatos e histórias verdadeiras. Histórias nos levam a mundos diferentes dos nossos, super interessantes, sejam reais ou não!

Até inglês a gente já aprendeu (um pouco) pelas historinhas da hora de dormir. A mãmi cansou de contar a mesma história, "trinta vezes", todas as noites (porque criança é assim: quando gosta, só quer aquela!!!). Então resolveu evoluir. Conta a história a 1a vez, normal: "era uma vez, um leão e um tatu que viviam na grande floresta". Na 2a, ela já evoluia: "era uma vez, um lion e um armadillo que viviam na grande floresta". E o resto da história ia toda com o leão sendo chamado de "lion" e o tatu de "armadillo". Uns dias depois, ela já contava a versão com os nomes em inglês, na 1a vez. Na 2a, já dizia: "once upon a time, there was a lion and an armadillo que viviam na grande floresta!". Daí, ela ficava nessa versão, por uns dias, e evoluia de novo!

E pra que a gente percebesse que livros são legais mesmo, lá na casa de Jaú, a mãmi colocava um colchão no meio das nossas camas, lia alto uma história para cada um (3 = uma minha, uma da Nina e uma escolhida por ela), nos dava um beijinho de boa noite, fazia orações e... ficava lá, deitadinha, lendo um dos livros dela, até a gente dormir e ela sair, de mansinho, do quarto (para levar um lanchinho pro pápa que estava no quarto da frente, lendo pro mestrado).

Então, devido a todo esse histórico, eu achei o máximo poder ler e saio lendo TUDO por aí! Placa de carro, outdoor, embalagem de pasta de dentes, capas de livros, tudo mesmo! O problema é que na nossa igreja, todo o roteiro do culto é transmitido no datashow e eu ficava lendo alto: "lo-u-vo-rrrrrr e a-do-ra-ção" (daí falava rápido "louvoreadoração!"), "me-n-sa-ge-m" ("mensagem!"), e a mãmi ficava "shuuu, shuuuu", explicando pacientemente que, na igreja, nós temos que falar baixinho. Mas, eu estava deslumbrado e lia tudo alto, mesmo! Ora, EU SEI LER!!!!! E isso é um grande acontecimento!!!

Mas, agora, que eu já leio super tranquilo, não fico mais falando as coisas alto. Eu me comporto. Só que hoje, no culto, teve uma hora de "oração silenciosa" e, depois de um tempinho, apareceu no telão "oração audível". Eu li, baixinho, virei pra mãmi que estava no banco de trás e perguntei (em alto e bom tom!!!!): "ôh, mãmi, o que que é oração au-dí-vel? Tá escrito lá, olha!"

segunda-feira, 15 de março de 2010

De quando em vez (Diário da Nina)


Ituverava, 16 de março de 2010.

Olá pessoal! Já estamos morando, há 3 semanas, na nossa nova “casitcha amarelitcha”, em Ituverava. Está sendo bem divertido “esgotar” a mãma, diariamente: é escola, é tarefinha, é natação, é comida, é banho, é cama, é tudo com a mãma!!! E ela tentando manter as nossas “tradições” de família: comprar um picolé para cada um antes de cada viagem (não interessa se é de 20 horas ou de ½), brincar de rimas na hora do banheiro (acreditem!!! Adoramos isso!!!), contar historinhas antes de dormir...

Ontem, era dia dela deitar comigo (cada noite, ela deita na cama de um de nós 2 – ou senta – até a gente dormir). Então, depois dela ler duas histórias (uma “de cada um”), fizemos orações e ela deitou. E eu pedi:

“-mãma, conta uma história da sua cabecinha?” (mania que pegamos, há muito tempo, com a vovó Dina, que não conta histórias lidas, mas das lembranças dela)

“- filha, já lemos duas histórias. Agora, é hora de você dormir.”

“- mas mãma, de quando em vez, você também pode contar uma história da sua cabecinha, né?”, respondi, toda séria

A mãma caiu na gargalhada e disse “-mas filha, nós JÁ contamos duas histórias hoje”

Eu fiquei bravinha (afinal, por que ela estava rindo?), sentei na cama e disse: “mas, DE QUANDO EM VEZ, você também pode contar uma história da sua cabeça!”

Me acalmei, deitei de costas para a mãma e disse: “-vai mãma, conta. Depois, se for boa, a gente conta lá pro Maurício.”

“- que Maurício?”

“-o Maurício de Souza, né mãe! Aquele da Mônica. Você não sabe que ele faz histórias da cabeça dele, também?”