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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Aproveite o hoje, mamãe!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Na esquina... (Diário da Mirys)

Ela dirigia rápido pra casa, sem tempo pra muita coisa, sem prestar atenção em nada, repassando a lista de "coisas a fazer" na cabeça. De repente, o semáforo fecha, ela sai dos próprios pensamentos, e vê o beijo. Tranquilo. Apaixonado. Um beijo / abraço, sabe o tipo? Daquele que é desespero de ser o último (ou primeiro) e intimidade de ser "mais um".

Só que o casal era adolescente. 12 anos. 13 anos. No máximo! E ela pensou: "daqui a pouco são os meus (filhos) e eu não tô preparada. É muito cedo!" Porque era mesmo. Cedo demais pra alguém beijar assim.

"Modernidades...", pensou ela. E, quando o semáforo abriu, ela foi embora com mais uma coisa na lista enorme de coisas da cabeça: conversar com as crianças.

Tá bom. Duas coisas. Conversar com as crianças e ligar pro marido. Quando eles se encontrassem, ela queria um beijo daqueles...



terça-feira, 18 de junho de 2013

O menino do pijama não listrado (Diário do Guigo)

Hoje é meu aniversário e, ontem, alguns tios meus apareceram na nossa casa pra comemorar meu último dia de 08 anos! Ah, adoro essa família "comemorativa"...

Então, hoje, acordei todo empolgado pra abrir meus presentes (porque eu combinei que só abriria hoje), me arrumei pra escola correndo, tomei café correndo, abracei a mamãe de-mo-ra-da-men-te, escovei os dentes correndo e ataquei os pacotes que estavam sobre o sofá. Comentei com a Nina, mostrei pra tia B., peguei meu material, dei um beijo de tchau no papai e fui pro carro.

No caminho pra escola, eu fiquei quase o tempo todo de olhos fechados porque hoje é dia de prova e a mamãe sempre faz oração no carro, nos dias de prova. Só que, como também é meu aniversário, a oração foi compriiiiiida.

Chegamos na escola, os monitores desceram as mochilas do carro, a Nina beijou a mamãe e entrou no prédio, eu beijei a mamãe, peguei minha mochila e... dei um grito: "- MÃE!!!". Ela olhou pra mim assustada, com um ponto de interrogação na cara. "- MÃE!", repeti. E ela repetiu o olhar. "- M-Ã-E!!!", tentei mais uma vez. E só então ela baixou os olhos e viu que as minhas mãos seguravam a ponta da minha bermuda. "- Mãe, eu vim com o shorts do PIJAMA pra escola!!!"

Como os dois (pijama e uniforme) são azuis, são escuros, são lisos, ninguém percebeu.

Entrei no carro correndo: "- Vamos pra casa."

E, antes de chegar na esquina, quando a mamãe se preparava pra me falar algumas coisas sobre responsabilidade, sobre prestar atenção nas minhas coisas, sobre quão chato é chegar atrasado nos lugares, eu comecei a gargalhar!

"- Imagina isso! Imagina só!!! Bem no dia do meu aniversário eu ia ser 'zoadaço' na escola! Imagina eu ir com a bermuda do pijama pra aula!!!" E ria. Muito! "- Nossa, eu sou muito avoado! Imagina só eu fazer isso bem hoje! Meus amigos ou iam me 'zoar' pro resto da vida ou iam me achar o mais engraçado de todos!!!" Rio. Respiro. Raciocino: "- Acho que eles iam me achar o MAIS ENGRAÇADO! Porque, né?, quem é que vai pra escola com a bermuda do pijama bem no aniversário??? Só eu, mesmo! Nossa, eles vão morrer de rir, quando eu contar essa estória!" E caio na gargalhada!!! "- Eu devia escrever um diário. Daí, um dia, se eu ficar famoso pela minha comédia e alguém me perguntar coisas da minha infância, eu direi 'leia meu diário'!" E gargalho um pouco mais.

"- Agora, mãe, isso vai ficar registrado pra sempre: no dia dos meus 9 anos, eu fui de pijama pra escola! Eu sou engraçado!"

PS da mamãe: quando uma pessoa aprende a rir de si mesma, a não levar a vida tão a sério, a se preocupar só com coisas que são realmente preocupantes, com apenas 9 anos, ele pode ficar perdoado de uma bronca, não???

quinta-feira, 23 de maio de 2013

As melhores pessoas (Diário da Mirys)



Não bastassem os bilhetes das professoras, nos cadernos, dizendo como vocês são respeitosos...
Não bastassem os "sim, mamãe" que eu ouço, mesmo quando proíbo vocês de fazerem algo que gostariam...
Não bastassem os elogios dos tios que sempre se dispõem a ficar com vocês porque "vocês nunca dão problema"...
Não bastassem os beijos, os abraços, os cafés da manhã na cama, as portas de elevadores e carros abertas pra mim...
Não bastassem os comentários na porta da escola de que seus nomes são citados nas casas dos amigos como exemplos...
Não bastassem os zilhões de bilhetinhos, cartas, cartões que vocês me fazem, mesmo sem ser dia das mães...
Não bastassem os cumprimentos que recebo pelas boas maneiras e pelo carinho de vocês com os outros...
Não bastasse a frase do papai H: "QUEM não ia querer ser pai do Guilherme e da Helena?"...

Vocês ainda me acordam com um beijo, em plena quinta-feira, e quando eu digo "bom dia, meu anjo", ouço que eu sou o anjo de vocês porque eu cuido de vocês! Dá pra não ser a mãe mais feliz do mundo???

segunda-feira, 13 de maio de 2013

10 Coisas que Aprendi com Minha Mãe! (Diário da Nina)

(PS da Mãmi: tô brava, beeeem brava com o blogger... que não publicou esse texto no sábado! Mas, tudo bem. Perdoem, tá?)



As 10 Coisas que a Minha Mãe me Ensinou
Primeira - a amar
Segunda - a agradecer
Terceira - a ser gentil com os outros
Quarta - a chamar as pessoas mais velhas de "tio" e "tia"
Quinta - a fazer amizades
Sexta - a falar
Sétima - a ler
Oitava - a gostar da escola
Nona - a escrever
Décima - a gostar dos outros
Décima primeira - o abecedário
Décima segunda - os números
Décima terceira - a tudo que os outros oferecerem, se a gente não quiser, a falar "não, obrigada"
Décima quarta - a amar qualquer coisa
Décima quinta - a saber o que são as coisas que eu falo
Décima sexta - a saber falar o nome da família inteira
Décima sétima - a comer
Décima oitava - a ouvir músicas
Décima nona - português, matemática, ciências, história e geografia
Décima décima - a ser amorosa com os amigos

Essas foram as décimas décimas cosias que a minha mãe me ensinou!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MAMARAZZI WEEK - abril / 2013 (Diário da Mirys)

Galera do meu Brasil varonil: sorry!
A semana foi super corrida e não deu pra postar uma fotinho por dia, no "mamarazzi week". Mas... a gente fez!!! E, agora, temos recordações deliciosas, pra sempre!!! #amomuito


Segunda-feira

Terça-feira

Quarta-feira

Quinta-feira (fotos feitas pela Nina - exceto a dela mesma)

Sexta-feira


Se você também participou, mande pra gente!

Bjos e bençãos.
Mirys

Dica de fotografia # 30 - recém nascidos... oh!... (Diário da Mirys)

Pois é, aqui em casa tá um clima de "nasce-não-nasce-ainda", que tá uma delícia!!! Minha melhor amiga ficou grávida e seu bebê nasceu no comecinho do ano! Agora, minha super cunhada liiiiinda está grávida. E mais uma amiga queridíssima! E mais outra amiga, que já teve uma bebezinha fofa, há pouquíssimos meses. E, e, e...

Não sei se você tem gente assim, gravidíssima, por perto de você, mas, se tiver, que sorte a sua!!! Porém, se você está pensando naquelas fotos liiiindas, a lá Anne Guedes, só tenho algo a te dizer: CORRA!!! Porque esses bebês fofinhos crescem rápido demais e, quando você piscar, eles já estão independentes, sentando sozinhos, mexendo as cabecinhas, acordados o dia todo... e as suas fotos de bebês tranquilos enrolados em tecidos brancos vai pro espaço! Então, corra!!!

Se as grávidas lindas ao seu redor estão em vias de ir pra maternidade, lembre-se que o primeiro lugar onde a família fica reunida (pai + mãe + bebezinhos) é algo do qual todo mundo quer se lembrar. Por isso, se não houver risco pra mãe e bebê e se você tiver intimidade o suficiente com a nova famíia, agarre sua câmera e vá pro hospital!!!

DICA DE FOTOGRAFIA #30 - NA MATERNIDADE



Em primeiro lugar, você vai precisar de luz e não é legal ficar acendendo todas as lâmpadas do quarto! Então, se houver cortina, abra-a! Tente trabalhar o máximo possível com luz natural (cortina aberta) ou artificial indireta (luz do banheiro ligada e a porta aberta ou a porta do próprio quarto aberta, com luz do corredor). Os recém nascidos costumam ser suuuuuuuuper paradinhos (a não ser que estejam com fome) e são os melhores modelos do mundo! Eles ficam parados, esperando seu clique, seu outro clique, seu outro clique! Se a foto sair "borrada" a culpa não será dele (será, provavelmente sua, que tremeu segurando a câmera)... e não tem importância! Clique, de novo!



Tente enquadrar (colocar dentro da sua foto) apenas o bebê ou o mínimo possível de informação desnecessária. Quartos de hospital têm fios, interruptores, mesinhas cheias de remédios, etc e tal. Ninguém quer esse clima, né? Portanto, chegue bem pertinho do bebê pra fazer sua foto (cuidado pra não assustar a mãe dele!!!) e enquadre só ele. Ou faça uma foto com fundo desfocado (veja dica # 22 abaixo).



Detalhes de bebê: QUEM não baba????? Mini mãos, mini pés, mini boquinhas... oh!... que fofo!... A foto "clássica" da mão do bebê segurando um dedo da mãe ou do pai é super bem vinda e SEMPRE agrada!!! O resultado é muito legal porque mostra as diferenças de tamanho entre o recém nascido e seus pais. Oh!... fofura extravasando!...



Preste atenção nos detalhes do quarto do bebê! A mantinha escolhida para ele estar enrolado, algum bilhetinho que os pais colocaram no berço, a fita com as informações na mão da mãe. São essas pequenas coisas que fazem aquele bebê ser único! Registre!!!



Parte difícil: tente dar uma ideia do clima geral do quarto! Para isso, alguns móveis, janelas, acessórios vão ter que aparecer na foto. Selecione aqueles que são interessantes e bonitos, tá? PS: dica extra - se possível, faça fotos do quarto, do enfeite da porta do quarto, das lembrancinhas, do chinelo da mamãe no chão, etc, ANTES do bebê chegar. Vai estar tudo arrumado e sem muitos remédios, xícaras, soros, fios, por lá...



Por fim, é importante lembrar que apesar do recém nascido ser a coisa mais cute-cute do mundo (e, talvez, do universo!), de você estar apaixonada/embasbacada por ele, de qualquer chorinho, tosse ou bocejo te fazer derreter de "oh!..." e "ah!...", a família dele TAMBÉM quer sair na foto! Aproveite o clima de "família de comercial de margarina" que impera nos quartos da maternidade e faça fotos do bebê com seu super pai, sua mãe derretida, sua avó encantada, seu avô babão, seu irmão (ou irmã) mais velho que se sente importante! PS: dica extra - se for fazer fotos do bebê com a mãe deitada, vá para trás da cama e peça para a mãe erguer os olhos e olhar pra você! Qualquer outro ângulo vai deixa-la papuda!!! Pobres mães...



Quer lembrar das outras dicas? Estão todas aqui:

1a dica - pense na foto,
2a dica - regra dos terços,
3a dica - emoldure,
4a dica - dirija o olhar,
5a dica - linhas convergentes,
6a dica - esqueça o flash,
7a dica - fotografando pessoas,
8a dica - fotografando animais,
9a dica - fotografia de casamento I,
10a dica - fotografia de casamento II,
11a dica - crie imagens com palavras,
12a dica - férias na praia
13a dica - férias na cidade.
14a dica - no quintal de casa.
15a dica - cores!
16a dica - use acessórios.
17a dica - fotografando crianças.
18a dica - ligeiramente grávidos...
19a dica - detalhes nada pequenos
20a dica - baby photo
21a dica - comidas suculentas
22a dica - desfoque o fundo
24a dica - editores online gratuitos!
25a dica - poses para grupos/familias
26a dica - inclua um drama!
27a dica - fotos românticas
28a dica - auto retrato com crianças
29a dica - exercícios de foto
30a dica - lugares turísticos




quinta-feira, 2 de maio de 2013

BC Musical - a minha letra!!! (Diário da Mirys)



Posso confessar: a-do-ro minha inicial!!! Por muuuuuitas razões. Vou contar uma história real e rápida.

Era uma vez um menino lindo chamado Miguel, que conheceu uma menina linda chamada Margarida (bibi Flor, pra nós). Eles se casaram, tiveram 10 filhos e viveram felizes pra sempre! Detalhe: todos os filhos tinham nomes começados por M (de Miguel e de Margarida). Um dia, a filha deles #5, chamada Mirtes, uma menina linda, conheceu um menino lindo chamado... José Getulio! Nada a ver com o "M" da família...

Nessa altura do campeonato, alguns irmãos da menina Mirtes já tinham se casado e tido filhos. E os sobrinhos tinham nomes começados por "M"!

Só que, na família do José Getulio, havia uma outra tradição: a sua mãe, Maria (olha o "M" aí, gente), tinha se casado com o José Antônio e tido quatro filhos, todos homens. José Roberto, José Getulio, José Haroldo e José Cláudio. Como conciliar as tradições familiares????

Quando a menina Mirtes e o menino JG tiveram seu primeiro filhote era, na verdade, uma filhota (eu!!!!). E eles tornaram a matemática que parecia impossível ("M" + "José" no 1o nome + uma menina) em algo fantástico: numa nova tradição! Eles perceberam que "Antônio", assim como "Roberto", "Getulio", "Haroldo" e "Cláudio" tinham 7 letras... e que todos os sobrenomes do menino e da menina tinham 7 letras... e decidiram que fariam homenagem à uma família com o "M" e à outra família com as 7 letras! Daí, viemos todos nós:

Miriane
Marilia
Matheus
Maiyara
Martina
Myrthes
Marjory
Mayanne
Melanie
Murillo

10 filhos. Todos com "M". Todos com 7 letras. Todos com taaaanta coisa e tanta história em comum. Todos tão diferentes!
Porque a letra "M" é assim: eclética! E "M", na música (que também começa com "m"), também existe pra todos os gostos! Pra quem quer ser romântico, pra quem quer dançar, pra quem é jovem, pra quem é mais maduro, pra quem gosta de português, pra quem se entende com inglês... escolha a sua e divirta-se!!!

My girl (Smokey Robinson)
My way (Frank Sinatra)
Monte castelo (Legião Urbana)
Meu erro (Paralamas do Sucesso)
My immortal (Evanescence)
Metade (Oswaldo Montenegro)
Me abraça (Ivete Sangalo)
My all (Mariah Carey)
Mania de você (Rita Lee)
Moves like Jagger (Marron 5)
My way (Elvis Presley - se você preferir a voz dele)
Minha vida (Rita Lee - adaptando The Beatles)
My happy ending (Avril Lavigne)
More than words (Extreme - uma das minhas preferidas. Sempre!)
Melhor metade (Jorge e Mateus)


Quer mais músicas começadas pela inicial? Na blogagem coletiva, lá no Moça de Familia, tem!



PS: na verdade, a última música se chama "Duas Metades", mas eu sempre chamo de "Melhor Metade". Eu sei... eu sei... eu sei que é sertaneja e que existe um certo preconceito com o gênero. Mas, FOCA! Presta atenção na letra! É linda!!! H, essa é pra você - minha melhor metade (3 Ms pra você).

terça-feira, 30 de abril de 2013

10 Coisas que Aprendi com Minha Mãe (Diário da Mirys)

Faltam poucos dias para mais uma comemoração de "Dia das Mães". E, por causa de alguns acontecimentos pessoais, daqueles que fazem a sua vida mudar (ou quase) em questão de meia hora, eu ando mais emotiva. E pensando na maternidade. Divagando sobre como eu crio as crianças. Meus erros, meus acertos, minhas lacunas (que ainda tenho que preencher). E sobre meus exemplos! Então, pensei em dividir com vocês as 10 coisas que eu aprendi com a minha mãe. Talvez inspire alguém a melhorar, como mãe ou como filho(a).



#1 - Ame seu marido mais do que qualquer pessoa na sua família! Você não teria uma "família", assim, completa, se não fosse por ele... Ele foi escolhido por você e vocês dois são A BASE de todo o resto.

#2 - Não mexa no bife enquanto ele estiver fritando. Deixe a água secar e, só então, vire de lado. Ele nunca ficará "seco".

#3 - Surpreenda-se e surpreenda os outros, de vez em quando. Faz bem pros relacionamentos! (e é incrível você, com 20 e tantos anos, ver sua mãe pegar um violão e tocá-lo, quando você nem sabia que ela tocava!)

#4 - Viva cercada de música (sua paz de espírito agradece).

#5 - Passe a sua fé para os seus filhos, ensine-os no caminho que julga correto. Se, mais velhos, eles mudarem de direção, será opção deles. A sua parte estará feita!

#6 - Nunca é tarde demais pra começar ou recomeçar qualquer coisa! Uma avó que dirige na estrada, atééééé Goiânia ou Curitiba, ouvindo estorinhas de crianças no carro, é o máximo!

#7 - Ame e respeite sua sogra. Mesmo que ela seja muuuuuito diferente de você! Ainda assim, ela será a mãe do seu marido e alguém muitíssimo importante na vida de todos vocês!

#8 - Se ouvir críticas, desabafos, reclamações, acusações de filhos... espere. Um dia, eles serão pais e saberão e-x-a-t-a-m-e-n-t-e o que você passou. E reconhecerão. E te agradecerão por ter entendido a imaturidade deles.

#9 - Seus filhos são sua responsabilidade. Eduque-os até certa idade. Daí pra frente (no meu caso, 17 anos, quando fui pra faculdade), confie na educação que você deu!

#10 - "É preferível não perguntar e não saber, do que perguntar e não gostar da resposta!"

(lista encerrada forçosamente porque eu me comprometi a falar só 10 coisas... tenho tantas outras...)

Que tal fazer desta lista uma "blogagem coletiva" e inspirar outras pessoas a serem melhores na função de maternar? Afinal, a minha mãe é a melhor mãe do mundo (e eu quero imitá-la em muitas outras coisas)!!! A sua, não?

PS: se participar, deixe um aviso nos comentários, com seu link, que eu divulgo as ideias geniais da sua mãe aqui, tá?

Debby participando!
Bia participando!
Etc e tal participando!
Fer participando!
Guigo participando!
Renatha participando!
Sonia participando!
Andréa participando!
Lin participando!


PS2: mãezinha, amo você! Miró

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dica de Fotografia # 29 - Além do cartão postal!!! (Diário da Mirys)

E aí, como foi o exercício de fotografia da semana passada? Deu pra "ampliar os horizontes" da sua fotografia? Espero que sim.

Hoje, a dica vai especialmente praquelas pessoas que amaaaaam viajar, fazem miiiiiiiil fotos, mas não acham que nenhuma tem aquele "fator UAU" que faz sua foto se destacar na multidão. Então, o segredo do dia é:

DICA DE FOTOGRAFIA # 29: ALÉM DO CARTÃO POSTAL



Todo mundo que viaja pra algum lugar, assim, mega conhecido, acaba indo visitar os pontos turísticos principais. Fato! Por exemplo, estar em Paris e não ver, de perto, a Torre Eiffel é impensável!



Só que você chega perto da Torre, faz aquela foto tradicional, olha pra ela no visor da câmera (ah! As câmeras digitais... quanta praticidade...) e acha meio "blag", meio lugar comum, meio "todo mundo tem uma foto dessas". Então, o que fazer? Bom, em PRIMEIRO LUGAR faça a tal "foto comum" (ou periga de você se arrepender). Daí, mude a pose! Deixe a criatividade correr solta e você vai ter fotos DELICIOSAS na volta pra casa, que mostram bem o "clima" da viagem!



Aliás, se a viagem tiver um "motivo especial" (tipo, lua de mel. Uhhhh...), dê um jeitinho disso ficar claro nas fotos! É bacana, não é? Afinal, quantas pessoas têm fotos das suas alianças de casamento NA Torre????



Se estiver viajando com crianças (delícia!), deixe que a imaginação delas corra solta pra poses e efeitos especiais! É mais fácil eles entrarem na onda de tirar fotos e você conseguir as fotos "clássicas" que gostaria, depois! (lembre-se desta dica aqui)



Ás vezes, você viaja sozinho(a) ou quer fotos SÓ do monumento que visitou. Então, depois da foto normal, mude o ângulo! Se puder ficar bastante tempo no mesmo lugar, faça fotos durante o dia E de noite (a iluminação muda tudo! Afinal, o que é a fotografia senão o escrever com luz?)



Outra dica boa é "emoldurar" o monumento da viagem (lembram desta dica sobre "molduras"?). Procure por canteiros de flores, galhos de árvores, outros monumentos, etc.



Incluir outros detalhes na fotografia, tipo arquitetura local, roupas da época, pessoas, ajuda a dar uma noção mais exata da imagem como a época do ano, a temperatura ambiente, o tamanho do monumento ou uma ideia mais geral sobre a cidade visitada.



Se o monumento marco da cidade puder ser visto de outros locais: clique de novo!!! Abaixo, tem uma foto do Guigo, no alto do Arco do Triunfo, olhando pra Torre. Quem pode dizer se a viagem foi mesmo divertida, empolgante, criativa, cultural, mesmo no frio do inverno parisiense???? EU!!! Foi tudo isso e um pouco mais!!!



Agora é só praticar! Pra quando chegar aquele momento especial de ir praquele lugar especial, você já estar PERFEITO na arte de fotografar além do cartão postal! Cá pra nós, toda cidade tem um monumento histórico que a marca (ou alguma outra coisa típica). Tire a poeira da sua câmera, neste final de semana, e saia clicar a SUA cidade! Garanto que você vai gostar!!!


(PS: esta é uma foto de outro prédio suuuuuuper conhecido, mas de um ângulo diferente. Você reconhece?)

Bjos e bençãos.
Bons cliques e até a semana que vem!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dica de Fotografia # 27 - auto retrato com crianças!

Você também é mãe (pai) e adora tirar fotos COM seus filhos? Você também tem filhos (filhas) que não curtem posar pra fotografias? Você também sonha com fotos liiiiindas E naturais E espontâneas E criativas, que reflitam toda a personalidade e alegria das crianças, mas só consegue aquelas basiquinhas (com um sorriso meio amarelo nos pequenos)? Você também não tem por perto outra pessoa disponível pra tirar suas fotos???

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!! Após essas dicas simples, eu espero que você comece a colecionar fotos incríveis desse período delicioso (e curtíssimo) que é a infância dos seus filhos!

Dica de Fotografia # 27 - Auto Retrato Com Crianças

A melhor maneira de conseguir fotos naturais com crianças (daquelas que você pode olhar, no futuro, e se lembrar "eles eram e-xa-ta-men-te assim...") é transformar o ato de registrar recordações em uma brincadeira e deixar que AS CRIANÇAS PARTICIPEM!!! Simples, né? Mas... como? Vou te contar o segredo que eu uso: na hora da foto, eu deixo cada um escolher uma pose! Então, cada um, na sua vez, grita: "cara de..." e completa a frase.

Algumas frases são "clássicas". Cara de DORMINDO! Cara de TRISTE! Cara de PENSANDO! Cara de FELIZ!
PS: o Guigo dorme exatamente assim!



PS: a Nina dorme exatamente assim... *suspiros*...



Vai por mim: em 10 minutos (muuuuuuito menos tempo do que você levaria pra convencer 2 ou 3 crianças a sorrirem "x" espontaneamente, de uma forma "natural", com o velho e bom "digam XIS"), você terá não só a sua foto linda, mas várias outras engraçadas para recordar! CARA DE ROCK´N ROLL



Às vezes, alguém diz algo inesperado tipo "cara de rock´n roll! Vai mamãe, joga seu cabelo em cima do Guigo porque ele não tem cabelo de roqueiro!!!". Então, clique, clique, clique! Porque, inevitavelmente, depois da foto "posada", todo mundo cai na gargalhada...



Se você tiver filhos criativos (ou seja, depois que eles se acostumarem com a brincadeira porque TODA CRIANÇA É CRIATIVA e TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR), vai ouvir frase absurdas tipo "cara de cantor de ópera", e você vai ter uma foto tremida porque VOCÊ não conseguia posar, fotografar e parar de rir, na mesma hora!



Não tenha medo de passar ridículo! Entre na brincadeira com eles!!! Porque eles vão perceber se VOCÊ estiver dando sorrisos amarelos e o seu projeto para uma foto linda, no final, com todo mundo descontraído vai por água abaixo... Então, se alguém gritar: "cara de maluco!", faça!!! (se não gostar, apague a foto depois)



Preparada pra brincar??? Então, se joga!!! Depois de um tempinho, quando as crianças já estiverem acostumadas com você + essa brincadeira, você pode acordar com sorrisos pequeninos na sua cama, trazendo o seu celular, numa manhã de sábado qualquer, dizendo: "mamãe, vamos tirar fotos?". E pode registrar uma foto dessas, pra toda a posteridade! (PS: foi bem isso o que aconteceu comigo nessas fotos, por isso a qualidade não é perfeita - câmera do celular. Mas, tá valendo, né???)



Ah! E você quer saber como/quem fotografar??? Moleza! Segure a câmera, estique a mão na frente do rosto e aperte o botão! Se até o príncipe faz, por que a gente não poderia???



Bom final de semana, pessoal!

PS: essa "foto" do beijo do casamento real é, obviamente, uma montagem! E tem muitas outras divertidíssimas aqui: A Cup of Jo (blog fantástico!), que copiou daqui: It´s nice that. Eu sei que ela não é de verdade, mas me deixou pensando que a realeza também deve fazer isso... então, me senti mais normal!!! Rsrsrs.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Figura Paterna (Diário da Mirys)



Eu sempre tive uma ótima relação com o meu pai. Brigamos muito, quando eu era adolescente (óbvio, não?), mas, regra geral, sempre nos demos bem. E algumas das minhas melhores lembranças da vida incluem ele: os sábados que passávamos na piscina do clube a taaaarde toda (para que a minha mãe pudesse descansar do trabalho no banco + 5 / 6 / 7 filhos), as músicas criadas por ele, as estorinhas inventadas com personagens da minha família (ele, quase toda noite, deitava no chão do nosso quarto, no meio das camas, estendia as mãos para as mais novas segurarem e... lá vinha estória!). Me lembro dele dirigindo pra Campinas, para que eu prestasse vestibular. Me lembro dele fazendo faculdade de direito comigo (ele é médico!) porque, pra me incentivar, ele estudou, prestou e passou no vestibular comigo. Acho o máximo quando ele diz que "nasceu pra ser avô" e é o melhor avô que eu poderia querer para os meus filhos!

Ele (assim como a minha mãe. Mas é dia de falar nos pais!) sempre esteve por ali. Pra me ajudar, pra me incentivar, pra me dar broncas, pra me instruir, pra me corrigir. E eu nunca pensei "e se ele não estivesse?". Como se diz em inglês, "I took for granted" (eu pressupus / eu aceitei como certo) que ele sempre estaria ali. E nunca prestei muita atenção nos efeitos da figura paterna na vida de uma pessoa... até que meus filhos perderam o pai deles.

Na noite do acidente, no velório, nas semanas seguintes, a dor era tanta, que eu só pensava em respirar, levantar, fazer o meu melhor, comer (se eu me lembrasse) e voltar a dormir. Era, literalmente, um dia de cada vez. Como as crianças eram muito novas (5 e 3 anos), elas não tinham uma dimensão exata do que tinham perdido... e nem eu. Elas não falavam nisso e eu não pensava nisso.

Até um dia em que eu deixei os dois na escola e estava dirigindo pro trabalho, quando tive um pensamento: "e quem vai levar a Helena pro altar, quando ela se casar?". Ridículo, eu sei. Eu estava pensando num futuro muito, muito distante, que talvez nem acontecesse. Eu sei. Ela poderia nunca querer se casar. Se quisesse, meu pai poderia leva-la ou eu mesma. Eu sei. Mas, na hora, eu não raciocinei. Eu nem respirei. O choro veio como avalanche e eu só tive tempo de encostar o carro... e fiquei ali chorando, com o motor ligado, até perder as forças.

Muita gente me disse que EU mesma poderia fazer esse papel. Até poderia... esse e alguns outros. Como jogar video-game com o Guigo. Mas como ele mesmo disse, com a sabedoria dos seus 5 anos, "mamãe, você não sabe fazer isso direito. Não é coisa de meninas." E ele tinha razão! Eu até PODERIA fazer tudo e (tentar) substituir a figura paterna na vida deles. Mas... mãe é mãe e pai é pai, né? Têm importâncias diferentes, experiências diferentes à transmitir, conhecimentos diferentes. Imaginem um homem explicando para uma pré-adolescente como funciona a menstruação ou como colocar um absorvente... ele até poderia, mas seria muito mais simples e sensato, e com uma experiência de vida muito melhor, se a mãe fizesse isso! Melhor pra todo mundo: pro pai, pra mãe e pra menina.

Pois é... o inverso também acontece. Não acho que mulheres são inferiores (ou superiores) aos homens. Só acho que são diferentes! Podemos fazer de tudo nessa vida, mas seremos melhores em algumas coisas e piores em outras.

Chamem-me de antiquada, mas eu acho que ter uma figura paterna por perto é muito importante para o desenvolvimento de um ser humano. Alguém que ensine o menino a jogar futebol ou outro esporte qualquer, que oriente como trocar um pneu de carro, que instrua na arte de churrasquear, que converse sobre as dúvidas da adolescencia, que entenda o que ele sente quando se apaixonar pela primeira vez pela amiga da escola (sim... porque até nisso eu acho que homens e mulheres são diferentes). Alguém que curta, de verdade, ouvir rock pesado ou assistir uma corrida de fórmula 1 / indi / truck. Alguém que tenha gostos e preferências de... bem... de menino!

Porém, quando eu me apaixonei pelo H, eu nem me lembrei de nada disso! Claro que queria alguém que amasse e respeitasse as crianças, mas eu o queria na minha vida POR MIM. Porque eu estava apaixonada! Simples assim.

Só que eu vejo que ele veio com esse "plus" na lista de virtudes dele. Ele é pai. Ele é pai para todos os 4 pequenos da nossa família. Do jeito dele, no ritmo dele, com o temperamento dele, ele é a figura paterna que os 4 têm. Tão diferente de mim... e QUE BOM que seja assim! Ele instrui diferente de mim, ele dá broncas diferentes das minhas, ele faz agrados diferentes dos meus. Ele prometeu ser o responsável por ensina-los a dirigir (afinal, ele é o piloto da família!) e eles esperam ansiosos por isso! Ele joga os mais novos pro alto e ensina saltos para a mais velha, na piscina (eu jamais poderia... não tenho força pra isso). Ele me enche de agrados e carinhos e ensina os pequenos como as mulheres devem ser tratadas. Ele desafia os mais velhos num jogo de tabuleiro, de uma forma tão competitiva que uma mãe não seria capaz (a maioria, pelo menos...), e os ensina a terem atitude. Ele abraça e beija as meninas, dança com elas pela sala toda, presenteia com flores em ocasiões especiais - coisas que seriam recebidas diferentemente se viessem de mim (e eu nem teria força nos braços, mais, pra dançar com ninguém no colo).

Hoje eu vejo que essa figura paterna é importante DEMAIS na vida de todos eles. E na minha também! Porque ele me derrete quando eu flagro um abraço no caçula, na piscina, uma conversa "de meninos" com o Guigo, um beijo estalado na mais velha ou uma dança com gargalhadas da Nina. Em todos esse momentos, ele não está só criando laços com as crianças, mas comigo também. E eu vejo que acertei muito na minha escolha (mesmo que ela tenha sido, num primeiro momento, "egoísta").

E você, deu a mesma sorte? Seu marido é o pai que você esperava que ele fosse? Quais coisas ele faz para os seus filhos que você admire ou julgue importantes? E vocês, meninos, conseguem ver a importância do seu papel?

quinta-feira, 21 de março de 2013

O melhor remédio pra dor (Diário da Mirys)



Nessa última semana, uma amiga querida perdeu seu filhinho de 3 meses para uma pneumonia... Ontem, seria aniversário de 92 anos da minha avó, se ela não tivesse nos deixado há um ano e pouquinho... E eu parei e pensei, várias vezes, durante os últimos dias, que eu queria falar alguma coisa pra minha amiga, pro meu pai, pros meus tios - mas eu não sei o que falar. Qual palavra vai trazer conforto. Qual "dica de sobrevivência sem alguém importante na sua história pessoal" poderia ser de alguma ajuda. Simplesmente não sei...

Porque eu nunca estive no lugar deles. Eu nunca perdi um filho pequeno pelo qual eu era totalmente responsável (pouca coisa se faz sozinho, com meses de idade). Graças a tudo, minha mãe continua por aqui - loira e linda. Então, eu não sei o que eles sentem e não quero fingir que eu sei...

Quando lidamos com a perda, na ânsia de FALAR alguma coisa, acabamos falando alguma bobagem do tipo "eu SEI o que você está sentindo e eu acho que você deveria...", completando a frase com alguma fórmula mágica pra vida. Só que a vida não é assim. Não é simples. Não é matemática onde "eu + chocolate ou viagem ou rios de choro ou pessoa nova = - dor". Quem dera!...

Relacionamentos humanos são muito particulares e só conhece a dinâmica (e a falta que se faz) quem fez parte dele. Só quem apertou os nós do "nós" é que pode entender. E não é porque eu passei por um tipo de perda (viuvez) que eu tenho autoridade pra falar sobre o sofrimento alheio...

Nessas horas, só nos cabe "estar lá", pra compartilhar a dor. Seja ao vivo, seja por sms, seja por cartinha, seja num telefonema, seja num bolo enviado no meio da tarde. Apenas deixe aquele que sofre saber que você está lá, caso ele precise de algo.

Pra qualquer tipo de dor, o melhor remédio ainda é o carinho!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Flinpo - pequeno objeto (Diário da Mirys)

Ele adora colecionar penas. Ela "entrou na dele".
Eu não sei bem o motivo, nem qual o futuro de tal coleção, mas uma pequena pena azul, perdida num banco de parquinho infantil amarelo não passaria despercebida por esses exploradores! Meu papel de mãe é registrar os novos itens colecionáveis, caso alguma criança os esqueçam, em algum lugar...



Esta foto participa do Desafio Flinpo de Fotografia, no tema "pequeno objecto".

sexta-feira, 15 de março de 2013

Para Ly Mello.... com amor

Para a querida Ly (Ly Mello - Design my Life) e seu marido fantástico... que perderam seu caçula. Para os lindos irmãos mais velhos. Para seus pais, tios, avós, primos, sua família linda. Para a querida Mari (Mari Hart Dore - Diário de uma mãe polvo), que viu seu afilhadinho ir embora...



Amo vocês!
Mirys

quarta-feira, 6 de março de 2013

Quarto de menino pré adolescente (Diário do Guigo)

Pois é... a MãMi desceu do salto, ontem, literalmente, e começou a pintar nosso apartamento! Ela me disse que os planos dela, pro meu quarto, seriam de um quarto amarelo e cinza, com uma frase adesivada na parede ("all we need is love" - The Beatles) e um poster da serie "keep calm" super especial que ela tinha buscado na net. Ela disse que o cinza ampliiiiiiia o espaço e que o amarelo dá alegria.



Só que... eu travei! Disse que não queria... acho que as cores... acho que os Beatles... mas não sabia O QUE EU QUERIA... Então, ela resolveu pintar o quarto dela e a sala, até eu me decidir!

Eu acho que vou querer um quarto de EXPLORADOR!!! Com mapas, lupas, malas, etc e tal. E a minha mãe começou a viajar (de verdade) na decoração com mapas... dá pra pintar na parede, pra adesivar, pra comprar tecido com o tema, pra fazer painel! Dá pro mapa mostrar toooooooodos os países ou só os continentes. Ou não ter divisão nenhuma!


(daqui e daqui)

(daqui)

(daqui, , daqui e daqui)

(daqui, daqui e daqui)

(daqui e daqui)


E nós também encontramos mapas nos acessórios! (se bem que, esses quadros de corações são muito femininos. Vão ter que ficar para a Helena!)


(daqui e daqui)

(daqui e daqui)

(daqui, daqui, daqui e daqui)



E aqui, alguns mapas do mundo pra inspirar vocês!!!


(daqui)

(daqui)


(daqui)



Agora começou a brincadeira! Tá valendo!!! Quem tem opiniões super legais pra dar pra gente???? Ideias, ideias, ideias, pessoal!!!! Vamos lá! Esperamos vocês nos comentários, tá?


(daqui)

PS: agora, a mamãe tá namorando uma tatuagem dessas... de henna! Rsrsrs.