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segunda-feira, 3 de junho de 2013

MAMARAZZI WEEK - maio / 2013 (quarta)



Adoro véspera de feriado. Adoro amigos em casa. Adoro ser tia!!!

MAMARAZZI WEEK - maio/2013 (terça)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Cada dia conta! (Diário da Mirys)

Ás vezes, você vai vivendo a sua vida tranquilo, do mesmo jeito de sempre, passando correndo pelas coisas e pelas pessoas, esperando "o final de semana". Ou "as férias". Ou qualquer outro "grande acontecimento", onde supostamente as horas (as mesmas 24 de todos os outros dias) serão mais especiais. E nessa rotina, você acaba vivendo 52 sábados e 52 domingos, ao invés dos 365 dias de todo um ano. Ou apreciando apenas os 30 dias de folga e tempo com sua família, ao invés de todas as horas de todos os dias que você tem com os seus (mas que não aproveita porque são "normais").

Então, em alguma esquina desta vida, você conhece alguém que vive ao máximo, que valoriza tudo, que aprecia uma xícara de chá numa salinha à meia-luz, com uma avozinha que já tem a memória fraca DO MESMO JEITO que aprecia uma taça de vinho com o namorado na frente da torre Eiffel! E se pergunta: "como??? Como essa pessoa consegue??? Será que ela "não percebe" que estar em Paris é "bem melhor" do que numa cidadezinha do interior do Brasil??? Santa ingenuidade..."

Só que a pessoa segue feliz. E você segue esperando pelos grandes momentos.

A única diferença entre vocês é a perspectiva. Pra você, a vida tem que ter roteiro especial, alguns gastos a mais, sabores especiais, cenários de filme, trilha sonora adequada pra "acontecer". Pra ela, essa pessoa "ingênua", a vida não precisa de nada disso. A vida acontece! Aqui e agora. E, se não tem roteiro especial, ela cria! Se não tem gastos a mais, ela se satisfaz com o que tem. Se os sabores não são de iguarias, ela aprecia o chá da avó e aproveita pra fazer uma viagem mental à infância. Se o cenário não está perfeito, ela leva flores, ela troca a toalha da mesa, ela pinta uma tela e pendura na parede. Se não tem trilha sonora, ela liga o rádio (ou "liga" os ouvidos e curte o canto de um pássaro, o barulho do vento, a voz da sua avó).

Essa pessoa ingênua sabe que cada dia conta e que eles são preciosos demais nas nossas vidas! Um dia a mais que você passa correndo, esperando pelo final de semana, é um dia a menos que você terá pra abraçar aquele amigo, falar com a sua mãe, beijar seu amor, ler um livro pros seus filhos, tomar chá com a seus ascendentes. O nosso lado prático de sobrevivência já nos obriga a fazermos mil coisas burocráticas cotidianamente (como trabalhar, dirigir, dormir), não gaste o restante do seu tempo com "nada" de especial, esperando pelo "momento certo". Porque a vida está acontecendo ao seu lado, agora! Torne-a especial!!!

Porque você nunca sabe quantas outras oportunidades você vai ter de apreciar o que está aí, pertinho de você!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

MAMARAZZI WEEK alheio - Dani, Nayla e Vini (Diário do Guigo)

De vez em quando, a gente dá sorte - o MAMARAZZI WEEK inspira alguém que a gente ama muito, mas não mora perto o suficiente pra visitar toda hora! E a gente acaba recebendo fotos liiiiindas (tipo essas, da tia Mila, do blog super bacana "Casa com Detalhe") e acompanhando o crescimento de gente pequena que mora longe de nós.

Neste último mês, foi a vez da tia Dani presentear a mamãe! Elas são amigas desde a 4a série (tipo 7/8 anos de idade) e sempre participaram muito da vida uma da outra. Iam pra escola juntas, estudavam juntas, penduravam no telefone todas as noites. Quando cresceram e a mamãe mudou de cidade, elas se falavam por cartinhas (a MãMi a-do-ra um envelope chegando pelo correio...). Depois, quando eu nasci, elas voltaram a morar na mesma cidade, por 5 anos. Até que a gente se mudou, de novo.

A tia Dani teve uma bebezinha há 17 anos atrás e fez minha mãe virar "tia", com o peito cheio de orgulho, aos 20 anos!!! E, pra surpresa de todo mundo, minha tia teve o Vinícius muuuuuuuuuuuuuuito tempo depois. E eles viraram, assim, uma família maior, diferente da maioria, que mistura estudos pro vestibular com choro de bebê. Uma família completa!


(Segunda: Nayla "eu tinha acabado de voltar do ballet... Quando cheguei em casa, mamãe estava dando mamar para o Vini. Daí, depois tiramos a foto!")

(Terça: Nayla "Essa foi na hora do almoço, na casa da minha avó!")

(Quarta: Nayla "Feriadão! Tinha acabado de tomar banho pra sair, foi correria pra foto! Hahaha")

(Quinta: Nayla "Vini estava daaaando trabalho na hora do almoço.. Colocamos ele no colo pra foto, e ele saiu chorando mesmo.. O dia-a-dia é assim, né? Hahaha")

(Sexta: Nayla "O Vini estava quietinho na sexta, dando risadas, uma delícia!")


Pessoal, a gente ama MUITO vocês, tá? Obrigado por terem participado deste "mamarazzi week"!

PS: e você, participou? Mande suas fotos pra nós!!!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BC Musical - a minha letra!!! (Diário da Mirys)



Posso confessar: a-do-ro minha inicial!!! Por muuuuuitas razões. Vou contar uma história real e rápida.

Era uma vez um menino lindo chamado Miguel, que conheceu uma menina linda chamada Margarida (bibi Flor, pra nós). Eles se casaram, tiveram 10 filhos e viveram felizes pra sempre! Detalhe: todos os filhos tinham nomes começados por M (de Miguel e de Margarida). Um dia, a filha deles #5, chamada Mirtes, uma menina linda, conheceu um menino lindo chamado... José Getulio! Nada a ver com o "M" da família...

Nessa altura do campeonato, alguns irmãos da menina Mirtes já tinham se casado e tido filhos. E os sobrinhos tinham nomes começados por "M"!

Só que, na família do José Getulio, havia uma outra tradição: a sua mãe, Maria (olha o "M" aí, gente), tinha se casado com o José Antônio e tido quatro filhos, todos homens. José Roberto, José Getulio, José Haroldo e José Cláudio. Como conciliar as tradições familiares????

Quando a menina Mirtes e o menino JG tiveram seu primeiro filhote era, na verdade, uma filhota (eu!!!!). E eles tornaram a matemática que parecia impossível ("M" + "José" no 1o nome + uma menina) em algo fantástico: numa nova tradição! Eles perceberam que "Antônio", assim como "Roberto", "Getulio", "Haroldo" e "Cláudio" tinham 7 letras... e que todos os sobrenomes do menino e da menina tinham 7 letras... e decidiram que fariam homenagem à uma família com o "M" e à outra família com as 7 letras! Daí, viemos todos nós:

Miriane
Marilia
Matheus
Maiyara
Martina
Myrthes
Marjory
Mayanne
Melanie
Murillo

10 filhos. Todos com "M". Todos com 7 letras. Todos com taaaanta coisa e tanta história em comum. Todos tão diferentes!
Porque a letra "M" é assim: eclética! E "M", na música (que também começa com "m"), também existe pra todos os gostos! Pra quem quer ser romântico, pra quem quer dançar, pra quem é jovem, pra quem é mais maduro, pra quem gosta de português, pra quem se entende com inglês... escolha a sua e divirta-se!!!

My girl (Smokey Robinson)
My way (Frank Sinatra)
Monte castelo (Legião Urbana)
Meu erro (Paralamas do Sucesso)
My immortal (Evanescence)
Metade (Oswaldo Montenegro)
Me abraça (Ivete Sangalo)
My all (Mariah Carey)
Mania de você (Rita Lee)
Moves like Jagger (Marron 5)
My way (Elvis Presley - se você preferir a voz dele)
Minha vida (Rita Lee - adaptando The Beatles)
My happy ending (Avril Lavigne)
More than words (Extreme - uma das minhas preferidas. Sempre!)
Melhor metade (Jorge e Mateus)


Quer mais músicas começadas pela inicial? Na blogagem coletiva, lá no Moça de Familia, tem!



PS: na verdade, a última música se chama "Duas Metades", mas eu sempre chamo de "Melhor Metade". Eu sei... eu sei... eu sei que é sertaneja e que existe um certo preconceito com o gênero. Mas, FOCA! Presta atenção na letra! É linda!!! H, essa é pra você - minha melhor metade (3 Ms pra você).

terça-feira, 19 de março de 2013

As coisas simples são lindas! (Diário da Mirys)

Ter um recém-nascido em casa dá trabalho... cansa... tira horas de sono... determina todo um novo ritmo. Mas há também (e principalmente) a beleza! O deslumbre com o tamanho da boquinha, da mão ou do pé. O apaixonar-se em cada "carinho". A (re)descoberta de ser mãe. O admirar incansável. A graça de ver novos relacionamentos serem criados.

E, se você quiser olhar por este lado mágico, verá que as coisas mais simples são lindas! Como um colo de primo, uma meia minúscula, uma conversa silenciosa da mãe e o seu bebê.











quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MAMARAZZI WEEK - fev / 2013 (quarta)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Amigas de infância! (Diário da Mirys)

Há muito tempo... num reino muito, muito distante... uma menininha de 8 anos mudou de escola. Foi para a 4a série (ainda era "série", pessoal! Olha a antiguidade desta lenda urbana! rsrs), numa escola pública, bem mais perto da casa dos seus pais. Ela vinha de uma escola particular, aprendia fácil e, por causa destes dois fatores, ela era... chatinha! E é muito difícil para uma criança chata fazer amizades. Mesmo praquelas que não são tímidas (e ela não era).

Já no primeiro dia, uma outra menina ficou por perto. Essa foi a primeira e única amizade daquela garota extrovertida por um booooom tempo.

O tempo passou e as duas meninas iam ficando cada vez mais grudadas. Passavam a manhã toda na escola, juntas. As tardes, faziam tarefas e estudavam pras provas, juntas. Às noites, não era raro o pai da menininha manda-la desligar o telefone (fixo, ainda... ôh antiguidade...) porque ela já estava há hooooooras conversando com a sua amiga.

As 2 cresceram e a vida (ah, essa engraçadinha...) deu um jeito de separar as amigas. Mas só fisicamente. Em lugares e épocas diferentes, elas viajaram, estudaram, tiveram filhos, casaram, enviuvaram, se formaram (na mesma faculdade, mas com anos e anos de diferença), trocaram de casa, de emprego, de sonhos. Ás vezes, ficaram separadas por ruas... outras por estradas (uma em cada canto do estado)... outras, ainda, por oceanos. Mas, sempre davam um jeitinho de participar da vida uma da outra!

A amiga já foi considerada "culpada", por muitas vezes, pelas bobagens que a menininha fazia (porque ela sempre estava por perto). Mesmo assim, seu apelido era "consciência" porque ela sempre foi mais sensata e centrada. A menininha não... ela era passional, sonhadora, se arriscava. Ela viajou por vários lugares e sempre tentava levar a amiga junto, através de inúmeros cartões postais e cartas de 4, 5 páginas! Com todos os detalhes que uma amiga poderia querer e que fazem as pessoas serem "elas mesmas", no meio de tanta gente.

Com 20 anos, a amiga sossegou: se casou, começou a trabalhar e deu o melhor presente que a menininha podia querer naquele ano - teve uma filha linda! Alguém que foi a primeira pessoa a chamar a menininha de "tia"!!! E como ela adorou aquele novo título!!!!!! Mas, ela ainda não tinha aquietado: faltava fazer uma pós, faltava morar fora do país, faltava conhecer mais pessoas, mais lugares, mais culturas... e a menininha só foi engravidar com 29 anos. Como ela torceu pra sua amiga ficar grávida junto!!! Não seria incrível???? Seria... mas não aconteceu. E a menininha engravidou, de novo, dois anos depois. De novo, a mesma torcida pra ter sua amiga na mesma experiência, no mesmo momento. Mas não era pra acontecer.

Mais (quase) uma década se passou e, numa bela tarde, a menininha recebe um torpedo: "você vai ser tia"!!!! Ela leu, releu, releu, releu, releu, releu, apertou o botão verde do celular (beeeeem mais moderna, agora, a nossa estória) e perguntou pra amiga se estava lendo o que estava lendo. SIM!!!! E de um menino!

E foi assim que (17 anos e) 9 meses depois, a menininha pode registrar esses momentos e participar, mais uma vez, da vida da sua amiga! Quanta honra!!!























Seja muitíssimo bem vindo, Viní!
Celebraremos o dia 26.02 pra sempre!!!
Eu JÁ te amo!!!
Tia Mi


Falem a verdade? Ela não ficou uma grávida LINDÍSSIMA?????? Eu acho!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ensaio de casamento (Diário da Nina)

Eu a-do-ro ser daminha de casamento! Posso levar as alianças, ser florista, só entrar sorrindo... tanto faz! Eu gosto é de FAZER PARTE de um dia que será pra sempre lembrado por muitas pessoas!!!

Eu gosto tanto que já fui daminha umas... sei lá... 12 vezes (acho)! Talvez 11... A primeira vez, eu fui daminha do tio Jr e da tia L. Eu tinha dois anos de idade e entrei vestida de rosa (mamãe adora daminha com cara de criança, e não de mini noiva), puxando um carrinho rosa, cheio de latinhas e corações atrás, com as letras dos nomes dos noivos. A aliança vinha presa no assento do carro. Quando eu cheguei lá na frente, o tio Jr se abaixou, abriu uma caixinha e me deu um anel com uma pedrinha rosa. Colocou no meu dedo e eu fui chorando pro colo do Nono: "Nono, Nono, eu casei com a tia Li e o tio Jú! Veja! Eu tenho até uma aliança!" Roubei a cena...

A partir de então, não parei mais de ser daminha! O tio Jr brinca com a minha mãe dizendo que ele vai me agenciar! Rsrsrs. Afinal, foi ele quem me descobriu pro ramo!

E, no último final de semana, lá fomos nós, bem cedinho, pra outra cidade, pra fazer o último ensaio do próximo casamento. Se eu adooooorooooo ser daminha, minha mãe adoooooora fazer fotos de casamentos. Antes, durante e depois. Ela adora a felicidade que está no ar, o clima de expectativa, a empolgação. Desta vez, eu serei florista, com mais 3 primas. Mais uma prima será daminha. Mais um priminho será pajem. 6 crianças. 6 motivos para os adultos sorrirem, se emocionarem, chorarem...





Nós praticamos entrada e saída...









Sob os olhares atentos da noiva (e das tias que estavam por lá)...



E, depois, enquanto os adultos acertavam os detalhes, nós fomos brincar ao lado da igreja! Pena que o casamento será à noite e ninguém verá esse jardim...











Noiva feliz! Daminhas felizes! E mamãe com fotos lindas pra mostrar!



PS: não, a gente não errou na matemática! Serão 5 meninas e 1 menino, no grande dia! Mas, no ensaio, ficou faltando uma prima, que estava viajando...