Num resumo, beeeeeeeem resumido, o final das férias foi assim:
Explorações a vários lugares incríveis, muitos amigos jantando / dormindo em casa, distribuição de livros por aí, horas intermináveis de conversas e jogos de computadores, muitos filmes, preparação (e curtição) de aniversário de amigos, saudades de muitos queridos que não deu tempo de visitar, presença na gravação de um DVD de uma banda de rock, experimentos de comida japonesa (adorei sushi!), comemoração do primeiro ano de casamento da mamãe e do papai. Fotos, muitas fotos! Porque daqui uns meses (ou semanas), a gente quer reviver tudo isso!
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Na esquina... (Diário da Mirys)
Ela dirigia rápido pra casa, sem tempo pra muita coisa, sem prestar atenção em nada, repassando a lista de "coisas a fazer" na cabeça. De repente, o semáforo fecha, ela sai dos próprios pensamentos, e vê o beijo. Tranquilo. Apaixonado. Um beijo / abraço, sabe o tipo? Daquele que é desespero de ser o último (ou primeiro) e intimidade de ser "mais um".
Só que o casal era adolescente. 12 anos. 13 anos. No máximo! E ela pensou: "daqui a pouco são os meus (filhos) e eu não tô preparada. É muito cedo!" Porque era mesmo. Cedo demais pra alguém beijar assim.
"Modernidades...", pensou ela. E, quando o semáforo abriu, ela foi embora com mais uma coisa na lista enorme de coisas da cabeça: conversar com as crianças.
Tá bom. Duas coisas. Conversar com as crianças e ligar pro marido. Quando eles se encontrassem, ela queria um beijo daqueles...
Só que o casal era adolescente. 12 anos. 13 anos. No máximo! E ela pensou: "daqui a pouco são os meus (filhos) e eu não tô preparada. É muito cedo!" Porque era mesmo. Cedo demais pra alguém beijar assim.
"Modernidades...", pensou ela. E, quando o semáforo abriu, ela foi embora com mais uma coisa na lista enorme de coisas da cabeça: conversar com as crianças.
Tá bom. Duas coisas. Conversar com as crianças e ligar pro marido. Quando eles se encontrassem, ela queria um beijo daqueles...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O primeiro ano! (Diário da Mirys)
Não sei por que, mas o primeiro ano tem um "que" de especial. Pode reparar: em namoros, filhos que nascem, emprego novo, casamentos - no primeiro ano, a gente vê a vida sob lente de aumento! A gente comemora tudo! Mês a mês, todas as primeiras experiências, cada uma das novidades!
E eu fico com a sensação de que a cada comemoração, celebramos a vida, o amor, a amizade!
E eu fico com a sensação de que a cada comemoração, celebramos a vida, o amor, a amizade!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Ensaio de casamento (Diário da Nina)
Eu a-do-ro ser daminha de casamento! Posso levar as alianças, ser florista, só entrar sorrindo... tanto faz! Eu gosto é de FAZER PARTE de um dia que será pra sempre lembrado por muitas pessoas!!!
Eu gosto tanto que já fui daminha umas... sei lá... 12 vezes (acho)! Talvez 11... A primeira vez, eu fui daminha do tio Jr e da tia L. Eu tinha dois anos de idade e entrei vestida de rosa (mamãe adora daminha com cara de criança, e não de mini noiva), puxando um carrinho rosa, cheio de latinhas e corações atrás, com as letras dos nomes dos noivos. A aliança vinha presa no assento do carro. Quando eu cheguei lá na frente, o tio Jr se abaixou, abriu uma caixinha e me deu um anel com uma pedrinha rosa. Colocou no meu dedo e eu fui chorando pro colo do Nono: "Nono, Nono, eu casei com a tia Li e o tio Jú! Veja! Eu tenho até uma aliança!" Roubei a cena...
A partir de então, não parei mais de ser daminha! O tio Jr brinca com a minha mãe dizendo que ele vai me agenciar! Rsrsrs. Afinal, foi ele quem me descobriu pro ramo!
E, no último final de semana, lá fomos nós, bem cedinho, pra outra cidade, pra fazer o último ensaio do próximo casamento. Se eu adooooorooooo ser daminha, minha mãe adoooooora fazer fotos de casamentos. Antes, durante e depois. Ela adora a felicidade que está no ar, o clima de expectativa, a empolgação. Desta vez, eu serei florista, com mais 3 primas. Mais uma prima será daminha. Mais um priminho será pajem. 6 crianças. 6 motivos para os adultos sorrirem, se emocionarem, chorarem...
Nós praticamos entrada e saída...
Sob os olhares atentos da noiva (e das tias que estavam por lá)...
E, depois, enquanto os adultos acertavam os detalhes, nós fomos brincar ao lado da igreja! Pena que o casamento será à noite e ninguém verá esse jardim...
Noiva feliz! Daminhas felizes! E mamãe com fotos lindas pra mostrar!
PS: não, a gente não errou na matemática! Serão 5 meninas e 1 menino, no grande dia! Mas, no ensaio, ficou faltando uma prima, que estava viajando...
Eu gosto tanto que já fui daminha umas... sei lá... 12 vezes (acho)! Talvez 11... A primeira vez, eu fui daminha do tio Jr e da tia L. Eu tinha dois anos de idade e entrei vestida de rosa (mamãe adora daminha com cara de criança, e não de mini noiva), puxando um carrinho rosa, cheio de latinhas e corações atrás, com as letras dos nomes dos noivos. A aliança vinha presa no assento do carro. Quando eu cheguei lá na frente, o tio Jr se abaixou, abriu uma caixinha e me deu um anel com uma pedrinha rosa. Colocou no meu dedo e eu fui chorando pro colo do Nono: "Nono, Nono, eu casei com a tia Li e o tio Jú! Veja! Eu tenho até uma aliança!" Roubei a cena...
A partir de então, não parei mais de ser daminha! O tio Jr brinca com a minha mãe dizendo que ele vai me agenciar! Rsrsrs. Afinal, foi ele quem me descobriu pro ramo!
E, no último final de semana, lá fomos nós, bem cedinho, pra outra cidade, pra fazer o último ensaio do próximo casamento. Se eu adooooorooooo ser daminha, minha mãe adoooooora fazer fotos de casamentos. Antes, durante e depois. Ela adora a felicidade que está no ar, o clima de expectativa, a empolgação. Desta vez, eu serei florista, com mais 3 primas. Mais uma prima será daminha. Mais um priminho será pajem. 6 crianças. 6 motivos para os adultos sorrirem, se emocionarem, chorarem...
Nós praticamos entrada e saída...
Sob os olhares atentos da noiva (e das tias que estavam por lá)...
E, depois, enquanto os adultos acertavam os detalhes, nós fomos brincar ao lado da igreja! Pena que o casamento será à noite e ninguém verá esse jardim...
Noiva feliz! Daminhas felizes! E mamãe com fotos lindas pra mostrar!
PS: não, a gente não errou na matemática! Serão 5 meninas e 1 menino, no grande dia! Mas, no ensaio, ficou faltando uma prima, que estava viajando...
domingo, 22 de julho de 2012
Interlúdio 10 - sozinha, no meio de uma multidão (Diário da Mirys)
Sabe quando você está nervoso, sem querer estar, e alguém te fala: “fica calmo” e você fica mais nervoso???? Sabe aquela sensação irritante de impotência??? Aquela vontade louca de controlar o incontrolável, de fazer a pessoa que conversa com você entender o seu ponto, sem que ela queira entender? Então... pra mim, ficar sozinha era isso. Algo que eu estava e não estava, sem querer estar e não estar. Algo que ninguém entendia! Eu explico...
Fisicamente, eu queria estar sozinha. Pelo menos, em algumas horas, eu queria muito estar sozinha! Mas, não estava... Nos primeiros meses (sim, meses!), após o acidente, minha mãe e minha sogra passavam as semanas na minha casa. Só que era uma casa para pai+mãe+2filhinhos. Então, pra dormir, elas dormiam na minha cama, porque era o melhor que eu tinha a oferecer. No espaço do “pai”, que não existia mais (simplesmente, porque todos os outros estavam ocupados e eu queria manter a vida “normal” das crianças). Quando elas não puderam ir, se certificaram de que uma irmã ou uma amiga minha iria. Porque eu “não podia ficar sozinha” (essa era a frase dos bastidores).
Nos finais de semana, quando eu saia da minha “casa”, íamos pra casa de um dos avós. Porque as crianças tinham tios, primos, avós, amigos naquelas cidades. Tinham a programação da igreja. Tinham as festinhas de aniversários. Porque o mundo não parou e eu queria que os meus filhos estivessem nesse mundo que continuava, da forma mais corriqueira que eu conseguisse. Eu também levava as crianças pra perto dos familiares porque eles (familiares) também tinham perdido um filho/genro/cunhado/irmão, também sofriam (eu sempre achei que a minha dor não me dava carta branca pra desrespeitar ou minimizar a dor dos outros), eles queria, pediam e precisavam das crianças por perto para “pensar em outras coisas”, pra se alegrar, pra ver que a vida continuava. E as crianças SEMPRE alegraram!
Mas, no meu “brilhante” plano, quando o final de semana chegasse, eu poderia deixar as crianças com os avós ou tios e ficar um pouco só comigo mesma. Ir no cinema, passear em qualquer lugar, andar a esmo por aí, basicamente “sumir do mundo” e chorar um pouco. Viver meu luto, que eu não vivia, durante a semana. Só que, de novo, entrava todo mundo em campo com a missão de me salvar de mim mesma e da minha solidão. “Você vai no cinema? Vou junto! Queria meeeeesmo ver esse filme cult que eu não vou entender nada!” “Você vai comprar material escolar pras crianças? Bárbaro! Eu queria mesmo ver umas coisinhas, também” (detalhe, a pessoa não tem filhos, nem estuda!) “Você vai na depilação? Vou junto e a gente aproveita e bate um papinho!” Não adiantava eu falar que não precisava, que tudo bem eu ir sozinha, que eu só ia dar uma volta. Alguém SEMPRE ia junto. Talvez não parecesse tanto assim ou tão sufocante pros outros (até porque eles eram muitos pra se dividir nessa tarefa e sempre tinha alguém que não estava comigo), mas eu confidencio a vocês que isso acontecia em 100% do meu tempo!
PS: isso ficou ainda mais claro pra mim, quando uma outra pessoa, também viúva, estava na casa dos meus pais e, depois de alguns dias vendo o que acontecia, ela brincou comigo: “pelo menos, quando você vai tomar banho, você consegue ir sozinha? Chore por lá!”
E foi assim até que, um dia, do nada, eu me atrevi a falar “não”. “Não, você não vai comigo. Não precisa e eu não quero.” “Mas, Mirys... tuuuuudo que eu tinha planejado pra minha tarde era mesmo refazer as unhas do pé que eu fiz ontem” “Então, faça suas unhas do pé porque EU não vou na pedicure. Eu vou ao cemitério.” “Quer companhia?....” “Não.” Pronto, eu tinha descoberto minha palavra mágica: cemitério. Então, quando eu queria respirar, quando eu achava que o assédio era demais pra mim, eu dizia “posso deixar as crianças aqui um minutinho, que eu preciso sair...” “você vai lá?” “vou. Vou no cemitério.” E saia. Milagrosamente sozinha! Mas, como eu não sou de mentir, eu acabava mesmo indo até o cemitério (e foi assim que eu comecei a visitar “o lugar dele”, uns 9 ou 10 meses depois do acidente).
Fisicamente, foi assim. Eu só estava sozinha, quando estava no cemitério. Fora isso, tinha sempre alguém por perto, “só por garantia”.
Emocionalmente, era outra estória... Emocionalmente, eu estava completa e totalmente sozinha! E como eu ainda me sentia casada, mesmo anos depois de ter ficado viúva, eu mesma “me proibia” de ter outra pessoa e me sentenciava a continuar sozinha. E é um vazio muito grande esse...
Exatamente aí, a confusão se formava. Toda vez que eu recebia um convite pra algo que não estava a fim, tipo ir no casamento do amigo do cunhado do primo do marido de uma amiga/irmã, onde todo mundo ia de casal, eu dizia: “não obrigada, eu não vou. Lá todos vão estar acompanhados e eu estou sozinha....”. E em todas as vezes eu recebia uma resposta do tipo “você não está sozinha. A gente vai estar lá.” Como se estar cercada de gente (conhecida ou não) fosse diminuir a realidade da minha solidão. Como se eu não pudesse me sentir sozinha só porque tinha uma multidão ao meu redor. Estar acompanhada (e não sozinha) fisicamente é diferente de se sentir sozinha emocionalmente. Qual é a grande dificuldade em entender isso?...
Cenas do próximo capítulo aqui.
Fisicamente, eu queria estar sozinha. Pelo menos, em algumas horas, eu queria muito estar sozinha! Mas, não estava... Nos primeiros meses (sim, meses!), após o acidente, minha mãe e minha sogra passavam as semanas na minha casa. Só que era uma casa para pai+mãe+2filhinhos. Então, pra dormir, elas dormiam na minha cama, porque era o melhor que eu tinha a oferecer. No espaço do “pai”, que não existia mais (simplesmente, porque todos os outros estavam ocupados e eu queria manter a vida “normal” das crianças). Quando elas não puderam ir, se certificaram de que uma irmã ou uma amiga minha iria. Porque eu “não podia ficar sozinha” (essa era a frase dos bastidores).
Nos finais de semana, quando eu saia da minha “casa”, íamos pra casa de um dos avós. Porque as crianças tinham tios, primos, avós, amigos naquelas cidades. Tinham a programação da igreja. Tinham as festinhas de aniversários. Porque o mundo não parou e eu queria que os meus filhos estivessem nesse mundo que continuava, da forma mais corriqueira que eu conseguisse. Eu também levava as crianças pra perto dos familiares porque eles (familiares) também tinham perdido um filho/genro/cunhado/irmão, também sofriam (eu sempre achei que a minha dor não me dava carta branca pra desrespeitar ou minimizar a dor dos outros), eles queria, pediam e precisavam das crianças por perto para “pensar em outras coisas”, pra se alegrar, pra ver que a vida continuava. E as crianças SEMPRE alegraram!
Mas, no meu “brilhante” plano, quando o final de semana chegasse, eu poderia deixar as crianças com os avós ou tios e ficar um pouco só comigo mesma. Ir no cinema, passear em qualquer lugar, andar a esmo por aí, basicamente “sumir do mundo” e chorar um pouco. Viver meu luto, que eu não vivia, durante a semana. Só que, de novo, entrava todo mundo em campo com a missão de me salvar de mim mesma e da minha solidão. “Você vai no cinema? Vou junto! Queria meeeeesmo ver esse filme cult que eu não vou entender nada!” “Você vai comprar material escolar pras crianças? Bárbaro! Eu queria mesmo ver umas coisinhas, também” (detalhe, a pessoa não tem filhos, nem estuda!) “Você vai na depilação? Vou junto e a gente aproveita e bate um papinho!” Não adiantava eu falar que não precisava, que tudo bem eu ir sozinha, que eu só ia dar uma volta. Alguém SEMPRE ia junto. Talvez não parecesse tanto assim ou tão sufocante pros outros (até porque eles eram muitos pra se dividir nessa tarefa e sempre tinha alguém que não estava comigo), mas eu confidencio a vocês que isso acontecia em 100% do meu tempo!
PS: isso ficou ainda mais claro pra mim, quando uma outra pessoa, também viúva, estava na casa dos meus pais e, depois de alguns dias vendo o que acontecia, ela brincou comigo: “pelo menos, quando você vai tomar banho, você consegue ir sozinha? Chore por lá!”
E foi assim até que, um dia, do nada, eu me atrevi a falar “não”. “Não, você não vai comigo. Não precisa e eu não quero.” “Mas, Mirys... tuuuuudo que eu tinha planejado pra minha tarde era mesmo refazer as unhas do pé que eu fiz ontem” “Então, faça suas unhas do pé porque EU não vou na pedicure. Eu vou ao cemitério.” “Quer companhia?....” “Não.” Pronto, eu tinha descoberto minha palavra mágica: cemitério. Então, quando eu queria respirar, quando eu achava que o assédio era demais pra mim, eu dizia “posso deixar as crianças aqui um minutinho, que eu preciso sair...” “você vai lá?” “vou. Vou no cemitério.” E saia. Milagrosamente sozinha! Mas, como eu não sou de mentir, eu acabava mesmo indo até o cemitério (e foi assim que eu comecei a visitar “o lugar dele”, uns 9 ou 10 meses depois do acidente).
Fisicamente, foi assim. Eu só estava sozinha, quando estava no cemitério. Fora isso, tinha sempre alguém por perto, “só por garantia”.
Emocionalmente, era outra estória... Emocionalmente, eu estava completa e totalmente sozinha! E como eu ainda me sentia casada, mesmo anos depois de ter ficado viúva, eu mesma “me proibia” de ter outra pessoa e me sentenciava a continuar sozinha. E é um vazio muito grande esse...
Exatamente aí, a confusão se formava. Toda vez que eu recebia um convite pra algo que não estava a fim, tipo ir no casamento do amigo do cunhado do primo do marido de uma amiga/irmã, onde todo mundo ia de casal, eu dizia: “não obrigada, eu não vou. Lá todos vão estar acompanhados e eu estou sozinha....”. E em todas as vezes eu recebia uma resposta do tipo “você não está sozinha. A gente vai estar lá.” Como se estar cercada de gente (conhecida ou não) fosse diminuir a realidade da minha solidão. Como se eu não pudesse me sentir sozinha só porque tinha uma multidão ao meu redor. Estar acompanhada (e não sozinha) fisicamente é diferente de se sentir sozinha emocionalmente. Qual é a grande dificuldade em entender isso?...
Cenas do próximo capítulo aqui.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
About marriage... (Diário da Mirys)
"Não se case com alguém com quem você consiga viver...
Case-se com alguém que você não consiga viver sem."
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Alemanha - liebe (Diário da Mirys)
Liebe significa "amor", em alemão.
E apesar da gente ter uma ideia (errada) de que os alemães são frios, individualistas, nada românticos...(ao contrário de nós, brasileiros)
É só passear um pouquinho pela Alemanha que você descobre que os alemães são bem diferentes!
Eu vi lugares românticos pacas, pessoas andando de mãos dadas nas ruas, uma hospitalidade incrível, gestos de ternura.
"Love is in the air, baby"! Ou como quer que seja que se fale isso em alemão!!!
PS: algo que eu achei SENSACIONAL foi uma tradição de casamento que eles têm. É assim: antes da festa começar, os pais dos noivos distribuem cartões postais para todos os convidados, já endereçados aos noivos. E também distribuem balões cheios de gás helio. Cada convidados escreve seus votos para o novo casal, amarra seu cartão num balão e vai todo mundo pra um lugar aberto. Então, todos juntos soltamos nossos balões pelo ar (é liiiiiiiiiiiiiiiiindo de se ver!) e eles sobrevoam a cidade. Quando o balão cai / desce, a pessoa que encontrar o cartão (qualquer pessoa, galera! TODO MUNDO FAZ E RESPEITA ISSO!) coloca na caixa de correios mais próxima e os noivos, mesmo meses depois do casamento, continuam a receber os cartões que seus convidados escreveram. Não é o máximo???? Eu quero!!!
sábado, 31 de março de 2012
Dica de fotografia 16 e Desafio CrazyJoy! (Diário da Mirys)
Durante as nossas "dicas de fotografia" vocês foram vendo umas fotos com coisinhas diferentes, alguns toques pessoais, uns detalhes que enfeitam a imagem. Nem sempre se percebe, mas essas coisas foram colocadas ali DE PROPÓSITO!!!
Dica de fotografia # 16 = acessórios
Nos EUA, é muito comum as fotos com "props", que são os acessórios usados para dar um tchan na fotografia! Por aqui, não tem muita gente que usa, não. Mas... por que não??? Fica bem legal, não é mesmo?
Os acessórios são perfeitos quando precisamos fazer retratos porque eles ajudam a "entender" as pessoas, do que elas gostam, o que fazem, o que gostariam de fazer, quais os sonhos. Então, nos próximos cliques, lembre-se de pedir que o modelo traga "aquele" livro que ele ama, o instrumento que ele toca, etc, etc, etc.
Geralmente, os acessórios são levados PROPOSITALMENTE pra foto (ou você acha que a menininha abaixo carrega essa lanterna pra todo lado???). Só pra fazer charme! Só pra deixar bonito! Só pra entrar no clima!
Mas pode ser algo que você já ia usar mesmo, tipo uma mala para uma noiva que está indo pegar o avião pra sua lua-de-mel. Ou algo que já tem num lugar, tipo uma geladeira colorida.
Quando você pensa em fotos de bebês, rapidinho pensa na Anne Guedes! Mesmo que você não saiba que ela é ela ou quem foi que clicou aquelas imagens, com certeza você já viu uma delas por aí! É a rainha de usar acessórios com bebês!!!
Nos próximos aniversários, que tal separar um cantinho especial no salão, colocar um fundo bem bacana (que pode ser feito de tnt ou mesmo de papel crepon - esse da festa da Nina foi feito desse papel decorado), e disponibilizar "acessórios" pra galera??? As fotos vão ficar bem mais divertidas!!!
A gente até achou um site que disponibiliza todos esses "props" aí de cima, pra vocês, pra imprimir e usar!!!! E ainda ensina a fazer!!! Passa lá: Oh happy day!
Qual seu plano pro futuro? Uma viagem? Uma faculdade? Um filho? Uma profissão? Um casamento? Que tal colocar isso na foto, registrar o momento e deixar num lugar bem legal, pra te incentivar?
E para registrar um noivado, um casamento, para criar uma fotinho interessante e diferente para mandar para os amigos deixarem a data escolhida por vocês já separada para comparecem no casamento, que tal usar alguns acessórios??? Não fica lindo???
Se nada disso der certo, colha umas flores na rua, encontre um cantinho charmoso, faça um clique beeeeem legal e depois brinque no "picnik". Olha só o que dá pra fazer!!!
Por hoje é só, pessoal! Gostaram? Contem pra nós, vai? Que estamos carentes de comentários...
E, pra quem quiser entrar na brincadeira e praticar o olhar, a palavra do desafio CrazyJoy (louca alegria) de fotografia, pra essa semana é "SONHO". Tente registrar o seu sonho numa foto e mande pra nós! Aproveite para usar acessórios para nos dar a dica!!!!
Bjos e bençãos.
Mirys
Fotos da Anne Guedes daqui, daqui e daqui. As outras eu não tenho mais a referência. Se alguma for sua, é só me avisar, que eu dou os devidos créditos, está bem?
Dica de fotografia # 16 = acessórios
Nos EUA, é muito comum as fotos com "props", que são os acessórios usados para dar um tchan na fotografia! Por aqui, não tem muita gente que usa, não. Mas... por que não??? Fica bem legal, não é mesmo?
Os acessórios são perfeitos quando precisamos fazer retratos porque eles ajudam a "entender" as pessoas, do que elas gostam, o que fazem, o que gostariam de fazer, quais os sonhos. Então, nos próximos cliques, lembre-se de pedir que o modelo traga "aquele" livro que ele ama, o instrumento que ele toca, etc, etc, etc.
Geralmente, os acessórios são levados PROPOSITALMENTE pra foto (ou você acha que a menininha abaixo carrega essa lanterna pra todo lado???). Só pra fazer charme! Só pra deixar bonito! Só pra entrar no clima!
Mas pode ser algo que você já ia usar mesmo, tipo uma mala para uma noiva que está indo pegar o avião pra sua lua-de-mel. Ou algo que já tem num lugar, tipo uma geladeira colorida.
Quando você pensa em fotos de bebês, rapidinho pensa na Anne Guedes! Mesmo que você não saiba que ela é ela ou quem foi que clicou aquelas imagens, com certeza você já viu uma delas por aí! É a rainha de usar acessórios com bebês!!!
Nos próximos aniversários, que tal separar um cantinho especial no salão, colocar um fundo bem bacana (que pode ser feito de tnt ou mesmo de papel crepon - esse da festa da Nina foi feito desse papel decorado), e disponibilizar "acessórios" pra galera??? As fotos vão ficar bem mais divertidas!!!
A gente até achou um site que disponibiliza todos esses "props" aí de cima, pra vocês, pra imprimir e usar!!!! E ainda ensina a fazer!!! Passa lá: Oh happy day!
Qual seu plano pro futuro? Uma viagem? Uma faculdade? Um filho? Uma profissão? Um casamento? Que tal colocar isso na foto, registrar o momento e deixar num lugar bem legal, pra te incentivar?
E para registrar um noivado, um casamento, para criar uma fotinho interessante e diferente para mandar para os amigos deixarem a data escolhida por vocês já separada para comparecem no casamento, que tal usar alguns acessórios??? Não fica lindo???
Se nada disso der certo, colha umas flores na rua, encontre um cantinho charmoso, faça um clique beeeeem legal e depois brinque no "picnik". Olha só o que dá pra fazer!!!
Por hoje é só, pessoal! Gostaram? Contem pra nós, vai? Que estamos carentes de comentários...
E, pra quem quiser entrar na brincadeira e praticar o olhar, a palavra do desafio CrazyJoy (louca alegria) de fotografia, pra essa semana é "SONHO". Tente registrar o seu sonho numa foto e mande pra nós! Aproveite para usar acessórios para nos dar a dica!!!!
Bjos e bençãos.
Mirys
Fotos da Anne Guedes daqui, daqui e daqui. As outras eu não tenho mais a referência. Se alguma for sua, é só me avisar, que eu dou os devidos créditos, está bem?
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