Nos dias antes do MEU DIA, com o tema escolhido (novela da Escola Carrossel), nós fizemos os convites e as compras.
Na noite anterior, eu ajudei a mamãe a preparar tudo...
Na tarde da festa, depois da escola, nós organizamos tudo sobre a mesa.
E a minha festa ficou do jeitinho que eu queria!!!! Lousa na porta:
Faixa branca na mesa, para todo mundo deixar recados (e pra identificar as comidas)!
Caixa do presente social:
Competição de música (beeeeeem ao estilo "qual é a música?", programa que a mamãe adorava assistir! Na festa, foi assim: a mamãe sentada no chão, muitas crianças ao redor dela, e ela dizia "quem conhece uma música com a palavra...X!". Quem soubesse, ficava em pé, cantava e ganhava pontos!). DIVERTIDÍSSIMA!!!
Espaço para fotos com o meu nome em letras coloridas!
Bandeirinhas penduradas na mesa, com meu nome, de novo (porque crianças adoram tirar fotos sentadas no chão!)!
Muitos amigos, tios, primo, irmão, mãe, todo mundo disposto a brincar e se divertir de montão!!!!
E, no final, ajuda do Johnny Boy (meu primo!), para abrir os presentes!
E, no ano que vem, tem mais!!!
Veja a ideia do tema (e as inspirações) aqui. Ah! E, em breve, a mãmi volta com mais inspirações, segredos de bastidores e todos os "detalhes" que fizeram a diferença por aqui, tá?
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Hora H 6 - Keep the eye contact! (Diário da Mirys)
Estávamos em agosto de 2011, eu era viúva desde janeiro de 2010, e desde então, eu nunca mais tinha namorado com ninguém. Nem namoro de um dia ou uma noite! Os meses tinham se passado e eu tinha cuidado das crianças, mantido a família o mais próxima possível, curtido meus amigos e seus filhos, tentado ser uma boa mãe / filha / irmã / amiga / madrinha / etc e tal.
Eu não era esposa, namorada, noiva, sainte, ficante, caso, nada! De ninguém! E não ser alguma coisa, de alguém, depois daqueles meses todos, tinha começado a me incomodar. E eu achei, em maio ou junho de 2011, que era hora de começar a abrir algumas gavetas. Mas como isso era difícil!!!
Como eu tinha perdido toda a prática nesse negócio de sair, olhar, ser olhada, criar relacionamentos, eu decidi começar pela estaca zero e fiz o que achava que deveria fazer: pedi! Eu orava e orava, apresentando pra Deus todo o "curriculum" da pessoa que eu queria pra mim. Mas sempre terminava com o "SE e QUANDO" Ele quisesse... e como é duro esperar por esse "se" e esse "quando"...
Ainda ia demorar algum tempo pra eu ter a minha crise final, lá do outro lado do mundo, chegar na beira do abismo e falar: "tá! Agora vai!". E, como eu disse que essa saga poderia se chamar "Enquanto Isso", ao invés de "Hora H", tenho que dizer que ENQUANTO eu estava nas minhas crises de "ninguém me ama, ninguém me quer", o H estava por perto e, naquele sábado, tinha nos chamado pra dançar! Eu e a M, minha amiga. Ela aceitou! De cara! E eu pensei "por que não?". E fomos!
Eles (que estavam no mesmo carro) me seguiram até em casa, eu guardei o meu carro, entrei no carro dele e fomos, os 3, passear pela graaaaaaande Jaú. Me senti vivendo num mundo "à parte". Para onde quer que eu olhasse, eu não conhecia ninguém!!! Ou, se conhecesse, era algo do tipo: "nossa! A fulana! Ela estudou com a minha irmã (10 anos mais nova!!!!!), no pré primário!". Pois bem, a fulana do pré primário era, hoje, uma menina linda, de uns 20 e poucos anos, com aqueles cabelos / corpo / rosto / atitude que só as pessoas de 20 e poucos anos têm. E isso me lembrava que eu, EUZINHA, já tinha mais de 30!!! Aff... E como, na minha cabeça, NINGUÉM OLHAVA PRA MIM, eu devia estar com 30 anos...e um bagaço!
Eu olhava no espelho e me via igual. Não tinha engordado, nem emagrecido. O cabelo continuava lindo, leve e solto. As mesmas roupas de sempre me serviam. Nem uma ruguinha. Só a olheira (essa abençoada) é que tinha aparecido... mas nada que um corretivo não resolvesse. Em síntese, o espelho me dizia que eu NÃO estava tão mal assim. Mas eu tinha certeza de que ele mentia pra mim!!! Ah, espelho, seu danadinho!... Tentando me enganar, é?
Quando a gente estava chegando no estacionamento, eu louca pra entrar e dançar até não poder mais (há anooooos eu não fazia isso!), a M reclamou que estava "com uma imensa dor no pé, insuportável mesmo, e precisava ir pra casa naquele momento". Eu e o H insistimos, dissemos que ela não tinha falado nada disso antes... mas ela quis porque quis ir pra casa. E nós fomos levá-la. Depois que ela desceu, o H perguntou: "e a gente, Mirys? Nós vamos?". E lá fui eu sabotar a minha noite, de novo... "H, não vai ficar chato você sair só comigo pra dançar?... Sei lá... Todo mundo conhece todo mundo em cidade pequena... Nós nunca saímos juntos, antes, e alguém pode imaginar coisas..." Mas ele me interrompeu e salvou minha noite: "Mirys, nós somos AMIGOS! E eu não tenho problema nenhum em sair pra dançar com uma AMIGA. Então, por mim, não tem nada de complicado. Se você não quiser sair por você, eu entendo e te levo pra casa. Mas, por mim, a gente tinha falado que ia dançar, a gente vai dançar. Com a M ou sem. Zero neuras, tá bom?"
Eu respondi "tá bom". Se ele estava tão tranquilo assim, eu também deveria ficar. Até porque, nunca tinha havido absolutamente nada entre a gente. Nem uma paquera, nem uma conversa "torta", nem um olhar dúbio. Nada. Éramos amigos! E as pessoas podem sair pra dançar com os seus amigos, não podem?
E nós dançamos, e conversamos, e ouvimos uma banda ótima, e... eu passei a noite "em branco", de novo! Ninguém, ninguém mesmo nem olhou pra mim!!! Ninguém passou do meu lado e "esbarrou" na minha mão. Ninguém veio me perguntar "de onde me conhecia". Ninguém me seguiu até o bar. Nada. Zero. Niente. Minha vida amorosa estava tão seca quanto o deserto do Saara, sob o sol do meio dia. O único que tinha chego perto de mim foi o H, que, quando queria falar comigo, vinha falar no meu ouvido, só por causa da altura da música do lugar... Pra não deixar a minha moral ir parar no dedão do pé, eu fingia que estava bem e fazia piadinhas de mim mesma pras amigas. E ia que ia!!!
Depois de uma certa hora, decidimos ir embora. Ele pagou a conta, nós fomos por carro e finalmente conseguimos conversar, fora do barulho ensurdecedor.
H: "Mirys, hoje eu descobri. Eu sei qual é o repelente que você usa."
Eu fiquei roxa, azul, amarelo, verde limão, rosa caqui e comecei a procurar o primeiro buraco no chão para me enterrar como avestruz e não sair mais dali até o domingo, à noite!!! A piadinha do repelente era pras MENINAS!!! Com "A" no final da palavra!!! Era só pra descontrair pras amigas e não ter que ouvir todo um tratado dos "porques" de eu não estar saindo com ninguém... Eu sabia que fazia algo de errado, mas não sabia o que era e, honestamente, não sei se estava preparada pra saber. Mas o H não se importou e continou:
H: "O seu repelente, Mirys, é o "eye contact". Você não olha! Você não mantém o olhar! Vários caras passaram do seu lado, hoje, e teriam ficado com você SE VOCÊ TIVESSE OLHADO PRO LADO! Mas você só via a banda, em cima do palco. Você parecia anestesiada. Mais de um passou e quase, mas quase mesmo te beijou. Mas você nem percebeu... percebeu?"
...
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Foi assim que eu me senti. Em branco! Passada! Em alfa! O tempo parou e eu só conseguia pensar: "eu NÃO sou feia! Eu NÃO estou com olheiras terríveis, cabelo desgranhado e magra demais! Eu NÃO sou desinteressante! EU EXISTO! As pessoas olham pra mim! PRA MIM!!! Eu só estou fazendo um pequeno erro... só um!... Eu não olho!..."
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E, naquele branco, com a cabeça girando de tantas ideias juntas, eu só sei que o H. me levou pra casa. Parou na porta. Desligou o carro. Se ajeitou no banco e continuou a conversar comigo. "Mirys, você precisa olhar para as pessoas. E, se alguém te olhar, você tem que manter isso! Keep eye contact."
"H, desculpa, tá tarde, as crianças estão sozinhas (hello???? Na casa dos meus pais, com 12 pessoas, nunca, ninguém está sozinho!), meu pai pode estar preocupado, amanhã tem igreja, eu preciso entrar. Beijo. Tchau." (leia tudo CORRENDO porque foi assim que eu falei). Falei, pulei do carro, abri e fechei o portão de casa com uma rapidez impressionante e entrei. Repetindo meu novo lema: "keep eye contact! keep eye contact!" e me perguntando por que cargas d´água EU não tinha percebido isso antes??????
Enquanto isso, lá no carro, ficava um moço completamente desnorteado, acostumado a ter total domínio sobre sua vida emocional (lembram-se das minhas amigas, que eu contei aqui?), sozinho, sem entender nada do que estava acontecendo. Algumas mosquinhas me contaram, depois, que ele queria ter me beijado naquela noite. Que ele olhou pra mim. Mas, eu não olhei de volta.... eu nem percebi!...
Cenas do próximo capítulo aqui.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Hora H 5 - Finja que está feliz que, uma hora, você fica! (Diário da Mirys)
Quando minha amiga M me ligou, convidando pra sair com ela, eu já estava praticando a auto sabotagem: "não, obrigada", "não, eu sou mãe", "não, eu tenho responsabilidades amanhã, de manhã", "não, eu estou cansada", "não, eu não tenho mais idade para ir em barzinhos, à noite, ficar de bobeira, vendo a vida passar e ouvindo boa música". Eu queria sair. Eu sabia que eu PRECISAVA sair de casa. Mas, quando aparecia um convite, eu me sabotava e arrumava alguma desculpa pra não ir...
A minha sorte é que a M é minha amiga da época de faculdade e, láááá naqueles dias, nós tínhamos uma frase que usávamos quando uma ou outra estava "borocochô": "não tá feliz? Então, FINGE QUE VOCÊ ESTÁ! Mas finge com vontade, finge pra valer, finge pra todo mundo acreditar que você está feliz. Porque, uma hora, você fica!" Anos e anos se passaram e a frase se resumiu a uma olhar pra cara da outra, perceber que a outra não estava bem, e dizer: "Finge, amiga! Que, uma hora, você fica!".
Naquela noite, eu voltava de uma festa de um tio bem velhinho, cheia de crianças, cheia de parentes do Fer. Eu não estava no menor clima de "baladas". Eu tinha atravesado duas vezes (ida e volta) a estrada onde o acidente tinha acontecido (e só aquilo já me deixava beeeeeeeem baixo astral). Mas, a M usou aquela frase comigo, no telefone. E me convenceu a chegar em casa, colocar uma roupa linda e sair para ver a vida passar, de escrever um roteiro pra mim ao invés de ficar só admirando os que passavam na TV.
Só que... lembram que eu sou uma fraude? Pois é... Cheguei nos meus pais, coloquei as crianças já dormindo nas camas, não coloquei vestido, não fiz maquiagem, não passei perfume, não me arrumei. Só tomei um banho rápido, voltei pra dentro da calça jeans que eu estava antes, coloquei uma blusa preta mas rendada, chacoalhei os cabelos e fui para o tal barzinho.
Chegando lá, a Má, nossa outra amiga que estava sendo esperada, já tinha avisado que não ia. Então, seríamos só nós três, mesmo: eu, a M e o H. Mais o lugar super agradável (que existe há anooooos em Jaú e eu nunca tinha ido). Mais a música deliciosa. Mais as bebidas e as comidas. E muita conversa pra colocar em dia. Eu não sentava pra conversar com ela, desde antes do acidente, ou seja, há pelo menos um ano e 7 meses.
Conversamos, os três, a noite toda! Sobre a vida, sobre encontros e desencontros amorosos, sobre as voltas que o mundo dá, sobre viagens, sobre profissões, sobre planos novos para rumos incertos, sobre QUASE tudo. Porque eu já não estava mais na fase de falar da viuvez! Aquilo que era muito vivo e presente, ainda, pra mim, já não era para os outros. Eu percebia que os dias tinham se passado, os meses tinham se transformado em anos, a vida de todo mundo seguia em frente e eu não queria atrapalhar, voltando na mesma tecla do poço sem fundo em que você cai quando perde alguém tão cotidiano de uma forma tão abrupta. Pra que?
Eu não queria mais ficar usando a tal plaquinha de "sou viúva", pendurada no pescoço. Não queria mais ser apontada na rua! Por pouco eu não tinha virado "ponto de referência", daquele pior jeito que muitos gordinhos reclamam de ser (do tipo: "tá vendo aquele gordinho de blusa cinza? Então, vá até o gordinho e vire à esquerda!"). Ser viúva fazia parte da minha história, mas eu não queria que aquilo me definisse, mais! Então, eu fingia estar feliz, eu fingia que não doía mais, eu fingia que podia falar, normalmente, sobre outros homens, como se solteira eu fosse.
De repente, o H pediu licença e saiu. Deve ter ido ao banheiro, sei lá. Mas aquele foi o momento perfeito para duas meninas fo-fo-ca-rem!
M: "Mi, me diz... e de amores?"
Eu: "Vixi, M... tá zero!"
M: "Sério? E o ex (número 4), não te procurou mais?"
Eu: "O ex???? Nunca mais eu vi..."
M: "Confessa, vai... você tá saindo com ele!"
Eu: "Não! Não estou!"
M: "Mas estava..."
Eu: "Não, M! Não estava! Nunca saí com ele, nem com ninguém, depois do acidente!"
M: "Amiga... você pode contar pra mim..."
Eu: "M, é sério! Não sai com A-B-S-O-L-U-T-A-M-E-N-T-E ninguém, até hoje! Não beijei, não abracei, não flertei, nada!"
E, como aquele papo já estava começando a me deixar mal (afinal, QUEM gosta de ouvir, da própria boca, que não foi alvo de nenhum homem, nos últimos 18 ou 19 meses???? Quem, em sã consciência???). Então, eu comecei a tirar sarro de mim mesma, de novo:
M: "IMPOSSÍVEL!!! Como assim, você não ficou com ninguém???"
Eu: "Sabe o que é M? É que eu devo usar algum tipo de repelente, que mantém todos os homens quilômetros e quilômetros de distância de mim!"
E nós duas demos muitas risadas, como era pra ser, mesmo. Afinal, aquela frase estava virando um lema pra mim. Toda vez que eu queria fazer alguém rir e mudar de assunto, usava a estória do repelente. Mas, eu só usava a frase com mulheres ou com homens do tipo "irmãos", que não tinham a menor probabilidade de nunca, nunquinha da Silva, se interessarem por mim!!! Porque eu estava sozinha. Fato. Mas não era nem louca de fazer propaganda negativa pra mim mesma!!!
Mas, a M era mulher, amiga e era divertido falar aquilo pra ela!
Eu: "Sabe o que é M? É que eu devo usar algum tipo de repelente, que mantém todos os homens quilômetros e quilômetros de distância de mim!"
H: "Ah é?"
Quando eu olhei, o H já estava atrás de mim. E até hoje eu não sei qual pedaço da conversa ele ouviu...
H: "E então, pessoal... vamos sair pra dançar?"
Cenas do próximo capítulo aqui.
A minha sorte é que a M é minha amiga da época de faculdade e, láááá naqueles dias, nós tínhamos uma frase que usávamos quando uma ou outra estava "borocochô": "não tá feliz? Então, FINGE QUE VOCÊ ESTÁ! Mas finge com vontade, finge pra valer, finge pra todo mundo acreditar que você está feliz. Porque, uma hora, você fica!" Anos e anos se passaram e a frase se resumiu a uma olhar pra cara da outra, perceber que a outra não estava bem, e dizer: "Finge, amiga! Que, uma hora, você fica!".
Naquela noite, eu voltava de uma festa de um tio bem velhinho, cheia de crianças, cheia de parentes do Fer. Eu não estava no menor clima de "baladas". Eu tinha atravesado duas vezes (ida e volta) a estrada onde o acidente tinha acontecido (e só aquilo já me deixava beeeeeeeem baixo astral). Mas, a M usou aquela frase comigo, no telefone. E me convenceu a chegar em casa, colocar uma roupa linda e sair para ver a vida passar, de escrever um roteiro pra mim ao invés de ficar só admirando os que passavam na TV.
Só que... lembram que eu sou uma fraude? Pois é... Cheguei nos meus pais, coloquei as crianças já dormindo nas camas, não coloquei vestido, não fiz maquiagem, não passei perfume, não me arrumei. Só tomei um banho rápido, voltei pra dentro da calça jeans que eu estava antes, coloquei uma blusa preta mas rendada, chacoalhei os cabelos e fui para o tal barzinho.
Chegando lá, a Má, nossa outra amiga que estava sendo esperada, já tinha avisado que não ia. Então, seríamos só nós três, mesmo: eu, a M e o H. Mais o lugar super agradável (que existe há anooooos em Jaú e eu nunca tinha ido). Mais a música deliciosa. Mais as bebidas e as comidas. E muita conversa pra colocar em dia. Eu não sentava pra conversar com ela, desde antes do acidente, ou seja, há pelo menos um ano e 7 meses.
Conversamos, os três, a noite toda! Sobre a vida, sobre encontros e desencontros amorosos, sobre as voltas que o mundo dá, sobre viagens, sobre profissões, sobre planos novos para rumos incertos, sobre QUASE tudo. Porque eu já não estava mais na fase de falar da viuvez! Aquilo que era muito vivo e presente, ainda, pra mim, já não era para os outros. Eu percebia que os dias tinham se passado, os meses tinham se transformado em anos, a vida de todo mundo seguia em frente e eu não queria atrapalhar, voltando na mesma tecla do poço sem fundo em que você cai quando perde alguém tão cotidiano de uma forma tão abrupta. Pra que?
Eu não queria mais ficar usando a tal plaquinha de "sou viúva", pendurada no pescoço. Não queria mais ser apontada na rua! Por pouco eu não tinha virado "ponto de referência", daquele pior jeito que muitos gordinhos reclamam de ser (do tipo: "tá vendo aquele gordinho de blusa cinza? Então, vá até o gordinho e vire à esquerda!"). Ser viúva fazia parte da minha história, mas eu não queria que aquilo me definisse, mais! Então, eu fingia estar feliz, eu fingia que não doía mais, eu fingia que podia falar, normalmente, sobre outros homens, como se solteira eu fosse.
De repente, o H pediu licença e saiu. Deve ter ido ao banheiro, sei lá. Mas aquele foi o momento perfeito para duas meninas fo-fo-ca-rem!
M: "Mi, me diz... e de amores?"
Eu: "Vixi, M... tá zero!"
M: "Sério? E o ex (número 4), não te procurou mais?"
Eu: "O ex???? Nunca mais eu vi..."
M: "Confessa, vai... você tá saindo com ele!"
Eu: "Não! Não estou!"
M: "Mas estava..."
Eu: "Não, M! Não estava! Nunca saí com ele, nem com ninguém, depois do acidente!"
M: "Amiga... você pode contar pra mim..."
Eu: "M, é sério! Não sai com A-B-S-O-L-U-T-A-M-E-N-T-E ninguém, até hoje! Não beijei, não abracei, não flertei, nada!"
E, como aquele papo já estava começando a me deixar mal (afinal, QUEM gosta de ouvir, da própria boca, que não foi alvo de nenhum homem, nos últimos 18 ou 19 meses???? Quem, em sã consciência???). Então, eu comecei a tirar sarro de mim mesma, de novo:
M: "IMPOSSÍVEL!!! Como assim, você não ficou com ninguém???"
Eu: "Sabe o que é M? É que eu devo usar algum tipo de repelente, que mantém todos os homens quilômetros e quilômetros de distância de mim!"
E nós duas demos muitas risadas, como era pra ser, mesmo. Afinal, aquela frase estava virando um lema pra mim. Toda vez que eu queria fazer alguém rir e mudar de assunto, usava a estória do repelente. Mas, eu só usava a frase com mulheres ou com homens do tipo "irmãos", que não tinham a menor probabilidade de nunca, nunquinha da Silva, se interessarem por mim!!! Porque eu estava sozinha. Fato. Mas não era nem louca de fazer propaganda negativa pra mim mesma!!!
Mas, a M era mulher, amiga e era divertido falar aquilo pra ela!
Eu: "Sabe o que é M? É que eu devo usar algum tipo de repelente, que mantém todos os homens quilômetros e quilômetros de distância de mim!"
H: "Ah é?"
Quando eu olhei, o H já estava atrás de mim. E até hoje eu não sei qual pedaço da conversa ele ouviu...
H: "E então, pessoal... vamos sair pra dançar?"
Cenas do próximo capítulo aqui.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Hora H 4 - saindo de casa (Diário da Mirys)
Se você perdeu, o começo da história está aqui:
Hora H 1 - o pedido
Hora H 2 - láááááá atrás
Hora H 3 - mundos diferentes
Você já ouviu aquele conto de que a vida é um bordado de Deus e que a gente não entende muita coisa, quando ainda está por aqui, porque estamos vendo o bordado "de baixo" (o avesso), enquanto Deus o cria, lá em cima? Nós só vemos os nós, linhas coloridas, desconexas. Mas Ele vê o produto final! Pois é... tenho essa sensação, em alguns dias...
Apesar de pertencermos a "mundos diferentes" e quase nunca conversarmos (mesmo frequentando os mesmos lugares e nos conhecendo desde pequenos), aquela conversa com o H na internet, em meados de julho de 2011, tinha sido bem legal. No começo, foi um choque do tipo: "O HHHHHHH???", "Ele está me chamando pra conversar?????", "No facebook???????", "Nesse horário??????". Mas era! Era o H, naquela rede social, naquela hora (bem tarde), ME chamando pra conversar com ele.
A conversa foi cheia de amenidades do tipo "como vai a vida?". E cheia de momentos complicados do tipo "como está sendo esse período de viuvez?". Porque ele conhecia a minha história e não adiantava querer fingir que não era quem eu era, ou que não tinha vivido o que eu tinha vivido. Ele me conhecia, ele conhecia as crianças, ele tinha tocado / conversado / convivido com o Fer. E foi muito bom conversar com alguém que era "novo e diferente" (porque eu não costumava conversar com ele. Nunca!), mas para quem eu não era totalmente desconhecida. Não precisar ter que contar toooooda a minha história ou a história do acidente era um alívio!
Ficamos de nos falarmos, "qualquer hora dessas", mas meses se passaram e a gente não se falou. E acho que teria ficado tudo assim se...
Numa noite de sábado (mais ou menos, em agosto de 2011), quando eu já estava naquela minha fase de reclamar (pra Deus) de estar sozinha, mas não fazer nada de prático para mudar isso, uma amiga me ligou. "Mirys, tô num barzinho. Vem pra cá, colega!".
Na época, eu tinha um mega plano super bem elaborado para a minha vida! Porque não adiantava nada ficar reclamando de solidão e ficar pedindo pra Deus me providenciar alguém, se eu não saia da rotina casa/trabalho/casa/finaldesemananacasadospais. Toda minha atividade social era ir em festas de crianças (adoro!!!) e de pessoas da família. Nada que envolvesse ninguém novo, no meu mundo!!! Como eu esperava que alguma coisa acontecesse??? Como??? Que alguém descesse pela chaminé da casa dos meus pais e caísse sentado no meu colo??? Então, eu DE-CI-DI que iria sair mais. Estava resolvida! Era um plano brilhante: sair mais, de finais de semana, ver pessoas diferentes, conversar com gente solteira, ver a vida lá fora e aguardar que tudo se resolvesse! Mas... lembram que eu era perfeita na teoria e uma catástrofe na prática? Pois é... meu brilhante plano ficava só no papel, mesmo...
Naquela noite de sábado, eu voltava de Bauru, com as crianças, umas 23hs, direto de uma festa de um tio mais velho para a casa dos meus pais. Minha programação era colocar duas pessoinhas na cama e encontrar algo que valesse a pena na TV. E esperar o próximo final de semana! "Ah! Porque NO PRÓXIMO SÁBADO, eu vou ter que fazer alguma coisa...." Fraude! Fraude, fraude, fraude! Eu era uma fraude!
Por isso, quando o celular tocou e eu recebi o convite da minha amiga M, eu automaticamente respondi: "ah... eu estou no meio da estrada Bauru - Jaú, vindo de uma festa. As crianças já estão dormindo e eu acho que vou pra casa, coloca-las na cama. Mas obrigada por convidar...". Pra minha sorte, minha amiga insistiu e eu pensei #PARATUDOAGORA!!! "Miriane Segalla, a senhorita vai sair, sim! Vai chegar em casa, vai colocar duas crianças na cama, vestir um vestido liiiiiiindo, fazer maquiagem, trocar o salto, passar perfume e S-A-I-R!!!" Pronto! Minha cabeça estava funcionando de acordo com o meu plano! Perfeito! Então, respondi:
"- M, me espera aí, que eu vou, sim!"
"- Ótimo Mirys, então a gente te espera!"
"- A gente?... M, você não está sozinha?..."
"- Não, Mirys. To com o H. E a Ma vem vindo, também. Vem logo pra cá que a gente está te esperando! Precisamos colocar a conversa em dia!"
E eu fui. Sabendo que o H NÃO TINHA pedido para a M me chamar. Eles, sim, eram amigos, mesmo. De longa data. E era super normal que eles estivessem conversando em algum lugar. Então, eu fui... sem nem imaginar o que aquela noite me reservava...
Cenas do próximo capítulo aqui.
Hora H 1 - o pedido
Hora H 2 - láááááá atrás
Hora H 3 - mundos diferentes
Você já ouviu aquele conto de que a vida é um bordado de Deus e que a gente não entende muita coisa, quando ainda está por aqui, porque estamos vendo o bordado "de baixo" (o avesso), enquanto Deus o cria, lá em cima? Nós só vemos os nós, linhas coloridas, desconexas. Mas Ele vê o produto final! Pois é... tenho essa sensação, em alguns dias...
Apesar de pertencermos a "mundos diferentes" e quase nunca conversarmos (mesmo frequentando os mesmos lugares e nos conhecendo desde pequenos), aquela conversa com o H na internet, em meados de julho de 2011, tinha sido bem legal. No começo, foi um choque do tipo: "O HHHHHHH???", "Ele está me chamando pra conversar?????", "No facebook???????", "Nesse horário??????". Mas era! Era o H, naquela rede social, naquela hora (bem tarde), ME chamando pra conversar com ele.
A conversa foi cheia de amenidades do tipo "como vai a vida?". E cheia de momentos complicados do tipo "como está sendo esse período de viuvez?". Porque ele conhecia a minha história e não adiantava querer fingir que não era quem eu era, ou que não tinha vivido o que eu tinha vivido. Ele me conhecia, ele conhecia as crianças, ele tinha tocado / conversado / convivido com o Fer. E foi muito bom conversar com alguém que era "novo e diferente" (porque eu não costumava conversar com ele. Nunca!), mas para quem eu não era totalmente desconhecida. Não precisar ter que contar toooooda a minha história ou a história do acidente era um alívio!
Ficamos de nos falarmos, "qualquer hora dessas", mas meses se passaram e a gente não se falou. E acho que teria ficado tudo assim se...
Numa noite de sábado (mais ou menos, em agosto de 2011), quando eu já estava naquela minha fase de reclamar (pra Deus) de estar sozinha, mas não fazer nada de prático para mudar isso, uma amiga me ligou. "Mirys, tô num barzinho. Vem pra cá, colega!".
Na época, eu tinha um mega plano super bem elaborado para a minha vida! Porque não adiantava nada ficar reclamando de solidão e ficar pedindo pra Deus me providenciar alguém, se eu não saia da rotina casa/trabalho/casa/finaldesemananacasadospais. Toda minha atividade social era ir em festas de crianças (adoro!!!) e de pessoas da família. Nada que envolvesse ninguém novo, no meu mundo!!! Como eu esperava que alguma coisa acontecesse??? Como??? Que alguém descesse pela chaminé da casa dos meus pais e caísse sentado no meu colo??? Então, eu DE-CI-DI que iria sair mais. Estava resolvida! Era um plano brilhante: sair mais, de finais de semana, ver pessoas diferentes, conversar com gente solteira, ver a vida lá fora e aguardar que tudo se resolvesse! Mas... lembram que eu era perfeita na teoria e uma catástrofe na prática? Pois é... meu brilhante plano ficava só no papel, mesmo...
Naquela noite de sábado, eu voltava de Bauru, com as crianças, umas 23hs, direto de uma festa de um tio mais velho para a casa dos meus pais. Minha programação era colocar duas pessoinhas na cama e encontrar algo que valesse a pena na TV. E esperar o próximo final de semana! "Ah! Porque NO PRÓXIMO SÁBADO, eu vou ter que fazer alguma coisa...." Fraude! Fraude, fraude, fraude! Eu era uma fraude!
Por isso, quando o celular tocou e eu recebi o convite da minha amiga M, eu automaticamente respondi: "ah... eu estou no meio da estrada Bauru - Jaú, vindo de uma festa. As crianças já estão dormindo e eu acho que vou pra casa, coloca-las na cama. Mas obrigada por convidar...". Pra minha sorte, minha amiga insistiu e eu pensei #PARATUDOAGORA!!! "Miriane Segalla, a senhorita vai sair, sim! Vai chegar em casa, vai colocar duas crianças na cama, vestir um vestido liiiiiiindo, fazer maquiagem, trocar o salto, passar perfume e S-A-I-R!!!" Pronto! Minha cabeça estava funcionando de acordo com o meu plano! Perfeito! Então, respondi:
"- M, me espera aí, que eu vou, sim!"
"- Ótimo Mirys, então a gente te espera!"
"- A gente?... M, você não está sozinha?..."
"- Não, Mirys. To com o H. E a Ma vem vindo, também. Vem logo pra cá que a gente está te esperando! Precisamos colocar a conversa em dia!"
E eu fui. Sabendo que o H NÃO TINHA pedido para a M me chamar. Eles, sim, eram amigos, mesmo. De longa data. E era super normal que eles estivessem conversando em algum lugar. Então, eu fui... sem nem imaginar o que aquela noite me reservava...
Cenas do próximo capítulo aqui.
domingo, 16 de setembro de 2012
A nossa música! (Diário da Nina)
Eu e a mamãe temos uma música! Se começar a tocar, em qualquer lugar, eu corro pra ela, ela corre pra mim e quem avistar a outra primeiro, grita: "Ouve! É a NOSSA música!".
Então, dia desses, no facebook, ela encontrou essa imagem:
Claro que ela salvou! Quem sabe vira um banner, no meu "quarto novo"?
PS: eu cantei essa música pra mamãe, num Dia das Mães, da escola. Alguns anos já se passaram, eu já cantei outras músicas... mas essa ficou sendo a "nossa música". E fim.
Então, dia desses, no facebook, ela encontrou essa imagem:
Claro que ela salvou! Quem sabe vira um banner, no meu "quarto novo"?
PS: eu cantei essa música pra mamãe, num Dia das Mães, da escola. Alguns anos já se passaram, eu já cantei outras músicas... mas essa ficou sendo a "nossa música". E fim.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Carta para minha filha (Diário da Mirys)
Nina:
Hoje, de manhã, você completou 6 anos. Seis anos é muita coisa, filha! Pode parecer uma bobagem, vindo de alguém que já viveu 37 deles (eu), mas eu sei o quanto você já fez e viveu, nesse tempo! O quanto você me ensinou...
Porque, antes de você, eu era só "mãe de menino". E isso era super divertido, mas era mais bagunçado, sabe? E, de repente, numa madrugada de setembro, nós ficamos, pela última vez, só eu e você (na minha barriga) conversando, enquanto os meninos dormiam na minha cama. Eu te contei todos os planos que eu tinha traçado, para todos os nossos próximos dias... que boba eu era! Você entrou para a família e tudo mudou!
A partir daquele dia, eu descobri que ser "mãe de menina" era um conceito completamente diferente!!! Porque você é totalmente feminina, filhota. Coisa que eu mesma nunca fui... Desde sempre você fazia beicinho, charminho, chorava em 2 segundos - de escorrer lágrima - se algo não saísse como você queria. E eu me perguntava: "como alguém tão pequenininho pode saber que, assim, com dengos, ela consegue o que ela quer?" Mas você sabia, mocinha! Você sabia bem mais do que isso... Praquela sua maneira feminina de ser, eu "inventei" um dos lemas da nossa família (que virou lema, também, lá na sua escola antiga, e que muitos dos nossos amigos usam, até hoje): "na nossa família, a gente não chora. A gente conversa!". Perdi a conta de quantas e quantas vezes, eu tive que olhar pra você, quando tentava me contar algo, em lágrimas, e dizer: "respira, filha. Respira. Isso. Agora fala."
Mas não se engane, filhotinha: chorar era seu jeito de fazer charme. Só! Porque você sempre foi uma das crianças mais felizes que eu conheço e está sempre, sempre rindo! E ah! Como eu amo esse seu sorriso!... Antes, bem banguelinha; depois, cheio de dentes brancos, que você exibe orgulhosa; a partir deste ano, com a sua primeira janelinha! Amei todos eles! Mesmo quando você insistiu em
Com você, filha, minha vida ficou muito mais complexa e interessante, ganhando cores + brilhos + laços + babados! Quando eu achava que estava pronta pra ir para qualquer lugar, você me "cobrava" usar vestidos, brincos, saias, maquiagem, secador, bolsas, chapinha. E como isso me fez bem!!! A sua insistência me fez "tentar" essas opções e eu descobri que eu me via diferente (e o mundo me via diferente, também!!!), quando eu me arrumava. Nem que fosse só um bocadinho... Mas, o melhor eram os seus olhinhos brilhando e os elogios que você me dava, quando me via mais cuidada! Você aumentou minha auto-estima, pequena, e fazer isso, por uma mulher, é dar poder em suas mãos! Se eu voltei a achar que posso conquistar o mundo, filha, grande parte disso eu devo à você.
E eu te paguei, sempre, com beijos, abraços e carinhos. Muitos beijos! Muitos abraços! Muitos carinhos! Porque eu sou assim mesmo: beijoqueira. Rsrsrs. Também fiz tudo isso com o seu irmão e faço com todas as crianças que eu amo, na minha vida. Mas, você, filhota, você retribuiu! Toda-santa-vez!!! Acho (e espero!) que NÃO vai chegar o dia em que você vai dizer: "pará, mãe. Não me beije aqui, na frente dos meus amigos." Talvez seu irmão, um dia, me fale isso. Ele é homem. Homens não gostam muito de beijos, em algumas fases da vida. Normal. Mas eu tenho você, filhota, e nós poderemos trocar beijos e mais beijos até ficarmos beeeeeeeeem velhinhas! Porque, se Deus quiser, eu vou te ver ficar velhinha, filha...
Essa é a minha oração constante, pequenininha: que eu possa ver vocês crescerem, fazerem seus círculos de amigos, terem suas famílias, mimarem seus netos. Sim, filhota, eu sou exagerada: eu quero ver os SEUS netos. Quero ver você cuidando e curtindo cada um deles. Se eu vou conseguir? Não sei... ninguém sabe... mas essa é a minha oração!
Eu não oro porque eu tenho medo de você ficar sozinha, filha, pois eu não tenho mais medo disso. Quando você ficou órfã de pai, aos 3 anos, eu tive muito, mas muito medo mesmo de ir embora, também. Eu achava que vocês não sobreviveriam sem mim! Mas Deus me ensinou, nesses três últimos anos, que vocês só não vivem sem Ele. E se vocês estiverem com Ele, vocês estarão bem (independentemente de quem mais esteja ao seu lado). Então, hoje eu oro para que vocês sempre tenham Jesus em seus corações... e para que eu fique aqui, vendo vocês viverem a vida que Ele planejou pra vocês (essa é a parte egoísta da minha oração... mas, fazer o que? Eu sou humana).
Obrigada, filha, por ter me ajudado a insistir e insistir em um "final feliz" pra nós (ainda que esse seja só o "meio" da história)! Obrigada por me fazer ver, antes de qualquer outra pessoa, o projeto que existia para a nossa família! Obrigada por me falar "eu te amo", até quando eu não merecia ouvir! Obrigada por se sentir toda orgulhosa quando alguém fala que, por fora, nós somos muito parecidas... isso faz eu me sentir enorme!
Que nessa sua vida, filhotinha, você possa continuar a distribuir amor por aí! Que a sua solidariedade não se resuma aos "presentes sociais" do seu aniversário ou à divisão das coisas que você mais gosta com os seus irmãos. Que essa sua doçura continue, que seu coraçãozinho transborde de ternura pelos outros, que seus beijos sejam infinitos, que seus desenhos e textos tenham cada vez mais palavras de carinho, que suas ligações aos seus avós e tios sejam frequentes, que seus vínculos com seus amigos sejam cada dia mais estreitos, que todo mundo continue a querer estar do seu lado porque você exala alegria!
Espero que você nunca pare de cantar e dançar, em qualquer lugar, por qualquer motivo! Espero que a sua teimosia continue, mas só pras coisas boas. Espero que sua inteligência seja sempre assombrosa pra mim!
E espero, acima de tudo, que você continue a me ensinar que viver pode ser mais simples, mais alegre, mais sonhador do que eu acho. E continue a me mostrar que muitas coisas são melhores até mesmo do que estar em Paris e que uma delas é estar deitada do seu lado, na sua cama, dentro de um abraço seu!
Eu te amo, filhota!
Que Deus te abençoe hoje e sempre!!!!
sua MãMi
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Festa do Carrossel! Ou Festa da Escola! (Diário da Nina)
Amanhã... amanhã eu completo 6 anos. SEIS ANOS! Estou meio "in love" com esse número. Será que eu vou ficar muito mais velha e inteligente??? Eu acho que pode ser...
Há uns 2 meses, quando a mamãe perguntou "do que" eu ia querer a minha festa, eu pedi: Barbie Vida de Sereia! Tudo bem que a minha festa do ano passado já tinha sido da Barbie... Mas, como eu disse pra mãmi (abrindo um dedo da mão de cada vez, na frente do rosto, que era pra enfatizar bastante):
UM - a festa do ano passado foi de uma Barbie di-fe-ren-te!
DOIS - a festa do ano passado foi há muuuuuito tempo atrás!
TRÊS - ...acho que eram só esses dois motivos mesmo. Mas já está ótimo!
Só que, quando a mamãe voltou de viagem, a vovó lhe entregou um pacote de convitinhos, desses de lojas de festa (que a mamãe nunca usa!), dizendo "Filha, já adiantei um pouquinho pra você e sai procurando coisas do tema que a Nina escolheu. Mas só achei esse convite. Não é tão legal...". E quando a mamãe olhou: eram do Carrossel (aquela novela do SBT, que todas as minhas amigas assistem)!!! "Mas ela queria da Barbie", argumentou a mamãe. "Nã-na-ni-na-não. Ela pediu do Carrossel", respondeu a vovó.
E, em uma semana, eu fiz a mamãe mudar tudo! Só pra variar... rsrsrs
Mas, desta vez, ela não pode reclamar: eu estou ajudando em tudo! Decidi a surpresinha para os meus amigos, escrevi todos os convites de todas as crianças da minha classe, colei os recadinhos do presente social, distribuí os convites,lembrei a mamãe um milhão de vezes que ela precisa encomendar os doces e salgadinhos ou nós vamos ficar sem, bolei a decoração!
Como o Carrossel se passa numa escola, nosso "presente social" dessa festa vai ser, claro, material escolar!!! Vale qualquer coisa: caderninho, lápis de cor, lápis de escrever, giz de cera, borracha, apontador simples. Porque "as crianças pobres não têm quase nada, né mãe?".
Então, torçam por mim! Porque, até amanhã, tem que estar tudo prontinho (e o meu irmão tem que ficar bom da barriga dele!), pras 30 crianças comemorarem os meus SEIS anos!!! Ai, ai... delícia!
Ideias de festas com tema escola:
Mais alguém tem alguma dica / ideia / sacada? Porque a mamãe não achou nada (pra variar!), assim, específico do Carrossel. Então, está pensando em escola, mesmo! Tipo, vai ter que ter lousa, livros, lugar pra escrever, lápis... Ajudem! Pois a mamãe adora uma festa do tipo "faça você mesmo", mas ela só tem hoje, à noite!!!
Há uns 2 meses, quando a mamãe perguntou "do que" eu ia querer a minha festa, eu pedi: Barbie Vida de Sereia! Tudo bem que a minha festa do ano passado já tinha sido da Barbie... Mas, como eu disse pra mãmi (abrindo um dedo da mão de cada vez, na frente do rosto, que era pra enfatizar bastante):
UM - a festa do ano passado foi de uma Barbie di-fe-ren-te!
DOIS - a festa do ano passado foi há muuuuuito tempo atrás!
TRÊS - ...acho que eram só esses dois motivos mesmo. Mas já está ótimo!
Só que, quando a mamãe voltou de viagem, a vovó lhe entregou um pacote de convitinhos, desses de lojas de festa (que a mamãe nunca usa!), dizendo "Filha, já adiantei um pouquinho pra você e sai procurando coisas do tema que a Nina escolheu. Mas só achei esse convite. Não é tão legal...". E quando a mamãe olhou: eram do Carrossel (aquela novela do SBT, que todas as minhas amigas assistem)!!! "Mas ela queria da Barbie", argumentou a mamãe. "Nã-na-ni-na-não. Ela pediu do Carrossel", respondeu a vovó.
E, em uma semana, eu fiz a mamãe mudar tudo! Só pra variar... rsrsrs
Mas, desta vez, ela não pode reclamar: eu estou ajudando em tudo! Decidi a surpresinha para os meus amigos, escrevi todos os convites de todas as crianças da minha classe, colei os recadinhos do presente social, distribuí os convites,
Como o Carrossel se passa numa escola, nosso "presente social" dessa festa vai ser, claro, material escolar!!! Vale qualquer coisa: caderninho, lápis de cor, lápis de escrever, giz de cera, borracha, apontador simples. Porque "as crianças pobres não têm quase nada, né mãe?".
Então, torçam por mim! Porque, até amanhã, tem que estar tudo prontinho (e o meu irmão tem que ficar bom da barriga dele!), pras 30 crianças comemorarem os meus SEIS anos!!! Ai, ai... delícia!
Ideias de festas com tema escola:
Mais alguém tem alguma dica / ideia / sacada? Porque a mamãe não achou nada (pra variar!), assim, específico do Carrossel. Então, está pensando em escola, mesmo! Tipo, vai ter que ter lousa, livros, lugar pra escrever, lápis... Ajudem! Pois a mamãe adora uma festa do tipo "faça você mesmo", mas ela só tem hoje, à noite!!!
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
Keep Calm and... listen to The Beatles! (Diário do Guigo)
Sabe quando você está bem, mas beeem nervoso mesmo, e alguém diz: "fique calmo"? Você não fica mais nervoso, ainda? Pois é... a maioria das pessoas fica...
É por isso que a mamãe não gosta muito desses quadrinhos bem famosos escritos "Keep Calm and..." (fique calmo e... sempre tem alguma coisa escrita depois desse "e"). Bom, não GOSTAVA!
Ela estava pesquisando ideias, na internet, para organizar e decorar o meu quarto. Com pouco dinheiro, muita criatividade e mão na massa. E ela queria colocar alguma coisa de música, no quarto, porque ela acha que está na hora de investir nessa área da minha vida.
E ela encontrou ISSO:
E ela adora Beatles!
E ela achou lindo!
E eu estou achando que nós vamos ter um quadrinho "keep calm", aqui em casa... rsrsr
E você, tem ideias pra um quarto de meninos????
É por isso que a mamãe não gosta muito desses quadrinhos bem famosos escritos "Keep Calm and..." (fique calmo e... sempre tem alguma coisa escrita depois desse "e"). Bom, não GOSTAVA!
Ela estava pesquisando ideias, na internet, para organizar e decorar o meu quarto. Com pouco dinheiro, muita criatividade e mão na massa. E ela queria colocar alguma coisa de música, no quarto, porque ela acha que está na hora de investir nessa área da minha vida.
E ela encontrou ISSO:
E ela adora Beatles!
E ela achou lindo!
E eu estou achando que nós vamos ter um quadrinho "keep calm", aqui em casa... rsrsr
E você, tem ideias pra um quarto de meninos????
Ela chegou!!! (Diário da Nina)
Eu reinava. Absoluta e soberana! Em meio a vários meninos (netos), existia só eu. Única netA, única princesa, única fonte de meiguices femininas, único alvo das compras de coisas fofas (feitas pela mamãe, pelas avós, pelas titias).
Mas, sinceramente???? Eu não via a hora de dividir o meu espaço com alguém que também gostasse de rosa / roxo, que fosse fã de glitter, que achasse o Luan Santana e o Justin Bieber liiiiiiiindos, que adorasse dar beijos + abraços + beijos de nariz em todo mundo, que fizesse cartinhas e desenhos cheeeeios de corações e declarações de amor!!!
E ela chegou!!!
Tudo bem que, ainda, ela não faz nada disso. AINDA!
Mas agora eu tenho uma PRIMA pra dividir minha vida!
E isso é tããããão bom!!!
Dia 03.09.2012 - 3hs antes da Millena nascer, ainda na barriga da mamãe dela.
A placa do carro do casamento dos meus tios. Com a Milly ali embaixo!
De repente, chegou a hora! Pega a mala e vai embora!!!
Toda a decoração feita pela tia Yayá...
Eu A-M-E-I esse "cheirinho da Millena"!!!
Minha tia Yayá não podia pintar as unhas e queria muuuito fazer umas joaninhas, em homenagem à Milly. Então, a tia J, madrinha da bebê e obstetra, fez joaninhas na unha dela! Assim, alguém teria joaninhas nas unhas, dentro da sala de parto! Não é uma linda?
Uma vovó ansiosa no corredor (a Millena será a primeira menina "do lado de lá", assim como eu fui, por anos, "do lado de cá")...
Outra vovó ansiosa (a minha!) tenta escutar algum barulhinho por detrás da porta...
Já são quase dez horas da noite e nada!
Até que, finalmente, às 22:22hs, a porta se abriu e a mamãe não parou mais de clicar. Você chegou!!!
SEJA BEM VINDA, PRIMA!!!
Eu já te amo!
Helena
PS da mãmi: M. e Z., sou eternamente grata por vocês terem permitido que eu fizesse parte desses momentos tão especiais e únicos! Acompanhar vocês na correria final foi uma benção! Estar lá, registrando as avós E a bisavó, nos momentos mais esperados, foi uma honra! Obrigada, do fundo do meu coração!
Mas, sinceramente???? Eu não via a hora de dividir o meu espaço com alguém que também gostasse de rosa / roxo, que fosse fã de glitter, que achasse o Luan Santana e o Justin Bieber liiiiiiiindos, que adorasse dar beijos + abraços + beijos de nariz em todo mundo, que fizesse cartinhas e desenhos cheeeeios de corações e declarações de amor!!!
E ela chegou!!!
Tudo bem que, ainda, ela não faz nada disso. AINDA!
Mas agora eu tenho uma PRIMA pra dividir minha vida!
E isso é tããããão bom!!!
Dia 03.09.2012 - 3hs antes da Millena nascer, ainda na barriga da mamãe dela.
A placa do carro do casamento dos meus tios. Com a Milly ali embaixo!
De repente, chegou a hora! Pega a mala e vai embora!!!
Toda a decoração feita pela tia Yayá...
Eu A-M-E-I esse "cheirinho da Millena"!!!
Minha tia Yayá não podia pintar as unhas e queria muuuito fazer umas joaninhas, em homenagem à Milly. Então, a tia J, madrinha da bebê e obstetra, fez joaninhas na unha dela! Assim, alguém teria joaninhas nas unhas, dentro da sala de parto! Não é uma linda?
Uma vovó ansiosa no corredor (a Millena será a primeira menina "do lado de lá", assim como eu fui, por anos, "do lado de cá")...
Outra vovó ansiosa (a minha!) tenta escutar algum barulhinho por detrás da porta...
Já são quase dez horas da noite e nada!
Até que, finalmente, às 22:22hs, a porta se abriu e a mamãe não parou mais de clicar. Você chegou!!!
SEJA BEM VINDA, PRIMA!!!
Eu já te amo!
Helena
PS da mãmi: M. e Z., sou eternamente grata por vocês terem permitido que eu fizesse parte desses momentos tão especiais e únicos! Acompanhar vocês na correria final foi uma benção! Estar lá, registrando as avós E a bisavó, nos momentos mais esperados, foi uma honra! Obrigada, do fundo do meu coração!
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Projeto 10 on10 - setembro/2012 - GRAÇAS!
Em TUDO dai graças!!!
Ter que pegar estrada às 6:30hs da manhã... carregar duas crianças dormindo até o carro... encarar uma virose inesperada... chegar atrasada no trabalho para poder mandar o carro lavar (eu TIVE QUE!)... gerenciar almoço + lancheiras + farmácia + mercado + medicar + levar criança pra escola = em uma hora de intervalo... ser a responsável por coisas "extras", no trabalho...
É... eu poderia ver o meu dia assim... bem difícil...
Poderia, mas não vou!!!
Eu sou grata porque a estrada estava assim: tranquila e linda! Eu sou grata porque meu carro estava funcionando direitinho (e porque eu tenho um carro!). Eu sou grata porque eu ainda consigo carregá-los, dormindo, até o carro, e eles continuam dormindo até chegarmos na outra cidade. Eu sou grata porque meu celular perdeu a capinha porque eu tenho váááárias pessoinhas pequenas que adoram usá-lo para falarem com os avós! Eu sou grata porque o posto deixou meu carro limpíssimo, cheiroso (incrível) e brilhante e ainda por cima vendia pães de queijo quentinhos... Eu sou grata porque tenho amigos, até no trabalho, para os quais eu adoro preparar festas e comemorações! Eu sou grata porque eu TENHO um trabalho! Mesmo que ele me demande mais tempo do que eu gostaria. Isso eu gerencio. Eu sou grata porque posso comprar as frutas e verduras que quiser, para alimentar minha família! Eu sou grata porque, no meio de todo esse tumulto, eu ainda sou mimada... delícia! Eu sou grata porque tenho filhos adoráveis! Não perfeitos... eles ficam doentes, eles "sujam" todo o carro, eles requerem cuidados, eles exigem meu tempo. Mas eles são meus! E são adoráveis!
E você, é grato pelo que???
Ter que pegar estrada às 6:30hs da manhã... carregar duas crianças dormindo até o carro... encarar uma virose inesperada... chegar atrasada no trabalho para poder mandar o carro lavar (eu TIVE QUE!)... gerenciar almoço + lancheiras + farmácia + mercado + medicar + levar criança pra escola = em uma hora de intervalo... ser a responsável por coisas "extras", no trabalho...
É... eu poderia ver o meu dia assim... bem difícil...
Poderia, mas não vou!!!
Eu sou grata porque a estrada estava assim: tranquila e linda! Eu sou grata porque meu carro estava funcionando direitinho (e porque eu tenho um carro!). Eu sou grata porque eu ainda consigo carregá-los, dormindo, até o carro, e eles continuam dormindo até chegarmos na outra cidade. Eu sou grata porque meu celular perdeu a capinha porque eu tenho váááárias pessoinhas pequenas que adoram usá-lo para falarem com os avós! Eu sou grata porque o posto deixou meu carro limpíssimo, cheiroso (incrível) e brilhante e ainda por cima vendia pães de queijo quentinhos... Eu sou grata porque tenho amigos, até no trabalho, para os quais eu adoro preparar festas e comemorações! Eu sou grata porque eu TENHO um trabalho! Mesmo que ele me demande mais tempo do que eu gostaria. Isso eu gerencio. Eu sou grata porque posso comprar as frutas e verduras que quiser, para alimentar minha família! Eu sou grata porque, no meio de todo esse tumulto, eu ainda sou mimada... delícia! Eu sou grata porque tenho filhos adoráveis! Não perfeitos... eles ficam doentes, eles "sujam" todo o carro, eles requerem cuidados, eles exigem meu tempo. Mas eles são meus! E são adoráveis!
E você, é grato pelo que???
Vamos fotografar??? (Diário da Mirys)
Gente: hoje é dia 10!!!! E vocês já sabem: dia 10, nós temos o projeto "10 on 10", aqui no blog! Não precisa ser profissional, nem precisa tirar o dia de folga, nem precisa criar nada muito elaborado...
Você só precisa fazer
10 fotos
durante 10 horas
do seu dia 10!
E você vai ver seu dia normal de um ângulo COM-PLE-TA-MEN-TE diferente! A gente promete! Quer tentar???
No fim do dia, volta aqui e nos conta como foi o seu dia 10! Se publicar as fotos, não se esqueça de deixar o link!
Bjos e bençãos.
Mirys
Você só precisa fazer
10 fotos
durante 10 horas
do seu dia 10!
E você vai ver seu dia normal de um ângulo COM-PLE-TA-MEN-TE diferente! A gente promete! Quer tentar???
No fim do dia, volta aqui e nos conta como foi o seu dia 10! Se publicar as fotos, não se esqueça de deixar o link!
Bjos e bençãos.
Mirys
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Escreva!!! E tenha certeza de que eles sabem... (Diário do Guigo)
A mãmi voltou de viagem, domingo. Cheia de saudades, de beijos, de histórias, de lembrancinhas.
Passou o dia colocando os assuntos em dia com todo mundo... e ouvindo um monte de elogios da gente! Nos comportamos bem, fomos obedientes, fizemos as tarefas sozinhos, não reclamamos de nada, tiramos notas boas na escola. Um espetáculo!!!
Além disso, deixamos mil recadinhos no quarto dela + desenhos e desenhos pra dizer "bem vinda de volta"!!!
Mãmi: "- Ah, filhote! Eu amo você! Você me faz a mãe mais feliz do mundo, sabia?"
Eu: "- Sabia. Sabia, sim. Você deixou escrito no meu quarta-roupas, esqueceu???"
Passou o dia colocando os assuntos em dia com todo mundo... e ouvindo um monte de elogios da gente! Nos comportamos bem, fomos obedientes, fizemos as tarefas sozinhos, não reclamamos de nada, tiramos notas boas na escola. Um espetáculo!!!
Além disso, deixamos mil recadinhos no quarto dela + desenhos e desenhos pra dizer "bem vinda de volta"!!!
Mãmi: "- Ah, filhote! Eu amo você! Você me faz a mãe mais feliz do mundo, sabia?"
Eu: "- Sabia. Sabia, sim. Você deixou escrito no meu quarta-roupas, esqueceu???"
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Refletindo (Diário da Mirys)
Alegria te mantém doce...
Desafios te mantém forte!...
Tristezas te mantém humano...
Falhas te mantém humilde...
Conquistas te mantém reluzente!
Acho que tenho um pouco de tudo isso.... E você?
C´est fini! (Diário da Mirys)
Como dizia minha avó (saudades...): "acabou-se o que era doce!". É o fim das férias.
Voltei! Cheia de novidades, de histórias (assim, com H na frente, que é pra ficar claro que é coisa de vida REAL), de planos, de sonhos, de imagens lindas na cabeça. MORRENDO DE SAUDADES desse cantinho e das conversas diárias com vocês!!!!
Preparados???
Bjos e bençãos.
Mirys
Voltei! Cheia de novidades, de histórias (assim, com H na frente, que é pra ficar claro que é coisa de vida REAL), de planos, de sonhos, de imagens lindas na cabeça. MORRENDO DE SAUDADES desse cantinho e das conversas diárias com vocês!!!!
Preparados???
Bjos e bençãos.
Mirys
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