segunda-feira, 30 de maio de 2011

O amor... (blogagem coletiva)

Certa vez, eu li em algum lugar que o amor pode arrasar seu coração...mas também pode cura-lo. E percebi que, desde sempre, esse é o tipo de amor que eu queria pra mim. Intenso, comprometido, imperfeito, com altos e baixos, decidido, apaixonado, pra sempre.

O exemplo mais próximo que eu tive foi mais ou menos assim: duas pessoas que decidiram ficar juntas bem novas, que começaram com um lençol na parede e um colchão no lugar do sofá, que tiveram muitos muitos filhos, que adotaram mais alguns, que construíram um mundo juntos (o mundo deles), que brigam às vezes, que têm defeitos, mas que ainda levam café na cama, um pro outro, 40 anos depois.

Quem pode me culpar por querer algo parecido?
Quem pode culpar qualquer um por querer algo assim pra chamar de seu?

Mas, o fato é que eu sou um pouco pior. Sou apaixonada. Sou intensa. Acho graça nas pequenas demonstrações de amor. Preciso delas. Adoro um telefonema no meio da madrugada, adoro um beijo roubado, adoro abraços quando é hora de abraçar e quando não é hora, também. Do tipo... quando estou lavando a louça. Seria capaz de chorar se recebesse um desses, hoje...

Se você for do meu tipo ou mais tranquilo, daqueles pra quem um selinho de "bom dia" e outro de "boa noite" for suficiente, DE QUALQUER MANEIRA, aproveite sua história de amor. Porque o amor é imprescindível na vida! Você pode até fingir que não (como eu tenho feito, nos últimos meses), que o trabalho, as crianças, o voluntariado, sua carreira, um blog podem te preencher completamente. Mas não... Pra mim, não. Cada dia isso é mais claro!...

Fomos feitos para compartilhar a vida.
Fomos feitos para o amor, para amar e sermos amados.
Fomos feitos para cuidarmos uns dos outros.
Fomos feitos para o pacote completo: beijos, abraços, conquistas comemoradas, derrotas divididas, ombro pra chorar, conversas pelo olhar, jantares íntimos, segredos ao pé do ouvido, "felizes pra sempre".

E se o "pra sempre" acabar cedo demais (sempre, sempre, sempre será cedo demais), tenha certeza de já ter dado tantos beijos quantos gostaria, já ter abraçado tudo o que suas forças aguentavam, já ter conversado sobre tudo o que vocês poderiam ter que decidir na vida, já ter feito e realizado os planos mais importantes da vida de vocês, já ter feito serenata + ter ligado de madrugada + ter roubado flores + ter dito que não vivia sem a pessoa (porque, se pensar bem, você não vive - sobrevive), já ter deixado claro, MUITO CLARO, o seu amor!

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã!
Porque, se você parar pra pensar, na verdade, não há!"

2 comentários:

A mãe dos Gêmeos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A mãe dos Gêmeos disse...

Amei Mirys, não posso te abraçar pessoalmente mas sinta-se abraça virtualmente , pela minha família toda pq vc é muito especial!!!! Já que vc gosta tanto de viajar venha até aqui nos visitar aposto que os mosqueteiros iam gostar muito!!!
Bjos
Ana
http://amaedosgmeos.blogspot.com