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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Festa das princesas - Convite (Diário da Mirys)
Antes que alguém faça alguma piadinha, eu já respondo: sim, eu tenho coisas minhas pra fazer. Várias. Muitas mesmo. Mas, não, eu não me importo de ajudar os amigos. Fico até beeeem contente com isso!!!
Então, em meio à loucura que está minha vida, eu parei algumas horas, alguns dias, para ajudar a organizar / fazer o aniversário de uma menininha liiiiinda, de 3 aninhos! A festa vai ser das princesas (tema que ela mesma escolheu) e a mãe resolveu fazer os convites no estilo pergaminho, como aqueles antigos, das épocas dos castelos mesmo, sabem???? Então, desses!
Foi super simples de fazer e o efeito ficou bárbaro! Aqui a listinha de materiais que você vai precisar:
Pra facilitar a sua vida, já compre o papel vegetal em bloco, tamanho A4. Vende em qualquer papelaria. Como papel sulfite. Facinho de encontrar.
Coloque o desenho no word e escreva o texto que quiser, mas fica muito mais legal se você incluir as palavras "real", "banquete" e outras frescuras no texto. Se o aniversariante for "principe" ou "princesa", se os convidados forem os moradores dos "reinos vizinhos", se os pais anfitriões forem "rei" e "rainha", se tiver imagem de coroa, trono ou as princesas da Disney. Você pegou o espírito da coisa!
Para dar aquele efeito "antigo", de pergaminho de verdade, você pode usar uma vela e muito fôlego! Enrole os convites no dedo (ou não - eu tentei dos dois jeitos e enrolando os convites foi mais fácil e ficou mais bonito) e coloque a borda do papel vegetal no fogo da chama da vela. Deixe queimar um pouquinho e "fuuuu-fuuuu-fuuuu". Pra quem não entendeu: ASSOPRE! Daí é só ir formando uma piiiiiiiilhaaaaaaaaa.
Pra finalizar, feche os pergaminhos com um adesivo redondinho (DOURADO!!!), que você encontra facilmente em papelarias. Pronto! Se preferir, coloque um lacinho de fita pra fechar. Nesse caso, dá até pra colar um cartãozinho com o nome de cada convidado pra identificar os convites. A gente preferiu o jeito mais simples, pra facilitar na hora de entregar.
Gostaram???? Agora, bóra preparar os "tags" dos docinhos, as lembrancinhas dos convidados, a decoração das mesas do nosso banquete real! Cercada de TNT rosa, coroas, glitter, velas, dourado e pergaminhos, a vida parece, mesmo, um conto de fadas!!!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Casamento de Princesa (Versão da... ops! Diário da Nina)
Ai, ai... Hoje teve casamento de princesa DE VERDADE!!!
Acordei cedo e arrumei uma desculpinha para ir para o colo da mãma, na frente da TV, assistir à cerimônia.
"- Mãmi, eu não vou usar esse paninho na frente da cara, não... deve pinicar!"
"- Filhota, isso é um véu e é lindo! Mas, se você não quiser, não usa. Tudo bem."
"- Mãmi, cadê o pai e a mãe da noiva? Eles deveriam 'ter' os dois com ela, na igreja!"
"- Mãmi, ela já é princesa ou ela vai virar princesa?"
"- Filhota, ela ainda não é princesa. Ele que é príncipe, neto da rainha. Ela vai se casar com o príncipe e, depois do casamento, ela será uma princesa!"
"- Ah, sei... que nem a Cinderela, né mãmi?"
"- Isso, Nina! Que nem a Cinderela."
"- Mãmi, que horas vai ser o beijo de amor?"
"- Tchau, mamãe, bom trabalho. Depois eu te conto tudo, tá?"
PS da mamãe: criança é mais fácil!....
Acordei cedo e arrumei uma desculpinha para ir para o colo da mãma, na frente da TV, assistir à cerimônia.
"- Mãmi, eu não vou usar esse paninho na frente da cara, não... deve pinicar!"
"- Filhota, isso é um véu e é lindo! Mas, se você não quiser, não usa. Tudo bem."
"- Mãmi, cadê o pai e a mãe da noiva? Eles deveriam 'ter' os dois com ela, na igreja!"
"- Mãmi, ela já é princesa ou ela vai virar princesa?"
"- Filhota, ela ainda não é princesa. Ele que é príncipe, neto da rainha. Ela vai se casar com o príncipe e, depois do casamento, ela será uma princesa!"
"- Ah, sei... que nem a Cinderela, né mãmi?"
"- Isso, Nina! Que nem a Cinderela."
"- Mãmi, que horas vai ser o beijo de amor?"
"- Tchau, mamãe, bom trabalho. Depois eu te conto tudo, tá?"
PS da mamãe: criança é mais fácil!....
Casamento de Princesa (Diário da Mirys)
Não teve jeito... eu nem fui atrás do assunto, mas ele veio até mim. Todo mundo só fala nisso: o casamento do principe William e futura princesa Katerine (que nome lindo!). Então, eu até comentei com as crianças: "- Amanhã tem um casamento de princesa de verdade!"
PS: Quando o Guilherme descobriu que o príncipe se chamava William (Guilherme, em inglês), ficou felicíssimo!!!
Mas, hoje, acordei às 5:45hs da manhã, sozinha. Sem despertador, sem nada. A Helena tinha dito "mamãe" e eu fui lá ver. Ela tinha virado na cama, estava dormindo sobre as almofadas que ficam no pé da cama e não tinha como colocar o cobertor. Peguei no colo ("- shi, shi, shiiiii, é a mamãe...") e levei pra minha camona, quentinha, com cobertor grandão. E fui fazer imposto de renda, na sala.
Liguei a TV e... não teve como não acompanhar.
E não teve como não pensar... naquele casamento estará "faltando" uma peça... alguém não estará lá. Por mais que existam outras pessoas, por mais que "tudo o que importe" pro William seja ver a Kate lá, por mais que muitos já tenham refeito a vida, por mais que tenha passado muito tempo. Sempre haverá uma ausência presente. Alguém que deveria ver, que deveria morrer de orgulho, que deveria estar lá, chorando no altar... e não estará.
Eu me lembrei que uma das primeiras e piores crises de choro que eu tive no começo do luto, foi um dia que eu pensei, de nada: "- Meu Deus! E quando a Helena for se casar? Quem vai levá-la ao altar?". E chorei. Chorei muito, doído, incontrolável, inconformada em ter que gerenciar aquela nova realidade. Mesmo que eu ainda tivesse muito tempo para realmente ter que encarar esse "problema".
Perdida no meio desse monte de pensamentos, nos casamentos dos meus filhos que ainda irão acontecer (daqui a muito tempo), olho pra porta e vejo a minha princesa! Com um pijaminha rosa de princesas da Disney, os olhinhos apertados e sujos, os cabelos bagunçados, estendendo os bracinhos pra mim quando me viu...
"- Mãmi, eu tive um sonho pesadelo", disse ela, deitando no meu colo e esfregando os olhinhos.
"- Foi, filhotinha? Com o que você sonhou?"
"- Não sei... Mãe, o que é isso?", respondeu a Nina, olhando a TV e puxando o cobertor que estava nas minhas pernas.
"- Aquele casamento da princesa de verdade, que eu te falei. Lembra? Olha ali, naquele carro, a princesa acabou de sair de casa e vai para a igreja."
E fiquei ali explicando, segurando o choro:
que aquela moça de branco era a irmã / madrinha da princesa;
que aquele senhor ao lado dela, era o pai da princesa; ("não pergunta, filha! não pergunta nada!", eu torcia)
que aqueles dois de farda, no altar, eram o príncipe e o irmão dele;
que aquele outro de farda era o pai do príncipe e a esposa dele; ("não pergunta, não pergunta, não pergunta")
que as mães não ficam ali, junto com a noiva, quando ela me disse que as noivas deveriam entrar com o pai e a mãe na igreja ("obrigada pela consideração, filhota!")
Aí, o relógio me acusou de estar atrasada. E o meu choro encontrou a desculpa perfeita para se esconder, por mais uns minutinhos.
Dei um beijo na minha pequena princesa, passei as instruções para a nossa ajudante, pois hoje é dia de ballet e a minha pequena estará de tutu branco, às 11hs. Diferente daquela outra princesa, naquela outra roupa branca, nas 11hs de outro país. E saí pro trabalho, chorando, mas dando graças a Deus que eu ainda só tenho que me preocupar com a cor da roupinha de ballet...
OBS: essa foto é EXCLUSIVA do Roberto Cambusano - amigo fotógrafo exclusivo (há) da Juju. Passem no blog dela e confiram outras fotos personalizadas (é só pra quem pode, heim, mulher?)
PS: Quando o Guilherme descobriu que o príncipe se chamava William (Guilherme, em inglês), ficou felicíssimo!!!
Mas, hoje, acordei às 5:45hs da manhã, sozinha. Sem despertador, sem nada. A Helena tinha dito "mamãe" e eu fui lá ver. Ela tinha virado na cama, estava dormindo sobre as almofadas que ficam no pé da cama e não tinha como colocar o cobertor. Peguei no colo ("- shi, shi, shiiiii, é a mamãe...") e levei pra minha camona, quentinha, com cobertor grandão. E fui fazer imposto de renda, na sala.
Liguei a TV e... não teve como não acompanhar.
E não teve como não pensar... naquele casamento estará "faltando" uma peça... alguém não estará lá. Por mais que existam outras pessoas, por mais que "tudo o que importe" pro William seja ver a Kate lá, por mais que muitos já tenham refeito a vida, por mais que tenha passado muito tempo. Sempre haverá uma ausência presente. Alguém que deveria ver, que deveria morrer de orgulho, que deveria estar lá, chorando no altar... e não estará.
Eu me lembrei que uma das primeiras e piores crises de choro que eu tive no começo do luto, foi um dia que eu pensei, de nada: "- Meu Deus! E quando a Helena for se casar? Quem vai levá-la ao altar?". E chorei. Chorei muito, doído, incontrolável, inconformada em ter que gerenciar aquela nova realidade. Mesmo que eu ainda tivesse muito tempo para realmente ter que encarar esse "problema".
Perdida no meio desse monte de pensamentos, nos casamentos dos meus filhos que ainda irão acontecer (daqui a muito tempo), olho pra porta e vejo a minha princesa! Com um pijaminha rosa de princesas da Disney, os olhinhos apertados e sujos, os cabelos bagunçados, estendendo os bracinhos pra mim quando me viu...
"- Mãmi, eu tive um sonho pesadelo", disse ela, deitando no meu colo e esfregando os olhinhos.
"- Foi, filhotinha? Com o que você sonhou?"
"- Não sei... Mãe, o que é isso?", respondeu a Nina, olhando a TV e puxando o cobertor que estava nas minhas pernas.
"- Aquele casamento da princesa de verdade, que eu te falei. Lembra? Olha ali, naquele carro, a princesa acabou de sair de casa e vai para a igreja."
E fiquei ali explicando, segurando o choro:
que aquela moça de branco era a irmã / madrinha da princesa;
que aquele senhor ao lado dela, era o pai da princesa; ("não pergunta, filha! não pergunta nada!", eu torcia)
que aqueles dois de farda, no altar, eram o príncipe e o irmão dele;
que aquele outro de farda era o pai do príncipe e a esposa dele; ("não pergunta, não pergunta, não pergunta")
que as mães não ficam ali, junto com a noiva, quando ela me disse que as noivas deveriam entrar com o pai e a mãe na igreja ("obrigada pela consideração, filhota!")
Aí, o relógio me acusou de estar atrasada. E o meu choro encontrou a desculpa perfeita para se esconder, por mais uns minutinhos.
Dei um beijo na minha pequena princesa, passei as instruções para a nossa ajudante, pois hoje é dia de ballet e a minha pequena estará de tutu branco, às 11hs. Diferente daquela outra princesa, naquela outra roupa branca, nas 11hs de outro país. E saí pro trabalho, chorando, mas dando graças a Deus que eu ainda só tenho que me preocupar com a cor da roupinha de ballet...
OBS: essa foto é EXCLUSIVA do Roberto Cambusano - amigo fotógrafo exclusivo (há) da Juju. Passem no blog dela e confiram outras fotos personalizadas (é só pra quem pode, heim, mulher?)
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